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Notícias
25
fev
2015
(SILVICULTURA)
Empresa portuguesa cria biocarvão para reestruturação de solos
A sua composição é extraída a partir de madeiras de infestantes da floresta portuguesa, acácia austrália e mimosa e podas que resultam da limpeza da floresta para o controle de incêndios.
A empresa Ibero Massa Florestal está a lançar para o mercado português o primeiro biocarvão, um produto que resulta de um “processo industrial complexo” mas que é “muito seguro do ponto de vista tecnológico”. O produto começou a ser desenvolvido há cerca de um ano e trata-se de uma fonte energética 100% limpa e 100% portuguesa.
João Tiago Santos, engenheiro de ambiente e diretor de produção da Ibero Massa Florestal, explica que vão “desafiar uma envelhecida indústria nacional de carvoeiros”, e adianta, que, “É uma fábrica de biocarvão onde se pode andar a trabalhar de camisa branca”.
As marcas Ecochar e Biopower estão a trabalhar o produto, que pode ser utilizado para a reestruturação de solos agrícolas e florestais em vinhas, olivais, pomares, florestas e hortas.
O processo, que pretende demonstrar as vantagens de adicionar biomassa carbonizada nos solos, envolve o aquecimento da matéria orgânica na ausência de oxigénio, e o produto resultante, rico em carbono, é chamado biocarvão.
A Ibero Massa Florestal explica que o biocarvão Ecochar reduz a necessidade de água para regas e o uso de fertilizantes em 40%, gerando um aumento do número de raízes de plantas e produção. Outra das potencialidades deste produto é o facto de devolver aos solos, o carbono retido pelo processo de produção, reduzindo as emissões de CO2. O Ecochar pode, ainda, ser usado como alternativa ao carvão tradicional dos churrascos e estará disponível em grandes superfícies.
A tecnologia desenvolvida pela empresa de Oliveira de Azeméis ainda se encontra em processo de patenteação. É neste sentido que Nuno Costa, diretor comercial da Ibero Massa Florestal, explica que “Não existe nada igual em toda a Península Ibérica, e talvez apenas cinco empresas, em todo o mundo, estão a trabalhar nesta área”.
A Ibero Massa Florestal, em conjunto com as universidades de Aveiro e de Trás-os-Montes e Alto Douro, está a desenvolver outras aplicações do biocarvão.
A empresa Ibero Massa Florestal está a lançar para o mercado português o primeiro biocarvão, um produto que resulta de um “processo industrial complexo” mas que é “muito seguro do ponto de vista tecnológico”. O produto começou a ser desenvolvido há cerca de um ano e trata-se de uma fonte energética 100% limpa e 100% portuguesa.
João Tiago Santos, engenheiro de ambiente e diretor de produção da Ibero Massa Florestal, explica que vão “desafiar uma envelhecida indústria nacional de carvoeiros”, e adianta, que, “É uma fábrica de biocarvão onde se pode andar a trabalhar de camisa branca”.
As marcas Ecochar e Biopower estão a trabalhar o produto, que pode ser utilizado para a reestruturação de solos agrícolas e florestais em vinhas, olivais, pomares, florestas e hortas.
O processo, que pretende demonstrar as vantagens de adicionar biomassa carbonizada nos solos, envolve o aquecimento da matéria orgânica na ausência de oxigénio, e o produto resultante, rico em carbono, é chamado biocarvão.
A Ibero Massa Florestal explica que o biocarvão Ecochar reduz a necessidade de água para regas e o uso de fertilizantes em 40%, gerando um aumento do número de raízes de plantas e produção. Outra das potencialidades deste produto é o facto de devolver aos solos, o carbono retido pelo processo de produção, reduzindo as emissões de CO2. O Ecochar pode, ainda, ser usado como alternativa ao carvão tradicional dos churrascos e estará disponível em grandes superfícies.
A tecnologia desenvolvida pela empresa de Oliveira de Azeméis ainda se encontra em processo de patenteação. É neste sentido que Nuno Costa, diretor comercial da Ibero Massa Florestal, explica que “Não existe nada igual em toda a Península Ibérica, e talvez apenas cinco empresas, em todo o mundo, estão a trabalhar nesta área”.
A Ibero Massa Florestal, em conjunto com as universidades de Aveiro e de Trás-os-Montes e Alto Douro, está a desenvolver outras aplicações do biocarvão.
Fonte: Gazeta do Rossio
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