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Notícias
17
abr
2015
(GERAL)
Araticum, jatobá, guavira, macaúba, são vedetes em Mato Grosso do Sul
O nome parece escolhido por chef famoso de restaurante internacional: Annona classifora Mart. Essa é a denominação da famosa ''fruta do mato (cerrado)" araticum, conhecida como pinha-do-cerrado, fruta-do-conde pequena, imbira, pinha, entre outros. É encontrado no cerrado, em Mato Grosso do Sul, mas também no Distrito Federal, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia, Pará e Piauí, Tocantins.
Faz parte do grupo de comida saudável e figura no livro Alimentos Regionais Brasileiros lançado na última terça-feira (7) pelo ministro Arthur Chioro em comemoração ao Dia Mundial da Saúde que teve como tema a ''alimentação''.
Mais sobre o araticum: Os frutos podem ser consumidos ao natural e sua polpa pode ser utilizada em doces, sucos, geleias, iogurtes, licores, tortas e sorvetes. A polpa de araticum pode ser conservada por meio de congelamento. Foi verificado que, após um ano, nessas condições, a polpa apresentou o mesmo sabor e coloração.
Obra
O Ministério da Saúde informa que o objetivo do livro é estimular a população para o consumo de uma alimentação saudável capaz de promover saúde e mais qualidade de vida, reduzindo a obesidade, diabetes, hipertensão e outras doenças.
Para reforço à proposta, são apresentados dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2014) mostrando que apenas um quarto da população brasileira (24,1%) consome a quantidade de frutas e hortaliças recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em cinco ou mais dias da semana.
Segundo a OMS, a ingestão necessária é de pelo menos 400 gramas desses alimentos diariamente. Esse consumo é ainda menor entre os homens, quando o índice é de 19,3%, e maior entre as mulheres, 28,2%.
A obra do Ministério da Saúde apresenta, ainda, receitas fáceis com a utilização dessa matéria-prima.
Macaúba
“Mboca” (que se quebra estalando) + “ya” (fruto) + “iba” (árvore). Esse é o nome guarani da macaúba que mede de 2 cm a 4 cm de comprimento, por 3 cm a 5 cm de diâmetro, e que pesa de 30 g a 50 g. Nasce de árvore imponente: as macaubeiras maiores atingem, por exemplo, dimensões próximas a 20 m de altura na idade adulta.
Seus outros nomes ão bocaiúva, bocaiuveira, bacaiúva, coco-babão, coco-baboso, cocomacaúba, coqueiro-de-espinho, macaúba, macaúva, macajuba.
A polpa é consumida in natura. É doce e mucilaginosa, prestando-se para o preparo de refresco, doces, geleias e extração de gordura. A polpa da macaúba também é utilizada na produção de farinha utilizada em bolos, mingaus, vitaminas e sorvetes.
O óleo da amêndoa é incolor e substitui o azeite de oliva, podendo ser usado para cozinhar.
A amêndoa pode ser comida torrada, como o amendoim, ou pode ser consumida in natura, na forma de doces.
O peso da parte comestível do palmito varia de 1 kg a 3 kg. Com o palmito, podem-se preparar pratos
O óleo e a polpa são usados na fabricação de sabão caseiro.
E o Alimentos informa: "Há um centro de produção de farinha de macaúba em Corumbá, Mato Grosso do Sul, ligado à Casa do Artesão. É um trabalho comunitário que desenvolve atividades em bases artesanais valorizando a mão de obra local e tem como objetivo sensibilizar a população sobre o valor dos produtos da região"
O acesso as receitas pode ser feito por meio do link:
http://www.correiodoestado.com.br/cidades/campo-grande/em-mato-grosso-do-sul-araticum-jatoba-guavira-macauba-sao/243730/
Faz parte do grupo de comida saudável e figura no livro Alimentos Regionais Brasileiros lançado na última terça-feira (7) pelo ministro Arthur Chioro em comemoração ao Dia Mundial da Saúde que teve como tema a ''alimentação''.
Mais sobre o araticum: Os frutos podem ser consumidos ao natural e sua polpa pode ser utilizada em doces, sucos, geleias, iogurtes, licores, tortas e sorvetes. A polpa de araticum pode ser conservada por meio de congelamento. Foi verificado que, após um ano, nessas condições, a polpa apresentou o mesmo sabor e coloração.
Obra
O Ministério da Saúde informa que o objetivo do livro é estimular a população para o consumo de uma alimentação saudável capaz de promover saúde e mais qualidade de vida, reduzindo a obesidade, diabetes, hipertensão e outras doenças.
Para reforço à proposta, são apresentados dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2014) mostrando que apenas um quarto da população brasileira (24,1%) consome a quantidade de frutas e hortaliças recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em cinco ou mais dias da semana.
Segundo a OMS, a ingestão necessária é de pelo menos 400 gramas desses alimentos diariamente. Esse consumo é ainda menor entre os homens, quando o índice é de 19,3%, e maior entre as mulheres, 28,2%.
A obra do Ministério da Saúde apresenta, ainda, receitas fáceis com a utilização dessa matéria-prima.
Macaúba
“Mboca” (que se quebra estalando) + “ya” (fruto) + “iba” (árvore). Esse é o nome guarani da macaúba que mede de 2 cm a 4 cm de comprimento, por 3 cm a 5 cm de diâmetro, e que pesa de 30 g a 50 g. Nasce de árvore imponente: as macaubeiras maiores atingem, por exemplo, dimensões próximas a 20 m de altura na idade adulta.
Seus outros nomes ão bocaiúva, bocaiuveira, bacaiúva, coco-babão, coco-baboso, cocomacaúba, coqueiro-de-espinho, macaúba, macaúva, macajuba.
A polpa é consumida in natura. É doce e mucilaginosa, prestando-se para o preparo de refresco, doces, geleias e extração de gordura. A polpa da macaúba também é utilizada na produção de farinha utilizada em bolos, mingaus, vitaminas e sorvetes.
O óleo da amêndoa é incolor e substitui o azeite de oliva, podendo ser usado para cozinhar.
A amêndoa pode ser comida torrada, como o amendoim, ou pode ser consumida in natura, na forma de doces.
O peso da parte comestível do palmito varia de 1 kg a 3 kg. Com o palmito, podem-se preparar pratos
O óleo e a polpa são usados na fabricação de sabão caseiro.
E o Alimentos informa: "Há um centro de produção de farinha de macaúba em Corumbá, Mato Grosso do Sul, ligado à Casa do Artesão. É um trabalho comunitário que desenvolve atividades em bases artesanais valorizando a mão de obra local e tem como objetivo sensibilizar a população sobre o valor dos produtos da região"
O acesso as receitas pode ser feito por meio do link:
http://www.correiodoestado.com.br/cidades/campo-grande/em-mato-grosso-do-sul-araticum-jatoba-guavira-macauba-sao/243730/
Fonte: Correio do Estado - Blog da Macaúba
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