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Notícias
26
mar
2015
(ECONOMIA)
Indústrias da madeira e mobiliário contratam mais no primeiro bimestre de 2015
Nos dois primeiros meses deste ano, as empresas do setor de madeira e mobiliário elevaram o estoque de empregos em 132%, segundo levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgado na semana passada.
"Isso demonstra a garra dos empresários do setor em continuar produzindo apesar dos entraves à produção florestal, que, ainda assim, não conseguiram afetar a geração de empregos nas indústrias da madeira e do mobiliário de Mato Grosso em 2015", avalia o presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), Geraldo Bento.
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que durante o primeiro bimestre deste ano, as indústrias da madeira e do mobiliário admitiram 1737 trabalhadores formais e demitiram 1320 no mesmo intervalo, resultando num saldo positivo de 417 postos de trabalho preservados. Em 2014, nos dois primeiros meses do ano, o segmento contratou 1750 trabalhadores e desligou 1571 mil profissionais, conservando 179 postos de trabalho ao final do período.
Dos 12 subsetores que compõem a indústria de transformação no Estado, o segmento industrial da madeira e do mobiliário foi o segundo que mais empregou no início de 2015. À frente do segmento se destacou a indústria de alimentos, bebidas e álcool etílico, com 435 empregos novos mantidos, nos dois primeiros meses deste ano.
Mensal
O saldo positivo na geração de empregos no primeiro bimestre de 2015 foi segurado pelo desempenho de janeiro, quando foram conservados 368 novos postos de trabalho pelo segmento, em Mato Grosso. Em fevereiro deste ano, o saldo permaneceu positivo, mas com a manutenção de 44 postos de trabalho em todo o Estado. Ou seja, houve queda mensal de 88% na geração de empregos em fevereiro de 2015.
Pela comparação anual, houve melhora no estoque de empregos no mês passado, já que em fevereiro de 2014 as demissões se sobrepuseram às contratações em 74 postos de trabalho.
"Isso demonstra a garra dos empresários do setor em continuar produzindo apesar dos entraves à produção florestal, que, ainda assim, não conseguiram afetar a geração de empregos nas indústrias da madeira e do mobiliário de Mato Grosso em 2015", avalia o presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), Geraldo Bento.
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que durante o primeiro bimestre deste ano, as indústrias da madeira e do mobiliário admitiram 1737 trabalhadores formais e demitiram 1320 no mesmo intervalo, resultando num saldo positivo de 417 postos de trabalho preservados. Em 2014, nos dois primeiros meses do ano, o segmento contratou 1750 trabalhadores e desligou 1571 mil profissionais, conservando 179 postos de trabalho ao final do período.
Dos 12 subsetores que compõem a indústria de transformação no Estado, o segmento industrial da madeira e do mobiliário foi o segundo que mais empregou no início de 2015. À frente do segmento se destacou a indústria de alimentos, bebidas e álcool etílico, com 435 empregos novos mantidos, nos dois primeiros meses deste ano.
Mensal
O saldo positivo na geração de empregos no primeiro bimestre de 2015 foi segurado pelo desempenho de janeiro, quando foram conservados 368 novos postos de trabalho pelo segmento, em Mato Grosso. Em fevereiro deste ano, o saldo permaneceu positivo, mas com a manutenção de 44 postos de trabalho em todo o Estado. Ou seja, houve queda mensal de 88% na geração de empregos em fevereiro de 2015.
Pela comparação anual, houve melhora no estoque de empregos no mês passado, já que em fevereiro de 2014 as demissões se sobrepuseram às contratações em 74 postos de trabalho.
Fonte: Cipem
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