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Notícias
27
jan
2015
(GERAL)
Apre participa de reunião com a ministra Kátia Abreu
No dia 20 de janeiro, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, recebeu em Brasília algumas lideranças do setor florestal. Edson Balloni, presidente da Apre, representou a instituição. O encontro serviu para iniciar o diálogo com os principais setores da silvicultura para definir as prioridades de 2015. Segundo Balloni, a reunião foi importante, porque a nova ministra demonstrou que dará grande importância a esse segmento. Além do presidente da Apre, estiveram presentes a presidente da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores), Elizabeth de Carvalhaes; o presidente da Associação Sulmatogrossense de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas (Reflore), Moacir Reis; o presidente da Comissão da Silvicultura e Agrossilvicultura da CNA, Laércio Couto; Nelson Barboza Leite, representando a Sociedade Brasileira de Silvicultura (SBS); e Robson Trevisan, diretor do Painel Florestal.
O primeiro ponto importante lembrado por Balloni foi o fato de a ministra ter colocado ao seu lado direito o dr. Eliseu Alves, um dos idealizadores da Embrapa. “Isso mostrou que, além da gratidão e respeito com este pioneiro da instituição, a pesquisa na área do agronegócio será uma das prioridades desse governo”, avaliou o presidente da Apre.
Durante o encontro, Elizabeth de Carvalhaes apresentou a grandeza do setor de florestas plantadas e levantou a possibilidade da criação de uma nova secretaria para o setor dentro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Em seguida, a Apre e demais participantes do encontro mostraram a importância da floresta manejada para multiprodutos como forma de agregar valor aos pequenos produtores rurais. Sobre esse assunto, Balloni revelou que a ministra ficou interessada em visitar um “cluster florestal” de sucesso, onde pequenos e médios produtores abastecem indústrias de diferentes dimensões e grau tecnológico.
“Para isso, falei sobre a importância das florestas de pinus, que estão sendo substituídas por eucaliptos, já que projeta-se para um futuro próximo a escassez dessa madeira no mercado interno. Discutimos também a necessidade de se aumentar e desburocratizar a liberação de recursos financeiros para a atividade florestal, bem como apoio para que a floresta plantada tenha o mesmo tratamento dado às demais atividades do agronegócio”, revelou o presidente da Apre.
Por fim, Kátia Abreu falou que o Ministério está trabalhando para flexibilizar o parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) quanto à posse de terra por estrangeiros.
“A reunião nos mostrou que essa mudança da silvicultura para o MAPA, que foi tão desejada pelo setor florestal, foi concretizada. Agora, cabe a nós, entidades e empresas, juntarmos forças e darmos o apoio que a ministra precisa. Assim, poderemos, finalmente, ter a dimensão e a importância que a floresta plantada merece”, completou Balloni.
Assessoria de Imprensa ABIMCI
Interact Comunicação
Atendimento: Maureen Bertol
(41) 3779-2716 / (41) 9971-0574
redacao@interactcomunicacao.com.br
O primeiro ponto importante lembrado por Balloni foi o fato de a ministra ter colocado ao seu lado direito o dr. Eliseu Alves, um dos idealizadores da Embrapa. “Isso mostrou que, além da gratidão e respeito com este pioneiro da instituição, a pesquisa na área do agronegócio será uma das prioridades desse governo”, avaliou o presidente da Apre.
Durante o encontro, Elizabeth de Carvalhaes apresentou a grandeza do setor de florestas plantadas e levantou a possibilidade da criação de uma nova secretaria para o setor dentro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Em seguida, a Apre e demais participantes do encontro mostraram a importância da floresta manejada para multiprodutos como forma de agregar valor aos pequenos produtores rurais. Sobre esse assunto, Balloni revelou que a ministra ficou interessada em visitar um “cluster florestal” de sucesso, onde pequenos e médios produtores abastecem indústrias de diferentes dimensões e grau tecnológico.
“Para isso, falei sobre a importância das florestas de pinus, que estão sendo substituídas por eucaliptos, já que projeta-se para um futuro próximo a escassez dessa madeira no mercado interno. Discutimos também a necessidade de se aumentar e desburocratizar a liberação de recursos financeiros para a atividade florestal, bem como apoio para que a floresta plantada tenha o mesmo tratamento dado às demais atividades do agronegócio”, revelou o presidente da Apre.
Por fim, Kátia Abreu falou que o Ministério está trabalhando para flexibilizar o parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) quanto à posse de terra por estrangeiros.
“A reunião nos mostrou que essa mudança da silvicultura para o MAPA, que foi tão desejada pelo setor florestal, foi concretizada. Agora, cabe a nós, entidades e empresas, juntarmos forças e darmos o apoio que a ministra precisa. Assim, poderemos, finalmente, ter a dimensão e a importância que a floresta plantada merece”, completou Balloni.
Assessoria de Imprensa ABIMCI
Interact Comunicação
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Fonte: Assessoria de Imprensa ABIMCI
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