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Notícias
12
fev
2015
(GERAL)
Projeto Biomas reinicia plantios de espécies florestais na Amazônia
O Projeto Biomas inicia a segunda fase do plantio dos experimentos no sudeste do Pará. Entre janeiro e fevereiro serão plantadas 11.500 mudas de espécies florestais, como paricá, mogno, freijó, andiroba, tatajuba, ipê, castanheira e outras.
Além disso, a equipe técnica está plantando soja nos experimentos de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, mandioca nas áreas de teste de adubação verde, e abacaxi no subprojeto de sistemas agroflorestais (SAFs). E os primeiros resultados já surgiram, com a colheita de aproximadamente 20 toneladas de mandioca de dois SAFs, cultivados em 2014.
Executado pela Embrapa e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com a parceria de instituições de pesquisa, ensino e extensão nos seis biomas brasileiros, o projeto tem o objetivo de plantar árvores para recuperar, proteger e promover o uso sustentável de propriedades rurais, além de validar e aprimorar o Código Florestal Brasileiro.
Em 2014, o Projeto Biomas plantou pouco mais de 15 mil mudas de espécies florestais nas áreas dos subprojetos de pesquisa na região.
De acordo com Alexandre Mehl Lunz, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental e coordenador regional desta iniciativa, o projeto atua nas áreas de preservação permanente (APPs) – que são áreas totalmente protegidas, como as nascentes, o leito dos rios, matas de encostas, topos dos morros, entre outras áreas mais vulneráveis; nas áreas de reserva legal (ARLs) – que são as áreas que o produtor não pode desmatar, mas pode manejar e utilizar de forma sustentável; e nas áreas de sistemas de produção (ASPs), aquelas destinadas aos plantios e pastos.
“O plantio de árvores recupera e protege APPs, torna as áreas de reserva legal mais produtivas com o manejo de espécies frutíferas e madeireiras, por exemplo, e compõe os sistemas de produção”, explica o pesquisador.
Para garantir a produção de mudas que serão plantadas até 2017 é necessário um rigoroso cronograma de produção no Laboratório de Sementes Florestais da Embrapa Amazônia Oriental.
Pesquisa
Na Amazônia, o Projeto Biomas foi implantado em duas áreas: uma área experimental de 36 hectares, na Fazenda Cristalina, em São Domingos do Araguaia, região metropolitana de Marabá; e uma área de referência na Fundação Zoobotânica de Marabá, sudeste paraense. São 22 subprojetos, envolvendo cerca de 80 pesquisadores de 11 instituições brasileiras de pesquisa e ensino.
O projeto busca validar tecnicamente os parâmetros estabelecidos na legislação brasileira sob o ponto de vista da produção e da preservação. Na Amazônia, o Código Florestal prevê reserva legal de 80% da área de floresta.
Para as áreas de produção agropecuária ficam 20%. O pesquisador ressalta que é possível manejar as áreas de reserva legal e gerar renda para o produtor, especialmente quanto à implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs), por exemplo. Esses sistemas integram espécies florestais a fruteiras e culturas alimentares.
Além disso, a equipe técnica está plantando soja nos experimentos de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, mandioca nas áreas de teste de adubação verde, e abacaxi no subprojeto de sistemas agroflorestais (SAFs). E os primeiros resultados já surgiram, com a colheita de aproximadamente 20 toneladas de mandioca de dois SAFs, cultivados em 2014.
Executado pela Embrapa e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com a parceria de instituições de pesquisa, ensino e extensão nos seis biomas brasileiros, o projeto tem o objetivo de plantar árvores para recuperar, proteger e promover o uso sustentável de propriedades rurais, além de validar e aprimorar o Código Florestal Brasileiro.
Em 2014, o Projeto Biomas plantou pouco mais de 15 mil mudas de espécies florestais nas áreas dos subprojetos de pesquisa na região.
De acordo com Alexandre Mehl Lunz, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental e coordenador regional desta iniciativa, o projeto atua nas áreas de preservação permanente (APPs) – que são áreas totalmente protegidas, como as nascentes, o leito dos rios, matas de encostas, topos dos morros, entre outras áreas mais vulneráveis; nas áreas de reserva legal (ARLs) – que são as áreas que o produtor não pode desmatar, mas pode manejar e utilizar de forma sustentável; e nas áreas de sistemas de produção (ASPs), aquelas destinadas aos plantios e pastos.
“O plantio de árvores recupera e protege APPs, torna as áreas de reserva legal mais produtivas com o manejo de espécies frutíferas e madeireiras, por exemplo, e compõe os sistemas de produção”, explica o pesquisador.
Para garantir a produção de mudas que serão plantadas até 2017 é necessário um rigoroso cronograma de produção no Laboratório de Sementes Florestais da Embrapa Amazônia Oriental.
Pesquisa
Na Amazônia, o Projeto Biomas foi implantado em duas áreas: uma área experimental de 36 hectares, na Fazenda Cristalina, em São Domingos do Araguaia, região metropolitana de Marabá; e uma área de referência na Fundação Zoobotânica de Marabá, sudeste paraense. São 22 subprojetos, envolvendo cerca de 80 pesquisadores de 11 instituições brasileiras de pesquisa e ensino.
O projeto busca validar tecnicamente os parâmetros estabelecidos na legislação brasileira sob o ponto de vista da produção e da preservação. Na Amazônia, o Código Florestal prevê reserva legal de 80% da área de floresta.
Para as áreas de produção agropecuária ficam 20%. O pesquisador ressalta que é possível manejar as áreas de reserva legal e gerar renda para o produtor, especialmente quanto à implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs), por exemplo. Esses sistemas integram espécies florestais a fruteiras e culturas alimentares.
Fonte: Portal Brasil - Publicado no Portal EcoDebate
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