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Notícias
13
mar
2015
(DESMATAMENTO)
BNDES libera mais de R$ 30 milhões para combater desmatamento amazônico
O Ministério da Justiça e o BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social firmaram na última quarta-feira (11) um acordo de cooperação financeira de mais de R$ 30 milhões para ações de combate ao desmatamento ilegal na Amazônia, que serão desenvolvidas pela Companhia de Operações Ambientais. A companhia recém-criada usará efetivo da Força Nacional de Segurança.
Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, o recurso vai servir para aparelhar a Força Nacional e garantir a permanência de pelo menos 200 militares, na Amazônia, que atuam na repressão a crimes ambientais
"Nós temos agora, com essa verba de 30 milhões de reais, a possibilidade de comprar novos equipamentos, e ter melhores condições de atuar na Amazônia. A tarefa de combate ao desmatamento não é simples. Exige muita dedicação e exige também muito equipamento. E agora com essa verba nós poderemos melhorar, e muito, a atuação da Força Nacional de Segurança Pública", explicou Cardoso, em entrevista à Rádio Agência Nacional.
Ao destacar a atuação da Força Nacional na Floresta Amazônica, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira lembrou a prisão de Ezequiel Antônio Castanha, apontado como maior desmatador da Amazônia e preso no mês passado. A ministra adverte que as prisões vão continuar.
"Quem tiver cometendo crime ambiental, por favor, espere que vocês serão capturados, porque é inacreditável, isso é uma vergonha para o país, que as pessoas ainda cometam desmatamento, garimpo ilegal, o Pará tem mais de três mil garimpos ilegais, isso é uma vergonha pro país", avisou a ministra.
Pego por chefiar a maior organização criminosa de grilagem de terras e crimes ambientais na região de Novo Progresso, no sudoeste paraense, Ezequiel Antônio Castanha está preso desde o mês passado no Centro de Recuperação Regional de Itaituba.
Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, o recurso vai servir para aparelhar a Força Nacional e garantir a permanência de pelo menos 200 militares, na Amazônia, que atuam na repressão a crimes ambientais
"Nós temos agora, com essa verba de 30 milhões de reais, a possibilidade de comprar novos equipamentos, e ter melhores condições de atuar na Amazônia. A tarefa de combate ao desmatamento não é simples. Exige muita dedicação e exige também muito equipamento. E agora com essa verba nós poderemos melhorar, e muito, a atuação da Força Nacional de Segurança Pública", explicou Cardoso, em entrevista à Rádio Agência Nacional.
Ao destacar a atuação da Força Nacional na Floresta Amazônica, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira lembrou a prisão de Ezequiel Antônio Castanha, apontado como maior desmatador da Amazônia e preso no mês passado. A ministra adverte que as prisões vão continuar.
"Quem tiver cometendo crime ambiental, por favor, espere que vocês serão capturados, porque é inacreditável, isso é uma vergonha para o país, que as pessoas ainda cometam desmatamento, garimpo ilegal, o Pará tem mais de três mil garimpos ilegais, isso é uma vergonha pro país", avisou a ministra.
Pego por chefiar a maior organização criminosa de grilagem de terras e crimes ambientais na região de Novo Progresso, no sudoeste paraense, Ezequiel Antônio Castanha está preso desde o mês passado no Centro de Recuperação Regional de Itaituba.
Fonte: Graziele Bezerra – Agência Brasil
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