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Notícias
10
abr
2015
(GERAL)
Apreensão de caminhão com toras de madeira rende multa de R$ 17 milhões
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em ação de fiscalização da Operação Toruk, apreendeu, no início do mês de abril, um caminhão carregado com 18 toras de madeira (100 m³) e aplicou ao infrator uma multa de R$ 17 milhões. A operação, realizada na divisa entre os Estados do Amazonas e de Rondônia, já vistoriou mais de 50 áreas com indicativos de desmatamento recente.
De acordo com informações do Instituto, a operação, que está sendo realizada desde o dia 16 de março nos municípios de Boca do Acre e Lábrea, tem como objetivo combater o desmatamento ilegal. O caminhão toreiro, apreendido na Terra Indígena (TI) Kaxarari, também continha cem litros de combustíveis (gasolina e óleo diesel).
Segundo o Ibama, a TI Kaxarari é alvo constante de invasão de madeireiros, que exploram ilegalmente madeiras nobres como ipê, angelim, muiracatiara, entre outras. Ao perceber a chegada da equipe de fiscalização, os madeireiros fugiram para a floresta. No caminhão, havia plaquetas utilizadas para identificar tocos e toras de áreas de planos de manejo florestal.
Conforme a assessoria do instituto, as evidências indicam que há um esquema de “esquentamento” das madeiras provenientes da TI, que eram encaminhadas às serrarias da região. O caminhão toreiro foi queimado para impedir a continuação da exploração madeireira ilegal numa área de aproximadamente 3 mil hectares.
O infrator já foi identificado, foi multado em R$ 17 milhões, mas não teve sua identidade revelada. Ele também responderá criminalmente à Justiça Federal por invasão de terra indígena e exploração ilegal de madeira. As toras serão doadas aos indígenas das aldeais Pedreira e Paxiúba, que as utilizarão para melhoria de suas moradias e construção de escolas e postos de saúde. A área de exploração ilegal foi embargada e continuará sob monitoramento do Ibama.
Até o momento, a Operação Toruk, que conta com apoio do Batalhão Ambiental da Polícia do Amazonas, já vistoriou 53 áreas com indicativos de desmatamento recente, totalizando 2.980 hectares, o que equivale a mais de dois mil campos de futebol. Também, foram vistoriadas 27 áreas embargadas anteriormente e lavrados 12 autos de infração, com aplicação de R$ 20 milhões em multas, concluiu a assessoria em nota divulgada no site do Instituto.
De acordo com informações do Instituto, a operação, que está sendo realizada desde o dia 16 de março nos municípios de Boca do Acre e Lábrea, tem como objetivo combater o desmatamento ilegal. O caminhão toreiro, apreendido na Terra Indígena (TI) Kaxarari, também continha cem litros de combustíveis (gasolina e óleo diesel).
Segundo o Ibama, a TI Kaxarari é alvo constante de invasão de madeireiros, que exploram ilegalmente madeiras nobres como ipê, angelim, muiracatiara, entre outras. Ao perceber a chegada da equipe de fiscalização, os madeireiros fugiram para a floresta. No caminhão, havia plaquetas utilizadas para identificar tocos e toras de áreas de planos de manejo florestal.
Conforme a assessoria do instituto, as evidências indicam que há um esquema de “esquentamento” das madeiras provenientes da TI, que eram encaminhadas às serrarias da região. O caminhão toreiro foi queimado para impedir a continuação da exploração madeireira ilegal numa área de aproximadamente 3 mil hectares.
O infrator já foi identificado, foi multado em R$ 17 milhões, mas não teve sua identidade revelada. Ele também responderá criminalmente à Justiça Federal por invasão de terra indígena e exploração ilegal de madeira. As toras serão doadas aos indígenas das aldeais Pedreira e Paxiúba, que as utilizarão para melhoria de suas moradias e construção de escolas e postos de saúde. A área de exploração ilegal foi embargada e continuará sob monitoramento do Ibama.
Até o momento, a Operação Toruk, que conta com apoio do Batalhão Ambiental da Polícia do Amazonas, já vistoriou 53 áreas com indicativos de desmatamento recente, totalizando 2.980 hectares, o que equivale a mais de dois mil campos de futebol. Também, foram vistoriadas 27 áreas embargadas anteriormente e lavrados 12 autos de infração, com aplicação de R$ 20 milhões em multas, concluiu a assessoria em nota divulgada no site do Instituto.
Fonte: Rede Diário de Comunicação
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