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Notícias
31
mar
2015
(QUEIMADAS)
Dispositivo financiado pelo governo para combate a incêndios será igual ao de 2014
O Governo anunciou o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF). O dispositivo será semelhante ao que foi disponibilizado no ano passado.
No ano passado, o dispositivo contou com 2.200 equipas, mais de 9.600 elementos, dois veículos e 49 meios aéreos. O orçamento para o dispositivo foi de 85 milhões de euros
A notícia é recebida com desagrado pela Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP), que defendia um reforço de efetivos e uma aprovação do estatuto do bombeiro profissional.
“Este dispositivo, para poder ter uma base de funcionamento sólida, tem de assentar nas estruturas de bombeiros profissionais de todo o pais e, para isso, é necessário que o estatuto de bombeiro profissional seja aprovado para haver reforço de efectivos”, diz o presidente da ANBP.
Sérgio Carvalho critica também o valor do pagamento aos bombeiros que integram o DECIF, 45 euros por 24 horas de serviço, e pede, acima de tudo, uma boa articulação dos meios.
“Que todas as forças que vão intervir estejam bem articuladas, seja bem definido a questão do comando das operações e da intervenção das várias forças”, são os outros desejos formulados por Sérgio Carvalho.
O ano passado foi o melhor das últimas três décadas em termos de área ardida. Em 2014 foram consumidas pelas chamas cerca de 20 mil hectares.
No ano passado, o dispositivo contou com 2.200 equipas, mais de 9.600 elementos, dois veículos e 49 meios aéreos. O orçamento para o dispositivo foi de 85 milhões de euros
A notícia é recebida com desagrado pela Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP), que defendia um reforço de efetivos e uma aprovação do estatuto do bombeiro profissional.
“Este dispositivo, para poder ter uma base de funcionamento sólida, tem de assentar nas estruturas de bombeiros profissionais de todo o pais e, para isso, é necessário que o estatuto de bombeiro profissional seja aprovado para haver reforço de efectivos”, diz o presidente da ANBP.
Sérgio Carvalho critica também o valor do pagamento aos bombeiros que integram o DECIF, 45 euros por 24 horas de serviço, e pede, acima de tudo, uma boa articulação dos meios.
“Que todas as forças que vão intervir estejam bem articuladas, seja bem definido a questão do comando das operações e da intervenção das várias forças”, são os outros desejos formulados por Sérgio Carvalho.
O ano passado foi o melhor das últimas três décadas em termos de área ardida. Em 2014 foram consumidas pelas chamas cerca de 20 mil hectares.
Fonte: Renascença
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