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Notícias
02
fev
2015
(GERAL)
Integração entre floresta, lavoura e pecuária crescerá em 10 anos
Cada vez mais adotadas pelo homem do campo, as tecnologias que provocam o melhoramento genético devem impulsionar a silvicultura em Mato Grosso do Sul e a área plantada por produtores que adotam o sistema agrosilvopastoril deve crescer 566%, em dez anos, na estimativa de pesquisadores do Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural). Caso a previsão se concretize, o Estado terá a maior área de florestas do país.
O sistema agrosilvopastoril consiste na integração entre agricultura, lavoura e pecuária em uma única propriedade. A expectativa é de que a área dedicada a esse segmento passe de 15 mil para 100 mil hectares até 2025, segundo o engenheiro florestal do Senar, Celso Medeiros, que na sexta-feira (23) palestrou pelo programa Mais Floresta, no Showtec, em Maracaju, a 160 quilômetros de Campo Grande.
Conforme o especialista, a silvicultura foi implantada há dez anos no Estado e garante lucro de R$ 2,2 mil por hectare ao ano. Pioneiro no cultivo de florestas, o município de Ribas do Rio Pardo hoje possui 8 mil hectares da cultura. Em seguida, aparece Ivinhema com 3,5 mil hectares, cuja produção atinge em média 33 metros cúbicos por hectares ao ano.
O desafio agora, na opinião do engenheiro, é cultivar florestas produtivas e de qualidade. “Normalmente, as pessoas pensam que quem produz floresta não precisa trabalhar o solo, aí está a falha. Assim como em outras culturas, é preciso aplicar fertilizantes e fazer o manejo com agricultura de precisão. O custo maior no início garante alta produtividade e maior lucro no final do ciclo”, explica Celso, que apresentou casos de sucesso em ILPF (Integração Lavoura, Pecuária e Floresta) no Estado.
Passo a passo
Pode chegar a 18 anos, o tempo de duração do ciclo do cultivo de florestas. Em compensação, a árvore gera receita em dois outros estágios antes do corte final. O primeiro corte dos galhos pode ser feito aos cinco anos, o segundo em oito anos, nestes dois a madeira pode ser comercializada tanto para celulose como para cartão.
De acordo com o especialista, a partir dos 15 anos a madeira já é considerada nobre, utilizada principalmente para a serraria. “A escolha do corte final vai depender do produtor. É sabido que, quanto mais tempo de vida, maior o valor agregado”, detalha Celso.
O sistema agrosilvopastoril consiste na integração entre agricultura, lavoura e pecuária em uma única propriedade. A expectativa é de que a área dedicada a esse segmento passe de 15 mil para 100 mil hectares até 2025, segundo o engenheiro florestal do Senar, Celso Medeiros, que na sexta-feira (23) palestrou pelo programa Mais Floresta, no Showtec, em Maracaju, a 160 quilômetros de Campo Grande.
Conforme o especialista, a silvicultura foi implantada há dez anos no Estado e garante lucro de R$ 2,2 mil por hectare ao ano. Pioneiro no cultivo de florestas, o município de Ribas do Rio Pardo hoje possui 8 mil hectares da cultura. Em seguida, aparece Ivinhema com 3,5 mil hectares, cuja produção atinge em média 33 metros cúbicos por hectares ao ano.
O desafio agora, na opinião do engenheiro, é cultivar florestas produtivas e de qualidade. “Normalmente, as pessoas pensam que quem produz floresta não precisa trabalhar o solo, aí está a falha. Assim como em outras culturas, é preciso aplicar fertilizantes e fazer o manejo com agricultura de precisão. O custo maior no início garante alta produtividade e maior lucro no final do ciclo”, explica Celso, que apresentou casos de sucesso em ILPF (Integração Lavoura, Pecuária e Floresta) no Estado.
Passo a passo
Pode chegar a 18 anos, o tempo de duração do ciclo do cultivo de florestas. Em compensação, a árvore gera receita em dois outros estágios antes do corte final. O primeiro corte dos galhos pode ser feito aos cinco anos, o segundo em oito anos, nestes dois a madeira pode ser comercializada tanto para celulose como para cartão.
De acordo com o especialista, a partir dos 15 anos a madeira já é considerada nobre, utilizada principalmente para a serraria. “A escolha do corte final vai depender do produtor. É sabido que, quanto mais tempo de vida, maior o valor agregado”, detalha Celso.
Fonte: Campo Grande News
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