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Notícias
25
fev
2015
(BIOENERGIA)
Missão espacial vai estudar biomassa tropical
Os Estados-Membros da ESA aprovaram o lançamento, para 2020, da sétima missão do programa de satélites de observação da Terra, que visa estudar a biomassa das florestas tropicais, anunciou esta semana a Agência Espacial Europeia.
A "luz verde" para a sétima missão do Earth Explorer foi dada na quarta-feira, refere uma nota da ESA, organização da qual Portugal é membro.
A missão pretende determinar, com maior precisão, a quantidade de biomassa e carbono armazenadas nas florestas tropicais.
Justificando a importância da missão, a ESA refere que a biomassa tropical "é a chave para compreender o clima da Terra".
A Agência Espacial Europeia espera que os dados obtidos possam, ainda, ser usados para monitorizar a ionosfera, os glaciares e os lençóis de gelo e para mapear a subsuperfície geológica dos desertos e a superfície topográfica abaixo da densa vegetação.
O programa de satélites Earth Explorer destina-se a melhorar o conhecimento do "planeta azul".
De um total de oito missões previstas, já foram lançadas quatro, que permitem estudar, com mais rigor, a salinidade dos oceanos, a gravidade, o campo magnético, a humidade do solo e a criosfera (água das grandes massas de gelo, como os glaciares e as calotes polares).
Futuras missões, calendarizadas até 2016, irão fornecer novas informações sobre o vento e de como as nuvens e os aerossóis interferem na quantidade da radiação solar.
A "luz verde" para a sétima missão do Earth Explorer foi dada na quarta-feira, refere uma nota da ESA, organização da qual Portugal é membro.
A missão pretende determinar, com maior precisão, a quantidade de biomassa e carbono armazenadas nas florestas tropicais.
Justificando a importância da missão, a ESA refere que a biomassa tropical "é a chave para compreender o clima da Terra".
A Agência Espacial Europeia espera que os dados obtidos possam, ainda, ser usados para monitorizar a ionosfera, os glaciares e os lençóis de gelo e para mapear a subsuperfície geológica dos desertos e a superfície topográfica abaixo da densa vegetação.
O programa de satélites Earth Explorer destina-se a melhorar o conhecimento do "planeta azul".
De um total de oito missões previstas, já foram lançadas quatro, que permitem estudar, com mais rigor, a salinidade dos oceanos, a gravidade, o campo magnético, a humidade do solo e a criosfera (água das grandes massas de gelo, como os glaciares e as calotes polares).
Futuras missões, calendarizadas até 2016, irão fornecer novas informações sobre o vento e de como as nuvens e os aerossóis interferem na quantidade da radiação solar.
Fonte: DNotícias.pt
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