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Notícias
02
mar
2015
(SILVICULTURA)
Quatro dicas para recuperar áreas com solo degradado
Áreas degradadas, de forma geral, são aquelas que, após algum tipo de distúrbio, têm seus meios de regeneração eliminados. Isso pode ser fruto de mineração, uso intensivo do solo para fins agropecuários, queimadas consecutivas ou desmatamento. A recuperação dessas áreas tem por objetivo oferecer ao meio ambiente condições para que ele se recupere da degradação sofrida.
1. Conhecendo o problema
O primeiro passo é atentar para o histórico de degradação e uso do solo da área escolhida para ser recuperada, identificando as causas.
2. Avaliar o potencial de regeneração
Depois é importante notar se há capacidade de recuperação natural, pois apesar de ser um processo longo e delicado, a recuperação natural sempre é mais recomendável do ponto de vista ecológico. Se a recuperação natural não for possível, deve-se avaliar os recursos disponíveis (financeiro e material) para escolher a técnica mais adequada.
3. Escolhendo as espécies e tipo de plantio
Existem várias técnicas de recuperação de áreas degradadas, tais como plantio em linhas, plantio alternado e sistemas agroflorestais. A escolha da técnica de recuperação implica na seleção de espécies que devem pertencer ao bioma da área a ser recuperada. Não é recomendável, por exemplo, usar uma espécie endêmica da Mata Atlântica em um processo de recuperação de uma área no Cerrado.
As espécies escolhidas também devem ser: de fácil propagação e possuir crescimento rápido para cobrir o solo e fornecer matéria orgânica ao ambiente. Ao escolher as sementes que atendem a estas exigências é necessário decidir como será o plantio, que pode ser feito por meio de mudas ou de sementes plantadas.
4. O período ideal para colocar a mão na massa
É fundamental que o plantio seja realizado no início da temporada de chuvas para facilitar o seu crescimento.
1. Conhecendo o problema
O primeiro passo é atentar para o histórico de degradação e uso do solo da área escolhida para ser recuperada, identificando as causas.
2. Avaliar o potencial de regeneração
Depois é importante notar se há capacidade de recuperação natural, pois apesar de ser um processo longo e delicado, a recuperação natural sempre é mais recomendável do ponto de vista ecológico. Se a recuperação natural não for possível, deve-se avaliar os recursos disponíveis (financeiro e material) para escolher a técnica mais adequada.
3. Escolhendo as espécies e tipo de plantio
Existem várias técnicas de recuperação de áreas degradadas, tais como plantio em linhas, plantio alternado e sistemas agroflorestais. A escolha da técnica de recuperação implica na seleção de espécies que devem pertencer ao bioma da área a ser recuperada. Não é recomendável, por exemplo, usar uma espécie endêmica da Mata Atlântica em um processo de recuperação de uma área no Cerrado.
As espécies escolhidas também devem ser: de fácil propagação e possuir crescimento rápido para cobrir o solo e fornecer matéria orgânica ao ambiente. Ao escolher as sementes que atendem a estas exigências é necessário decidir como será o plantio, que pode ser feito por meio de mudas ou de sementes plantadas.
4. O período ideal para colocar a mão na massa
É fundamental que o plantio seja realizado no início da temporada de chuvas para facilitar o seu crescimento.
Fonte: CicloVivo
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