Voltar
Notícias
27
jan
2015
(GERAL)
Awá-Guajás fazem contato após ameaças de madeireiros, diz ONG
Três indígenas da tribo Awa-Guajá, que vive isolada no oeste do Maranhão, fizeram contato para pedir auxílio contra as ameças de madeireiros, segundo informações da ONG Survival International, que defende os pelos direitos dos povos indígenas, divulgadas no dia 21 de janeiro.
De acordo com a ONG, no dia 7 de janeiro, a indígena Mihaxa’a, da aldeia Tiracambu, revelou que “os isolados”, referindo-se aos awa-guajás, “estavam cercados por madeireiros” e decidiram fazer contato com outros povos, conforme relato de uma equipe de voluntários do Conselho Indigenista Missionário Regional Maranhão (Cimi-MA).
Os “awás” que fizeram contato foram Amakaria (mulher), Jakarewỹj (mulher) e Irahoa (homem), filho de Jakarewỹj. Amakaria teria contado que vários parentes teria sido contatados por uma equipe do governo brasileiro entre as décadas de 1980 e 1990, mas decidiram viver isolados na floresta.
Ameaças – Segundo informações da ONG, aproximadamente 100 Awás isolados correm risco de dizimação por causa da ameaça de fazendeiros, madeireiros e mineradores. Em janeiro de 2014, o governo brasileiro realizou operação para retirar posseiros ilegais dos territórios indígenas do Maranhão.
Agora, a ONG reclama a existência de um plano de proteção de longo prazo para o território. “Todas as tribos isoladas enfrentam a catástrofe, a não ser que suas terras sejam protegidas, e a história de Amakaria é prova de que os Awá isolados estão vivendo no fio da navalha. Em 2014, a campanha global pressionou o Brasil para expulsar os madeireiros da terra Awá, mas é vital que o trabalho não parar. Para que os Awá isolados tenham uma possibilidade de sobreviver, sua terra deve ser devidamente protegida”, disse o diretor da Survival Stephen Corry.
De acordo com a ONG, no dia 7 de janeiro, a indígena Mihaxa’a, da aldeia Tiracambu, revelou que “os isolados”, referindo-se aos awa-guajás, “estavam cercados por madeireiros” e decidiram fazer contato com outros povos, conforme relato de uma equipe de voluntários do Conselho Indigenista Missionário Regional Maranhão (Cimi-MA).
Os “awás” que fizeram contato foram Amakaria (mulher), Jakarewỹj (mulher) e Irahoa (homem), filho de Jakarewỹj. Amakaria teria contado que vários parentes teria sido contatados por uma equipe do governo brasileiro entre as décadas de 1980 e 1990, mas decidiram viver isolados na floresta.
Ameaças – Segundo informações da ONG, aproximadamente 100 Awás isolados correm risco de dizimação por causa da ameaça de fazendeiros, madeireiros e mineradores. Em janeiro de 2014, o governo brasileiro realizou operação para retirar posseiros ilegais dos territórios indígenas do Maranhão.
Agora, a ONG reclama a existência de um plano de proteção de longo prazo para o território. “Todas as tribos isoladas enfrentam a catástrofe, a não ser que suas terras sejam protegidas, e a história de Amakaria é prova de que os Awá isolados estão vivendo no fio da navalha. Em 2014, a campanha global pressionou o Brasil para expulsar os madeireiros da terra Awá, mas é vital que o trabalho não parar. Para que os Awá isolados tenham uma possibilidade de sobreviver, sua terra deve ser devidamente protegida”, disse o diretor da Survival Stephen Corry.
Fonte: G1
Notícias em destaque
Sementeira projeta faturar R$ 900 milhões com eucalipto
Projeto iniciado há 18 anos forma uma das maiores florestas
O avanço das usinas de etanol de milho em Mato Grosso tem ampliado a...
(GERAL)
Eucalipto ou pinus: qual faz mais sentido?
A escolha entre eucalipto ou pinus raramente é apenas técnica. Em boa parte dos projetos florestais, ela começa na...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Veracel abre três novas oportunidades de trabalho na companhia
Os processos de inscrições são feitos diretamente pelo site da empresa
A Veracel Celulose está com três...
(GERAL)
Suzano abre 45 vagas de trainee para Operador(a) de Máquina Florestal em Três Lagoas (MS)
Inscrições para a 2ª edição da ação “Você na Suzano” serão realizadas no...
(GERAL)
Exportações de madeira caem 8 por cento no primeiro semestre
Apesar da tímida reação em junho, o acumulado do ano está abaixo do mesmo período do ano passado. Tarifas,...
(MERCADO)
Exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5 por cento em valor em relação a maio de 2025
Em maio de 2026, as exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5%...
(EXPORTAÇÃO)














