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Notícias
10
mar
2015
(QUEIMADAS)
MS registra redução de 31,6% nos incêndios florestais
O Senar/MS vai oferecer, entre os dias 11 e 13 de março, uma oficina de prevenção e controle de incêndios florestais durante a Dinapec 2015
Para ajudar na prevenção a queimadas, o Senar/MS (Serviço de Aprendizagem Rural) vai oferecer oficina durante a Dinapec 2015 - Dinâmica Agropecuária, entre os dias 11 e 13 de março, na sede da Embrapa Gado Corte.
No ano passado, foram registrados 2.439 focos de queimadas em Mato Grosso do Sul, o menor resultado desde 1998, segundo levantamento do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Apesar da redução de 31,6% em relação aos 3.565 focos registrados em 2013, atualmente o Estado ocupa o 4º lugar no ranking nacional de queimadas.
Na oficina 'Prevenção e controle a incêndios florestais', o instrutor Alberto Ribeiro abordará as principais causas de incêndios, que podem ser naturais ou artificiais. "Naturais estão relacionadas a incidência de raios, principalmente na primavera e no verão", explica.
Diferenças
"Já artificiais ocorrem com a ação humana, associada a condição climática, quando temos, por exemplo, estiagem em áreas em torno de cidade e as pessoas jogando algum material que pode originar a queimada, como cigarro acesso", completa o instrutor.
Para Ribeiro, a redução no número de focos registrados no Estado se deve, principalmente, ao monitoramento realizado pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) junto ao Inpe, Brigada de Incêndio e empresas particulares.
Época
Os meses de maior incidência de queimadas são agosto, setembro e outubro. "A principal causa do aumento de casos neste intervalo do ano a estiagem, pois devido à baixa umidade, o risco de incêndios é maior", ressalta o instrutor. Mas em outras épocas também existem casos. Neste ano, do dia 1 de janeiro a 4 de março foram contabilizados 391 focos de incêndio em Mato Grosso do Sul.
Segundo o instrutor, os prejuízos causados pelos incêndios florestais são maiores do que a destruição da vegetação, pois também impactam a fauna, empobrecem do solo, poluem o ar, além de gerar prejuízos financeiros aos produtores e produzir danos à saúde da população.
No entanto, alguns cuidados podem minimizar os prejuízos. "Uma alternativa é criar os aceiros, ou seja, retirar parte da vegetação nas proximidades da fazenda, impedindo que o incêndio tome maiores proporções", afirma.
Além da palestra sobre queimadas, durante a Dinapec o Senar/MS vai oferecer também oficina sobre gestão de resíduos com o consultor ambiental Laurindo Petelinkar.
Evento
A Dinapec 2015 é realizada pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O evento ocorre entre os dias 11 e 13 de março, com roteiros tecnológicos e dinâmicas, oficinas, publicações e produtos.
Para mais informações, acesse: http://famasul.com.br/noticias_interna/dinapec-prepara-se-para-sua-10-edicao/32493/.
Para ajudar na prevenção a queimadas, o Senar/MS (Serviço de Aprendizagem Rural) vai oferecer oficina durante a Dinapec 2015 - Dinâmica Agropecuária, entre os dias 11 e 13 de março, na sede da Embrapa Gado Corte.
No ano passado, foram registrados 2.439 focos de queimadas em Mato Grosso do Sul, o menor resultado desde 1998, segundo levantamento do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Apesar da redução de 31,6% em relação aos 3.565 focos registrados em 2013, atualmente o Estado ocupa o 4º lugar no ranking nacional de queimadas.
Na oficina 'Prevenção e controle a incêndios florestais', o instrutor Alberto Ribeiro abordará as principais causas de incêndios, que podem ser naturais ou artificiais. "Naturais estão relacionadas a incidência de raios, principalmente na primavera e no verão", explica.
Diferenças
"Já artificiais ocorrem com a ação humana, associada a condição climática, quando temos, por exemplo, estiagem em áreas em torno de cidade e as pessoas jogando algum material que pode originar a queimada, como cigarro acesso", completa o instrutor.
Para Ribeiro, a redução no número de focos registrados no Estado se deve, principalmente, ao monitoramento realizado pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) junto ao Inpe, Brigada de Incêndio e empresas particulares.
Época
Os meses de maior incidência de queimadas são agosto, setembro e outubro. "A principal causa do aumento de casos neste intervalo do ano a estiagem, pois devido à baixa umidade, o risco de incêndios é maior", ressalta o instrutor. Mas em outras épocas também existem casos. Neste ano, do dia 1 de janeiro a 4 de março foram contabilizados 391 focos de incêndio em Mato Grosso do Sul.
Segundo o instrutor, os prejuízos causados pelos incêndios florestais são maiores do que a destruição da vegetação, pois também impactam a fauna, empobrecem do solo, poluem o ar, além de gerar prejuízos financeiros aos produtores e produzir danos à saúde da população.
No entanto, alguns cuidados podem minimizar os prejuízos. "Uma alternativa é criar os aceiros, ou seja, retirar parte da vegetação nas proximidades da fazenda, impedindo que o incêndio tome maiores proporções", afirma.
Além da palestra sobre queimadas, durante a Dinapec o Senar/MS vai oferecer também oficina sobre gestão de resíduos com o consultor ambiental Laurindo Petelinkar.
Evento
A Dinapec 2015 é realizada pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O evento ocorre entre os dias 11 e 13 de março, com roteiros tecnológicos e dinâmicas, oficinas, publicações e produtos.
Para mais informações, acesse: http://famasul.com.br/noticias_interna/dinapec-prepara-se-para-sua-10-edicao/32493/.
Fonte: Campo Grande News
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