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Notícias
22
abr
2015
(SETOR FLORESTAL)
Programa prevê financiamento de 500 milhões de euros para prevenção florestal
A prevenção florestal, onde se inclui a defesa contra incêndios, como, por exemplo, a construção de aceiros e a plantação de vários tipos de árvores, e a sanidade florestal, ou seja, contra as pragas que têm dizimado a nossa floresta, são duas das principais áreas destinatárias dos 500 milhões de euros de financiamento público previstos no novo Programa de Desenvolvimento Rural (Pdr) 2014-2020, representando 13% dos fundos europeus destinados a Portugal no âmbito deste programa.
Trata-se de um valor sem precedentes e que representa um aumento de quase 100 milhões de euros face ao Proder 2007-2013, evidenciando uma clara aposta no investimento florestal - salienta fonte oficial do Ministério da Agricultura e do Mar (MAM).
Os fundos, a que os produtores poderão candidatar-se em projetos privados, destinam-se ainda a medidas de apoio ao restabelecimento de povoamentos florestais afetados por pragas, a ações de estabilização de emergência e ao controlo de espécies invasoras lenhosas. No novo Pdr, existem também apoios para equipamento e tecnologias de colheita, mobilização, concentração, triagem e comercialização e primeira transformação de produtos florestais.
Uma das grandes novidades deste Pdr é o apoio à criação de organizações de produtores florestais, com muito potencial para a organização da oferta de cortiça, e a organizações inter profissionais, assim como a criação dos serviços de aconselhamento florestal.
As regras das candidaturas, esclarece ainda o MAM, variam consoante os tipos de beneficiários.
Trata-se de um valor sem precedentes e que representa um aumento de quase 100 milhões de euros face ao Proder 2007-2013, evidenciando uma clara aposta no investimento florestal - salienta fonte oficial do Ministério da Agricultura e do Mar (MAM).
Os fundos, a que os produtores poderão candidatar-se em projetos privados, destinam-se ainda a medidas de apoio ao restabelecimento de povoamentos florestais afetados por pragas, a ações de estabilização de emergência e ao controlo de espécies invasoras lenhosas. No novo Pdr, existem também apoios para equipamento e tecnologias de colheita, mobilização, concentração, triagem e comercialização e primeira transformação de produtos florestais.
Uma das grandes novidades deste Pdr é o apoio à criação de organizações de produtores florestais, com muito potencial para a organização da oferta de cortiça, e a organizações inter profissionais, assim como a criação dos serviços de aconselhamento florestal.
As regras das candidaturas, esclarece ainda o MAM, variam consoante os tipos de beneficiários.
Fonte: Sol.pt
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