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Notícias
25
fev
2015
(TECNOLOGIA)
Tecnologias florestais fomentam treinamento de 850 colaboradores da Eldorado
Na qualidade de ser uma das fábricas de celulose mais novas do mundo, e, portanto, mais tecnológicas, a Eldorado afirma que treinamento contínuo é a base para manter suas operações que vêm superando as expectativas, elevando sua produção de 1,5 milhões de toneladas por ano, para 1,7 milhões de toneladas por ano.
Essa tecnologia e treinamentos não se restringem ao complexo fabril. O setor florestal é tão dinâmico que recentemente foi trocado todo o sistema de transporte de mudas no viveiro. “Todos os funcionários que participam deste processo foram capacitados. O resultado da ação é muito positivo e melhorou a eficiência do sistema em praticamente 100%”, explica Antônio José de Souza, gerente de suprimento de madeira.
Para garantir esse sistema dinâmico, somente a área florestal treinou cerca de 850 operadores, direcionados para tratores, máquinas pesadas e equipamentos de colheita de alta tecnologia e precisão em quase dois anos.
Esse processo ocorre de acordo com a demanda da empresa e conforme a qualificação de cada um. Considerando realizar o treinamento para quem não possui nenhuma qualificação, esta ação se deu em um Centro de Treinamento, fixo ou móvel, sempre dentro ou próximo ao ambiente de trabalho com as etapas: teóricas, intercaladas com treinamento em simulador especifico para cada máquina (simula em uma tela a operação em campo) e movimentação da máquina em pátio e, em seguida, na operação.
Todo este treinamento inicial, com aproximadamente 220 horas, as aulas são ministradas e acompanhadas por instrutores internos e externos qualificados e certificados para o treinamento. “Após este período, o funcionário segue para a operação em campo, sempre ao lado de um operador experiente e monitorado por um instrutor de operação. De acordo com o desempenho e domínio da operação pelo colaborador trainee, ele passa a operar sozinho e, por até 6 meses, ele é monitorado e orientado pelo instrutor de operação”, explica Souza.
Conforme o gerente de operações florestais, para maior precisão, são usados simuladores para treinamento especifico de operadores de colheita, que, no caso, utilizam Harvester. Esse procedimento é realizado antes dos exercícios práticos nas plantações, utilizando as máquinas com tecnologia de precisão para colher, descascar, cortar e empilhar as toras.“Constantemente treinamos novos operadores e reciclamos operadores em fase de desenvolvimento. Todo operador assume a função somente após ter passado por todas as etapas de treinamento”.
Essa tecnologia e treinamentos não se restringem ao complexo fabril. O setor florestal é tão dinâmico que recentemente foi trocado todo o sistema de transporte de mudas no viveiro. “Todos os funcionários que participam deste processo foram capacitados. O resultado da ação é muito positivo e melhorou a eficiência do sistema em praticamente 100%”, explica Antônio José de Souza, gerente de suprimento de madeira.
Para garantir esse sistema dinâmico, somente a área florestal treinou cerca de 850 operadores, direcionados para tratores, máquinas pesadas e equipamentos de colheita de alta tecnologia e precisão em quase dois anos.
Esse processo ocorre de acordo com a demanda da empresa e conforme a qualificação de cada um. Considerando realizar o treinamento para quem não possui nenhuma qualificação, esta ação se deu em um Centro de Treinamento, fixo ou móvel, sempre dentro ou próximo ao ambiente de trabalho com as etapas: teóricas, intercaladas com treinamento em simulador especifico para cada máquina (simula em uma tela a operação em campo) e movimentação da máquina em pátio e, em seguida, na operação.
Todo este treinamento inicial, com aproximadamente 220 horas, as aulas são ministradas e acompanhadas por instrutores internos e externos qualificados e certificados para o treinamento. “Após este período, o funcionário segue para a operação em campo, sempre ao lado de um operador experiente e monitorado por um instrutor de operação. De acordo com o desempenho e domínio da operação pelo colaborador trainee, ele passa a operar sozinho e, por até 6 meses, ele é monitorado e orientado pelo instrutor de operação”, explica Souza.
Conforme o gerente de operações florestais, para maior precisão, são usados simuladores para treinamento especifico de operadores de colheita, que, no caso, utilizam Harvester. Esse procedimento é realizado antes dos exercícios práticos nas plantações, utilizando as máquinas com tecnologia de precisão para colher, descascar, cortar e empilhar as toras.“Constantemente treinamos novos operadores e reciclamos operadores em fase de desenvolvimento. Todo operador assume a função somente após ter passado por todas as etapas de treinamento”.
Fonte: Painel Florestal - Sarah Minini
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