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Notícias
22
abr
2015
(DESMATAMENTO)
Desmate da Amazônia Legal aumenta 195 por cento em março, aponta Imazon
O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), ONG de Belém, divulgou levantamento não-oficial que indica o aumento de 195% no desmatamento da Amazônia Legal em março deste ano, comparado com o mesmo mês do ano anterior.
O SAD, sistema usado pela ONG, detectou 58 km² de desmatamento na Amazônia Legal em março de 2015. Em março de 2014 o índice era de 20 km².
O Imazon ressalta que neste ano foi possível monitorar 47% da área florestal. Os outros 53% estavam cobertos por nuvens, sendo que no ano anterior a cobertura foi de 58%. Por isso, os dados podem estar subestimados, afirma a ONG.
Segundo o relatório do Imazon, em março deste ano, o desmatamento se concentrou no Mato Grosso (76%) e no Amazonas (13%). A menor ocorrência foi em Rondônia (8%), Tocantins (2%) e Pará (1%).
Além disso, as florestas degradadas (parcialmente destruídas) na Amazônia Legal somaram 15 km² em março de 2015, enquanto no mesmo mê do ano anterior a degradação florestal somou foi de 5 km². O aumento foi de 200%, indica o Imazon.
Quanto ao acumulado de agosto de 2014 a março de 2015, o desmatamento foi de 1.761km². Isso representa aumento de 214% em relação ao período entre agosto de 2013 e março de 2014, quando 560 km² foram desmatados. Os meses citados correspondem aos oito primeiros meses do calendário oficial de medição do desmatamento.
Os dados são divulgados de maneira paralela aos dados oficiais do Ministério do Meio Ambiente, que usa o sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe. Os métodos de levantamento são distintos, por isso os números não podem ser comparados entre si.
O último levantamento do “calendário do desmatamento” do Inpe mostrou queda de 18% do desmate na Amazônia entre agosto de 2013 e julho de 2014 em relação ao período anterior.
O SAD, sistema usado pela ONG, detectou 58 km² de desmatamento na Amazônia Legal em março de 2015. Em março de 2014 o índice era de 20 km².
O Imazon ressalta que neste ano foi possível monitorar 47% da área florestal. Os outros 53% estavam cobertos por nuvens, sendo que no ano anterior a cobertura foi de 58%. Por isso, os dados podem estar subestimados, afirma a ONG.
Segundo o relatório do Imazon, em março deste ano, o desmatamento se concentrou no Mato Grosso (76%) e no Amazonas (13%). A menor ocorrência foi em Rondônia (8%), Tocantins (2%) e Pará (1%).
Além disso, as florestas degradadas (parcialmente destruídas) na Amazônia Legal somaram 15 km² em março de 2015, enquanto no mesmo mê do ano anterior a degradação florestal somou foi de 5 km². O aumento foi de 200%, indica o Imazon.
Quanto ao acumulado de agosto de 2014 a março de 2015, o desmatamento foi de 1.761km². Isso representa aumento de 214% em relação ao período entre agosto de 2013 e março de 2014, quando 560 km² foram desmatados. Os meses citados correspondem aos oito primeiros meses do calendário oficial de medição do desmatamento.
Os dados são divulgados de maneira paralela aos dados oficiais do Ministério do Meio Ambiente, que usa o sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe. Os métodos de levantamento são distintos, por isso os números não podem ser comparados entre si.
O último levantamento do “calendário do desmatamento” do Inpe mostrou queda de 18% do desmate na Amazônia entre agosto de 2013 e julho de 2014 em relação ao período anterior.
Fonte: G1
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