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Notícias
02
fev
2015
(PAPEL E CELULOSE)
Indústria de celulose investirá R$ 23,7 milhões em compensação ambiental
A indústria de celulose CRPE (Celulose Rio Pardense e Energia) Holding, que iniciará construção de unidade em Ribas do Rio Pardo, a 103 quilômetros de Campo Grande, neste semestre, aplicará R$ 23,72 milhões em área de conservação ambiental, como compensação pelos danos causados pela fabricação de celulose, pasta mecânica, papel, papelão e ramal ferroviário.
O termo de compromisso da empresa com o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) foi publicado nesta sexta-feira (30) no DOE (Diário Oficial do Estado). Conforme o acordo, que não informa a área a ser beneficiada, o valor a ser utilizado na compensação é de 0,593% do total de investimentos necessários para implantação do empreendimento, que é de R$ 4 bilhões.
Segundo o Imasul, o termo vale para um ano, prazo que pode estender-se pelo período equivalente a data de validade da licença emitida ou enquanto perdurarem as pendências financeiras.
Com a construção da unidade, o município que tem a economia baseada na pecuária, terá a terceira indústria de papel e celulose de Mato Grosso do Sul. O empreendimento, com investimento de R$ 8 bilhões, foi anunciado em 8 de outubro de 2013 e a obra começará com atraso de mais de um ano. A previsão é concluir tudo em 36 meses.
Com capital social de R$ 65 milhões, a CRPE Holding foi criada em 24 de maio de 2013, conduzido pelo BTG Pactual. Conforme o estudo de impacto ambiental, a principal atividade da nova unidade industrial, na BR-262, é a produção celulose branqueada, com volume de 2.200.000 toneladas por ano.
A unidade utilizará como matéria-prima básica toras de eucalipto (8 milhões de metros cúbicos por ano) fornecida pela empresa Eucalipto Brasil da Holding CRPE, além de diversos insumos químicos. O investimento industrial será de R$ 4 bilhões. Quando entrar em atividade, a unidade deve gerar 1.300 empregos.
O grupo J&F Participações, que comanda a Eldorado Celulose, foi ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para impedir a abertura da empresa em Ribas do Rio Pardo. No entanto, em abril do ano passado foi negada medida cautelar.
O termo de compromisso da empresa com o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) foi publicado nesta sexta-feira (30) no DOE (Diário Oficial do Estado). Conforme o acordo, que não informa a área a ser beneficiada, o valor a ser utilizado na compensação é de 0,593% do total de investimentos necessários para implantação do empreendimento, que é de R$ 4 bilhões.
Segundo o Imasul, o termo vale para um ano, prazo que pode estender-se pelo período equivalente a data de validade da licença emitida ou enquanto perdurarem as pendências financeiras.
Com a construção da unidade, o município que tem a economia baseada na pecuária, terá a terceira indústria de papel e celulose de Mato Grosso do Sul. O empreendimento, com investimento de R$ 8 bilhões, foi anunciado em 8 de outubro de 2013 e a obra começará com atraso de mais de um ano. A previsão é concluir tudo em 36 meses.
Com capital social de R$ 65 milhões, a CRPE Holding foi criada em 24 de maio de 2013, conduzido pelo BTG Pactual. Conforme o estudo de impacto ambiental, a principal atividade da nova unidade industrial, na BR-262, é a produção celulose branqueada, com volume de 2.200.000 toneladas por ano.
A unidade utilizará como matéria-prima básica toras de eucalipto (8 milhões de metros cúbicos por ano) fornecida pela empresa Eucalipto Brasil da Holding CRPE, além de diversos insumos químicos. O investimento industrial será de R$ 4 bilhões. Quando entrar em atividade, a unidade deve gerar 1.300 empregos.
O grupo J&F Participações, que comanda a Eldorado Celulose, foi ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para impedir a abertura da empresa em Ribas do Rio Pardo. No entanto, em abril do ano passado foi negada medida cautelar.
Fonte: Campo Grande News
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