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Notícias
14
abr
2015
(GERAL)
Borracha do sudeste asiático provoca queda de do preço no mercado brasileiro em um ano
O preço médio da borracha natural no mercado interno caiu, em média, 25% em um ano, por conta da superoferta do produto importado do sudeste asiático. O Brasil importa desta região 2/3 do que é consumido no país, e o subsídio oferecido por estes países a seus produtores faz com que a borracha importada tenha preços extremamente competitivos com a produção local.
A análise está no boletim Ativos da Silvicultura, elaborado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Universidade Federal de Viçosa (UFV) e pela empresa Dendrus Projetos Florestais e Ambientais Ltda. A publicação traça um mapa dos principais produtos da silvicultura, com base em levantamentos de custos de produção e preços de venda da atividade.
Segundo o boletim, outro agravante para a heveicultura (produção de borracha) foi o aumento dos preços dos insumos nas principais regiões produtoras, de 10%, em média desde o ano passado, o que afetou a relação de troca do produto por insumos. Na prática, os seringueiros precisaram desembolsar mais quilos de borracha na compra de defensivos e adubo.
“Este aumento dos custos com insumos, associado à queda contínua nos preços da borracha, tem reduzido a rentabilidade da heveicultura e desestimulado os produtores”, afirma o boletim. Uma das alternativas para frear a queda contínua dos preços pagos ao produtor seria a definição de um preço mínimo, de pelo menos R$ 2,10/quilo.
Outra medida necessária, de acordo com o estudo, seria a criação de uma taxa de equalização sobre o produto importado, “para garantir o preço mínimo e ainda um aumento na alíquota do imposto de importação, fortalecendo comercialmente o produto nacional frente ao importado”.
A análise está no boletim Ativos da Silvicultura, elaborado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Universidade Federal de Viçosa (UFV) e pela empresa Dendrus Projetos Florestais e Ambientais Ltda. A publicação traça um mapa dos principais produtos da silvicultura, com base em levantamentos de custos de produção e preços de venda da atividade.
Segundo o boletim, outro agravante para a heveicultura (produção de borracha) foi o aumento dos preços dos insumos nas principais regiões produtoras, de 10%, em média desde o ano passado, o que afetou a relação de troca do produto por insumos. Na prática, os seringueiros precisaram desembolsar mais quilos de borracha na compra de defensivos e adubo.
“Este aumento dos custos com insumos, associado à queda contínua nos preços da borracha, tem reduzido a rentabilidade da heveicultura e desestimulado os produtores”, afirma o boletim. Uma das alternativas para frear a queda contínua dos preços pagos ao produtor seria a definição de um preço mínimo, de pelo menos R$ 2,10/quilo.
Outra medida necessária, de acordo com o estudo, seria a criação de uma taxa de equalização sobre o produto importado, “para garantir o preço mínimo e ainda um aumento na alíquota do imposto de importação, fortalecendo comercialmente o produto nacional frente ao importado”.
Fonte: CNA
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