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Notícias
30
dez
2014
(DESMATAMENTO)
MG é líder de desmatamento na Mata Atlântica pelo quinto ano consecutivo
Lançado pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Atlas dos Municípios da Mata Atlântica traz os dados mais recentes sobre a situação de cidade do Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Líder nacional do desmatamento na Mata Atlântica pelo quinto ano consecutivo, Minas tem cinco cidades entre as 10 que mais desmataram o bioma no período 2012-2013, enquanto que os demais Estados do Sudeste apresentaram relativa estabilidade.
Os municípios mineiros de Águas Vermelhas e Ponto dos Volantes, com 843 e 720 hectares de vegetação natural suprimida, respectivamente, mostram que Minas ainda não conseguiu controlar seu desmatamento. Já nos outros estados da região Sudeste, o Atlas aponta que o desfloramento não passou de cinco hectares em Santa Maria de Jetibá (ES), 4 hectares em São Fidélis (RJ) e 21 hectares em Ribeirão Pires (SP).
Entre as cidades do Sudeste que mais preservam a Mata Atlântica, destacam-se as mineiras Santana de Pirapama e Buenópolis, ambas com 88% de vegetação natural, além de Ubatuba e Ilhabela, em São Paulo, com 86%. No Rio de Janeiro, Angra dos Reis mantém 80% de sua vegetação original, enquanto que no Espírito Santo a cidade de Sooretama conserva só 42%.
O estudo, com patrocínio de Bradesco Cartões e execução técnica da empresa de geotecnologia Arcplan, apresenta ainda um consolidado dos últimos 13 anos. Entre 2000 e 2013, Jequitinhonha (MG) foi a campeã nacional de desmatamento, com 8.685 hectares, seguida pela também mineira Águas Vermelhas (6.231 ha).
Com base em imagens geradas pelo sensor OLI a bordo do satélite de satélite Landsat 8, o Atlas da Mata Atlântica, que monitora o bioma há 28 anos, utiliza a tecnologia de sensoriamento remoto e geoprocessamento para avaliar os remanescentes florestais acima de três hectares.
Planos municipais da Mata Atlântica
Os municípios têm de fazer sua parte na proteção da floresta mais ameaçada do Brasil e uma das principais formas de contribuir é através da elaboração e implementação dos Planos Municipais da Mata Atlântica. O plano traz benefícios para a gestão ambiental e o planejamento do município. Quando o município faz o mapeamento das áreas verdes e indica como elas serão administradas – por exemplo, se vão virar um parque ou uma área de proteção ambiental – fica muito mais fácil conduzir processos como o de licenciamento de empreendimentos. Além disso, é uma legislação que coloca o município muito mais próximo do cidadão, porque também estamos falando em qualidade de vida.
Os municípios mineiros de Águas Vermelhas e Ponto dos Volantes, com 843 e 720 hectares de vegetação natural suprimida, respectivamente, mostram que Minas ainda não conseguiu controlar seu desmatamento. Já nos outros estados da região Sudeste, o Atlas aponta que o desfloramento não passou de cinco hectares em Santa Maria de Jetibá (ES), 4 hectares em São Fidélis (RJ) e 21 hectares em Ribeirão Pires (SP).
Entre as cidades do Sudeste que mais preservam a Mata Atlântica, destacam-se as mineiras Santana de Pirapama e Buenópolis, ambas com 88% de vegetação natural, além de Ubatuba e Ilhabela, em São Paulo, com 86%. No Rio de Janeiro, Angra dos Reis mantém 80% de sua vegetação original, enquanto que no Espírito Santo a cidade de Sooretama conserva só 42%.
O estudo, com patrocínio de Bradesco Cartões e execução técnica da empresa de geotecnologia Arcplan, apresenta ainda um consolidado dos últimos 13 anos. Entre 2000 e 2013, Jequitinhonha (MG) foi a campeã nacional de desmatamento, com 8.685 hectares, seguida pela também mineira Águas Vermelhas (6.231 ha).
Com base em imagens geradas pelo sensor OLI a bordo do satélite de satélite Landsat 8, o Atlas da Mata Atlântica, que monitora o bioma há 28 anos, utiliza a tecnologia de sensoriamento remoto e geoprocessamento para avaliar os remanescentes florestais acima de três hectares.
Planos municipais da Mata Atlântica
Os municípios têm de fazer sua parte na proteção da floresta mais ameaçada do Brasil e uma das principais formas de contribuir é através da elaboração e implementação dos Planos Municipais da Mata Atlântica. O plano traz benefícios para a gestão ambiental e o planejamento do município. Quando o município faz o mapeamento das áreas verdes e indica como elas serão administradas – por exemplo, se vão virar um parque ou uma área de proteção ambiental – fica muito mais fácil conduzir processos como o de licenciamento de empreendimentos. Além disso, é uma legislação que coloca o município muito mais próximo do cidadão, porque também estamos falando em qualidade de vida.
Fonte: CicloVivo
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