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Notícias
19
fev
2015
(GERAL)
Plantação de eucalipto com 254 mil hectares tem monitoramento automatizado
A Cenibra, no mercado há 41 anos, realiza o manejo de uma área de 254 mil hectares, sendo 51% de plantio de eucalipto, 41% de área de preservação permanente e floresta nativa e o restante em áreas destinadas para infraestrutura e outros.
Para proteger a área de incêndios florestais, a empresa mantém torristas que trabalham em regime de turno 24×7 em 26 torres instaladas em locais estratégicos, distribuídos em 54 municípios. Esses profissionais ficam posicionados com binóculos, prontos para comunicar qualquer ocorrência via rádio. Buscando diminuir a dependência do ser humano, a companhia decidiu investir em um sistema de vídeo monitoramento nas torres de observação para vigilância e assim nasceu o projeto Vigilância Florestal Remota.
Para definir os modelos da iniciativa, em princípio foi criado um grupo de estudos formado pelas áreas de negócio (florestal), de recursos humanos e de TI. Munidos de relatórios, o grupo apresentou ao Comitê de Aprovação de Investimentos da Cenibra a tecnologia PDCA. “O PDCA nos ajudou a eliminar o desperdício e a mudar a maneira de trabalhar do processo. Esse projeto foi construído como parte do plano de ação de nossas metas de redução de custos que foram desdobradas do nosso planejamento estratégico”, explica o gerente de TI da Cenibra, Ronaldo Ribeiro.
Segundo Ribeiro, foram avaliadas parcerias com diversos fornecedores para encontrar a melhor alternativa técnica e, por fim, instalados links de banda larga via rádio, sistemas de câmeras IP PTZ, rádios Wi-Fi, energia alternativa fotovoltaica e sistemas de monitoramento. Embora tenha tido início em janeiro de 2013, o projeto piloto foi implantado em 2014 em quatro torres com investimentos da ordem de R$ 435 mil.
Entre as vantagens contabilizadas pelo projeto estão: eficiência operacional entre o sistema novo e o processo convencional, qualidade do sistema de enlace de rádio, das imagens geradas e possibilidade de zoom atingindo pontos de observação que vão além da capacidade humana.
Manter as gravações dos registros por longo tempo e a maior precisão na localização dos focos de incêndio também têm sido um diferencial. Como próximos passos, Ribeiro pretende expandir para todas as torres o sistema de monitoramento on-line. “O sistema entrou em produção em setembro de 2014, os resultados apresentados evidenciam que a solução é um caminho sem volta e se expandirá para as demais torres existentes”, pontua Ribeiro.
Para proteger a área de incêndios florestais, a empresa mantém torristas que trabalham em regime de turno 24×7 em 26 torres instaladas em locais estratégicos, distribuídos em 54 municípios. Esses profissionais ficam posicionados com binóculos, prontos para comunicar qualquer ocorrência via rádio. Buscando diminuir a dependência do ser humano, a companhia decidiu investir em um sistema de vídeo monitoramento nas torres de observação para vigilância e assim nasceu o projeto Vigilância Florestal Remota.
Para definir os modelos da iniciativa, em princípio foi criado um grupo de estudos formado pelas áreas de negócio (florestal), de recursos humanos e de TI. Munidos de relatórios, o grupo apresentou ao Comitê de Aprovação de Investimentos da Cenibra a tecnologia PDCA. “O PDCA nos ajudou a eliminar o desperdício e a mudar a maneira de trabalhar do processo. Esse projeto foi construído como parte do plano de ação de nossas metas de redução de custos que foram desdobradas do nosso planejamento estratégico”, explica o gerente de TI da Cenibra, Ronaldo Ribeiro.
Segundo Ribeiro, foram avaliadas parcerias com diversos fornecedores para encontrar a melhor alternativa técnica e, por fim, instalados links de banda larga via rádio, sistemas de câmeras IP PTZ, rádios Wi-Fi, energia alternativa fotovoltaica e sistemas de monitoramento. Embora tenha tido início em janeiro de 2013, o projeto piloto foi implantado em 2014 em quatro torres com investimentos da ordem de R$ 435 mil.
Entre as vantagens contabilizadas pelo projeto estão: eficiência operacional entre o sistema novo e o processo convencional, qualidade do sistema de enlace de rádio, das imagens geradas e possibilidade de zoom atingindo pontos de observação que vão além da capacidade humana.
Manter as gravações dos registros por longo tempo e a maior precisão na localização dos focos de incêndio também têm sido um diferencial. Como próximos passos, Ribeiro pretende expandir para todas as torres o sistema de monitoramento on-line. “O sistema entrou em produção em setembro de 2014, os resultados apresentados evidenciam que a solução é um caminho sem volta e se expandirá para as demais torres existentes”, pontua Ribeiro.
Fonte: Celulose Online
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