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Notícias
09
fev
2015
(CIÊNCIA)
Inteligência Geográfica auxilia no monitoramento e prevenção de queda de árvores
Segundo dados do Centro de Controle Operacional Integrado (CCOI), da prefeitura de São Paulo, no último balanço oficial divulgado em 13 de janeiro, o número de árvores caídas na capital paulista apenas no primeiro mês do ano chegou a 70. Mas incidentes como esses, que acontecem todos os anos, poderiam ser evitados por meio de um acompanhamento efetivo das árvores do município, capaz de monitorar as condições de uma determinada área e identificar espécies em situação de risco de desabamento, com base em dados atualizados e confiáveis.
Uma das alternativas para a prevenção e mitigação dos riscos à população e para monitoramento das árvores – como qualidade da raiz, situação do tronco, idade, controle de pragas, etc - são os Sistemas de Informações Geográficas (GIS, na sigla em inglês).
Segundo Abimael Cereda Junior, líder do setor de Educação na Imagem, empresa especializada em Inteligência Geográfica, “o uso de Sistemas de Informações Geográficas permite gerenciar o ciclo de vida das árvores e evitar problemas por falta ou poda incorreta, agregando valor tanto às prefeituras quanto aos cidadãos, trazendo maior assertividade nos processos e rapidez nas tomadas de decisões”.
Ainda de acordo com o geógrafo, muitos motivos podem ocasionar a queda de árvores, mas a escolha da espécie para locais inadequados, bem como as condições do ambiente com tubulações enterradas sob a calçada e sarjetas, além do intenso trânsito de veículos e pedestres, impossibilita o plantio de árvores de grande porte e de fraca resistência, ocasionando transtornos com a interdição de áreas e prejuízos, como por exemplo, à mobilidade e ao patrimônio privado e público.
Imagem de satélite explica a situação de cada árvore
No Brasil, em Vitória (ES), o município já adota a Inteligência Geográfica para controlar a arborização do município e identificar a quantidade de árvores que estão em calçadas, canteiros e rotatórias, por exemplo, além de permitir que os gestores municipais possam consultar dados como a espécie, idade, estado, medidas de altura e diâmetro do tronco, por meio de mapas e painéis de controle (dashboards) gerando análises espaciais e possibilitando a intervenção da gestão do município. Atualmente, 28 mil árvores já foram mapeadas, com a utilização da Plataforma ArcGIS.
Em algumas cidades do Texas, nos Estados Unidos, os funcionários das prefeituras utilizam um aplicativo móvel desenvolvido sob a plataforma ArcGIS Online, da empresa norte-americana Esri e distribuidora da tecnologia no Brasil pela Imagem, com o objetivo de inspecionar as árvores, buscar informações de localização e transferir os dados coletados para um banco de dados de geográfico de inventário de árvores. Dessa forma, a monitoria de áreas e suas devidas intervenções colaboram contra possíveis danos à cidade. Além disso, a própria população pode participar identificando a situação das árvores próximas ao local em que residem.
Para Abimael, “ter conhecimento sobre o espaço geográfico é fundamental para evitar que casos de quedas de árvores aconteçam no Brasil, ou em qualquer parte do mundo. Dessa forma o GIS pode atuar como uma ferramenta importante permitindo a organização das informações, o entendimento dos acontecimentos, e o planejamento de estratégias, de modo a facilitar o trabalho dos gestores por meio de informações atualizadas, e em tempo real”, explica.
Uma das alternativas para a prevenção e mitigação dos riscos à população e para monitoramento das árvores – como qualidade da raiz, situação do tronco, idade, controle de pragas, etc - são os Sistemas de Informações Geográficas (GIS, na sigla em inglês).
Segundo Abimael Cereda Junior, líder do setor de Educação na Imagem, empresa especializada em Inteligência Geográfica, “o uso de Sistemas de Informações Geográficas permite gerenciar o ciclo de vida das árvores e evitar problemas por falta ou poda incorreta, agregando valor tanto às prefeituras quanto aos cidadãos, trazendo maior assertividade nos processos e rapidez nas tomadas de decisões”.
Ainda de acordo com o geógrafo, muitos motivos podem ocasionar a queda de árvores, mas a escolha da espécie para locais inadequados, bem como as condições do ambiente com tubulações enterradas sob a calçada e sarjetas, além do intenso trânsito de veículos e pedestres, impossibilita o plantio de árvores de grande porte e de fraca resistência, ocasionando transtornos com a interdição de áreas e prejuízos, como por exemplo, à mobilidade e ao patrimônio privado e público.
Imagem de satélite explica a situação de cada árvore
No Brasil, em Vitória (ES), o município já adota a Inteligência Geográfica para controlar a arborização do município e identificar a quantidade de árvores que estão em calçadas, canteiros e rotatórias, por exemplo, além de permitir que os gestores municipais possam consultar dados como a espécie, idade, estado, medidas de altura e diâmetro do tronco, por meio de mapas e painéis de controle (dashboards) gerando análises espaciais e possibilitando a intervenção da gestão do município. Atualmente, 28 mil árvores já foram mapeadas, com a utilização da Plataforma ArcGIS.
Em algumas cidades do Texas, nos Estados Unidos, os funcionários das prefeituras utilizam um aplicativo móvel desenvolvido sob a plataforma ArcGIS Online, da empresa norte-americana Esri e distribuidora da tecnologia no Brasil pela Imagem, com o objetivo de inspecionar as árvores, buscar informações de localização e transferir os dados coletados para um banco de dados de geográfico de inventário de árvores. Dessa forma, a monitoria de áreas e suas devidas intervenções colaboram contra possíveis danos à cidade. Além disso, a própria população pode participar identificando a situação das árvores próximas ao local em que residem.
Para Abimael, “ter conhecimento sobre o espaço geográfico é fundamental para evitar que casos de quedas de árvores aconteçam no Brasil, ou em qualquer parte do mundo. Dessa forma o GIS pode atuar como uma ferramenta importante permitindo a organização das informações, o entendimento dos acontecimentos, e o planejamento de estratégias, de modo a facilitar o trabalho dos gestores por meio de informações atualizadas, e em tempo real”, explica.
Fonte: Assessoria
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