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Notícias
16
dez
2014
(REFLORESTAMENTO)
COP20: Países da América Latina se comprometem a reflorestar 20 milhões de hectares
Durante a COP20 (Conferência Climática das Nações Unidas), realizada na capital Lima, no Peru, sete países da América Latina se comprometeram a replantar 20 milhões de hectares de terras degradadas até 2020.
O compromisso, conhecido como Iniciativa 20×20, que terá US$ 365 milhões em apoio de parte de investidores privados, visa a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, gerados pelo desmatamento e pela mudança no uso do solo.
Em um ato paralelo à cúpula da ONU, ministros da Agricultura e do Meio Ambiente de México, Peru, Guatemala, Colômbia, Equador, Chile e Costa Rica apresentaram o plano de recuperação de solos de seus respectivos países. O México comprometeu-se a recuperar 8,5 milhões de hectares; o Peru, 3,2 milhões; a Guatemala, 1,2 milhão, e a Colômbia, 1 milhão.
O Equador se propõe a reflorestar 500 mil hectares; o Chile, 100 mil e a Costa Rica, 50 mil. Além disso, foi lançado um plano regional para a preservação da Patagônia, que recuperaria 4,1 milhões de hectares e outro de florestas, de 1,6 milhões de hectares.
Segundo o Centro Internacional de Agricultura Tropical, com sede na Colômbia, estima-se que haja na América Latina 200 milhões de hectares de terras degradadas. “No Peru, perdemos florestas a uma velocidade impressionante. As atividades que mais pressionam são a mineração ilegal, o sobrepastoreio e o plantio de coca”, alertou o ministro da Agricultura, Juan Manuel Benites.
Segundo especialistas, a América Latina é uma das regiões do mundo mais vulneráveis as mudanças climáticas. Líderes de diversas etnias indígenas da Amazônia brasileira, peruana, equatoriana e colombiana já se reuniram para exigir os direitos sobre seus territórios diante dos delegados de 195 países que participam da COP20.
Segundo a Aidesep, pelo menos 1.160 comunidades indígenas reivindicam títulos de propriedade no território em que estão assentadas na Amazônia. Diante dos delegados da cúpula da ONU, que se estende até o dia 12, as comunidades indígenas pediram a titulação de 20 milhões de hectares de floresta.
O compromisso, conhecido como Iniciativa 20×20, que terá US$ 365 milhões em apoio de parte de investidores privados, visa a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, gerados pelo desmatamento e pela mudança no uso do solo.
Em um ato paralelo à cúpula da ONU, ministros da Agricultura e do Meio Ambiente de México, Peru, Guatemala, Colômbia, Equador, Chile e Costa Rica apresentaram o plano de recuperação de solos de seus respectivos países. O México comprometeu-se a recuperar 8,5 milhões de hectares; o Peru, 3,2 milhões; a Guatemala, 1,2 milhão, e a Colômbia, 1 milhão.
O Equador se propõe a reflorestar 500 mil hectares; o Chile, 100 mil e a Costa Rica, 50 mil. Além disso, foi lançado um plano regional para a preservação da Patagônia, que recuperaria 4,1 milhões de hectares e outro de florestas, de 1,6 milhões de hectares.
Segundo o Centro Internacional de Agricultura Tropical, com sede na Colômbia, estima-se que haja na América Latina 200 milhões de hectares de terras degradadas. “No Peru, perdemos florestas a uma velocidade impressionante. As atividades que mais pressionam são a mineração ilegal, o sobrepastoreio e o plantio de coca”, alertou o ministro da Agricultura, Juan Manuel Benites.
Segundo especialistas, a América Latina é uma das regiões do mundo mais vulneráveis as mudanças climáticas. Líderes de diversas etnias indígenas da Amazônia brasileira, peruana, equatoriana e colombiana já se reuniram para exigir os direitos sobre seus territórios diante dos delegados de 195 países que participam da COP20.
Segundo a Aidesep, pelo menos 1.160 comunidades indígenas reivindicam títulos de propriedade no território em que estão assentadas na Amazônia. Diante dos delegados da cúpula da ONU, que se estende até o dia 12, as comunidades indígenas pediram a titulação de 20 milhões de hectares de floresta.
Fonte: Estado de Minas / Adaptado por CeluloseOnline
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