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Notícias
31
dez
2014
(GERAL)
Espírito Santo é pioneiro em estudo sobre potencial de regeneração de florestas nativas
Uma parceria entre o Centro de Desenvolvimento do Agronegócio do Espírito Santo (Cedagro/ES) e o Laboratório de Restauração Florestal da Universidade Federal de Viçosa (LARF/UFV), possibilitou a execução de um projeto em larga escala inédito no Brasil, denominado “Potencial de Regeneração Natural de Florestas Nativas nas diferentes Regiões do Estado do Espírito Santo”.
Além dos pesquisadores do CEDAGRO e do LARF/UFV, também participaram da equipe pesquisadores ligados à UFES, ao Instituto Federal do ES, IDAF, FAESA, INCAPER e SEAG.
O estudo que teve apoio financeiro da FIBRIA teve como coordenador da equipe de pesquisadores o Prof. Sebastião Venâncio Martins, do Departamento de Engenharia Florestal da UFV.
Como um dos produtos do projeto, foi gerado um documento em que o estado do ES é dividido em 12 zonas naturais que foram classificadas de acordo com seu potencial de regeneração natural, definido em função das suas características em termos pedoclimáticos, de uso do solo e de probabilidade em receber propágulos oriundos de florestas matrizes remanescentes.
Além do documento também foi produzido um manual para auxiliar técnicos nas tomadas de decisões sobre o tipo de intervenção que deve ser adotada em diferentes áreas a serem restauradas no estado. Estes materiais estão sendo utilizados pelo Governo do ES como ferramenta para auxiliar o programa Reflorestar, que visa o aumento da cobertura florestal no estado em 230.000 hectares até 2025.
O professor Sebastião Venâncio Martins destacou que este estudo, pioneiro no Brasil, tem como principal meta a viabilização da restauração florestal no Espírito Santo, através da redução de custos, uma vez que em média são gastos cerca de R$ 10.000,00 para restaurar um hectare com floresta nativa em área de pasto de braquiária.
A partir deste estudo, em grande parte do estado será possível reduzir este custo em mais de 70%, com muitas situações em que a restauração pode ser passiva, bastando isolar as áreas dos fatores de degradação (principalmente o fogo e o gado) para que a regeneração natural (restauração passiva) se encarregue do retorno da floresta.
A região central-serrana que engloba municípios como Santa Maria de Jetibá, Domingos Martins, entre outros, é um bom exemplo de zona com alto potencial de regeneração natural. Desta forma, explica o professor da UFV, é possível direcionar recursos para as regiões de baixo potencial de regeneração como o extremo norte, onde a restauração necessita ser ativa, através do reflorestamento heterogêneo ou de técnicas alternativas.
O documento e o manual sobre o potencial de regeneração do estado do Espírito Santo estão disponíveis para download nos sites do CEDAGRO (http://www.cedagro.org.br/?page=pg_artigostecnicos) e do LARF (http://www.larf.ufv.br/?page_id=20).
Além dos pesquisadores do CEDAGRO e do LARF/UFV, também participaram da equipe pesquisadores ligados à UFES, ao Instituto Federal do ES, IDAF, FAESA, INCAPER e SEAG.
O estudo que teve apoio financeiro da FIBRIA teve como coordenador da equipe de pesquisadores o Prof. Sebastião Venâncio Martins, do Departamento de Engenharia Florestal da UFV.
Como um dos produtos do projeto, foi gerado um documento em que o estado do ES é dividido em 12 zonas naturais que foram classificadas de acordo com seu potencial de regeneração natural, definido em função das suas características em termos pedoclimáticos, de uso do solo e de probabilidade em receber propágulos oriundos de florestas matrizes remanescentes.
Além do documento também foi produzido um manual para auxiliar técnicos nas tomadas de decisões sobre o tipo de intervenção que deve ser adotada em diferentes áreas a serem restauradas no estado. Estes materiais estão sendo utilizados pelo Governo do ES como ferramenta para auxiliar o programa Reflorestar, que visa o aumento da cobertura florestal no estado em 230.000 hectares até 2025.
O professor Sebastião Venâncio Martins destacou que este estudo, pioneiro no Brasil, tem como principal meta a viabilização da restauração florestal no Espírito Santo, através da redução de custos, uma vez que em média são gastos cerca de R$ 10.000,00 para restaurar um hectare com floresta nativa em área de pasto de braquiária.
A partir deste estudo, em grande parte do estado será possível reduzir este custo em mais de 70%, com muitas situações em que a restauração pode ser passiva, bastando isolar as áreas dos fatores de degradação (principalmente o fogo e o gado) para que a regeneração natural (restauração passiva) se encarregue do retorno da floresta.
A região central-serrana que engloba municípios como Santa Maria de Jetibá, Domingos Martins, entre outros, é um bom exemplo de zona com alto potencial de regeneração natural. Desta forma, explica o professor da UFV, é possível direcionar recursos para as regiões de baixo potencial de regeneração como o extremo norte, onde a restauração necessita ser ativa, através do reflorestamento heterogêneo ou de técnicas alternativas.
O documento e o manual sobre o potencial de regeneração do estado do Espírito Santo estão disponíveis para download nos sites do CEDAGRO (http://www.cedagro.org.br/?page=pg_artigostecnicos) e do LARF (http://www.larf.ufv.br/?page_id=20).
Fonte: Sif
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