Voltar
Notícias
29
jan
2015
(MADEIRA E PRODUTOS)
Estudo pedido pelo Cipem gera valor menor na Pauta da Madeira
A Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz) publicou – esta semana – uma Portaria no Diário Oficial do Estado com os novos valores da Pauta da Madeira (PM), que é o preço mínimo estabelecido pela Sefaz para venda e que serve de base de cálculo para os impostos, nas operações relativas à madeira serrada, beneficiada e industrializada e que será reduzida à pauta fiscal dos percentuais indicados na lei.
Vale salientar que o valor a ser utilizado está em consonância com a realidade do segmento florestal baseado em estudo do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), encomendado pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), que solicitou saber a verdadeira realidade do setor para que a pauta fosse baseada. O valor a que o estudo chegou ficou estipulado em 3,4% a ser aplicado linearmente.
De acordo com o presidente do Cipem, Geraldo Bento, com o estudo foi possível demonstrar a situação dos valores dos produtos madeireiros, o qual setor tem imensa dificuldade em reajustar seus produtos em virtude do custo operacional, da legislação tributária, logística e morosidade nos processos ambientais. Todos esses são fatores que levaram muitos empresários a diminuírem a produção. Dessa forma impactaram o mercado e a economia estadual. “Desta vez, a Sefaz teve a sensibilidade de entender este quadro, que culmina com a tão sonhada redução na arrecadação e o reajuste ficou razoável para ambas as partes”, avaliou Bento.
Ele acrescenta que o mais importante é que, com o Programa de Desenvolvimento Florestal de Mato Grosso (PDFS), o setor pode voltar a crescer, pois tem hoje um governo pensando na política de desenvolvimento florestal. Sendo assim, será possível traçar metas futuras e a elevação da arrecadação, bem como o crescimento da economia madeireira e a verticalização da produção.
A importância da participação do setor em responder à pesquisa foi primordial para a contribuição a chegada deste percentual. “Pela primeira vez foi possível ver a realidade da produção madeireira e ver que o empresário do setor florestal, muitas vezes, perde seu comércio devido a diferenças de preços com outros Estados. Portanto, temos que ter o diferencial em nossos produtos e é isto que o Cipem e a nova Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) está tentando fazer”, concluiu o Gestor do Cipem.
Vale salientar que o valor a ser utilizado está em consonância com a realidade do segmento florestal baseado em estudo do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), encomendado pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), que solicitou saber a verdadeira realidade do setor para que a pauta fosse baseada. O valor a que o estudo chegou ficou estipulado em 3,4% a ser aplicado linearmente.
De acordo com o presidente do Cipem, Geraldo Bento, com o estudo foi possível demonstrar a situação dos valores dos produtos madeireiros, o qual setor tem imensa dificuldade em reajustar seus produtos em virtude do custo operacional, da legislação tributária, logística e morosidade nos processos ambientais. Todos esses são fatores que levaram muitos empresários a diminuírem a produção. Dessa forma impactaram o mercado e a economia estadual. “Desta vez, a Sefaz teve a sensibilidade de entender este quadro, que culmina com a tão sonhada redução na arrecadação e o reajuste ficou razoável para ambas as partes”, avaliou Bento.
Ele acrescenta que o mais importante é que, com o Programa de Desenvolvimento Florestal de Mato Grosso (PDFS), o setor pode voltar a crescer, pois tem hoje um governo pensando na política de desenvolvimento florestal. Sendo assim, será possível traçar metas futuras e a elevação da arrecadação, bem como o crescimento da economia madeireira e a verticalização da produção.
A importância da participação do setor em responder à pesquisa foi primordial para a contribuição a chegada deste percentual. “Pela primeira vez foi possível ver a realidade da produção madeireira e ver que o empresário do setor florestal, muitas vezes, perde seu comércio devido a diferenças de preços com outros Estados. Portanto, temos que ter o diferencial em nossos produtos e é isto que o Cipem e a nova Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) está tentando fazer”, concluiu o Gestor do Cipem.
Fonte: Assessoria
Notícias em destaque
Pesquisador da Universidade Estadual de Michigan explora novo uso para madeira danificada
Um pesquisador da Universidade Estadual de Michigan (MSU) recebeu uma verba de US$ 300.000 do Instituto Nacional de Alimentação e...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Árvores desenvolveram madeira mais densa com redução da poluição na pandemia
Análise de anéis de crescimento identificou sinais da redução das emissões veiculares e...
(CIÊNCIA)
Indústria de celulose retoma debate sobre eucalipto transgênico diante das mudanças climáticas
Setor busca flexibilizar regras internacionais de certificação para viabilizar o cultivo comercial de árvores geneticamente...
(TECNOLOGIA)
Produtos de madeira sofrem contração, enquanto o setor moveleiro cresce, segundo o último relatório do PMI
A atividade econômica no setor manufatureiro expandiu em outubro pelo décimo mês consecutivo, segundo executivos da cadeia de...
(INTERNACIONAL)
O que uma árvore consegue revelar quando é medida todos os dias
A árvore cresce em anos, mas responde ao ambiente em horas.
No inventário tradicional, o crescimento de um talhão aparece...
(CIÊNCIA)
Madeira fica flexível e pode ser dobrada e moldada
Engenheiros italianos desenvolveram um novo método para dar flexibilidade à madeira, e fazer isso de forma controlada, atendendo...
(MADEIRA E PRODUTOS)















