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Notícias
05
dez
2014
(MÓVEIS)
Simovale discute cenário para setor moveleiro e madeireiro em 2015
Entre os assuntos discutidos esteve as contas do Sindicato e Diretoria no exercício de 2013 e a deliberação do plano orçamentário para o ano de 2015, conforme prevê o artigo 550 da CLT.
A assembleia integra oitenta empresas associadas ou filiadas ao Sindicato e integrantes das categorias econômicas, desde indústrias de serrarias, carpintarias e tanoarias, da indústria de marcenaria (móveis de madeira), da indústria de móveis de junco e vime e de vassouras, da indústria de cortinados e estofados e todas as empresas do setor.
O presidente da Amoesc/Simovale, Osni Carlos Verona, indagou os empresários para que discutissem e avaliassem um balanço econômico e de produção do setor moveleiro no ano de 2014 e para que falassem, também, de suas projeções e expectativas para 2015.
Unanimemente, os empresários, fundamentados nas projeções da FIESC, esperam muitas dificuldades no que se refere ao cenário econômico em 2015. As preocupações se voltam para o mercado cambial, pois há uma demanda do mercado, no entanto, devido aos custos – que vão desde a produção até a logística, os preços não se tornam atrativos aos investidores, reduzindo a competitividade dos produtos diante do cenário mundial. A falta de incentivos fiscais em custos como o da energia elétrica também foram apontados como fatores prejudiciais ao mercado madeireiro e moveleiro.
Eles avaliaram que a resolução dos problemas relacionados aos custos com energia elétrica e qualificação da mão de obra são essenciais para que a indústria consiga manter uma margem de lucro condizente com a que o mercado exige para que haja uma ascendência no mercado, e não uma estagnação.
“A indústria catarinense está sendo fortemente prejudicada por esses fatores, que influenciam diretamente na produção e potencial do Estado. Estamos, contudo, otimistas e esperamos que a representatividade e força da FIESC possam nos auxiliar na mudança da visão do cenário para 2015, a fim de que a indústria madeireira e moveleira se recupere e cresça mais no próximo ano”, afirmou Verona.
A assembleia integra oitenta empresas associadas ou filiadas ao Sindicato e integrantes das categorias econômicas, desde indústrias de serrarias, carpintarias e tanoarias, da indústria de marcenaria (móveis de madeira), da indústria de móveis de junco e vime e de vassouras, da indústria de cortinados e estofados e todas as empresas do setor.
O presidente da Amoesc/Simovale, Osni Carlos Verona, indagou os empresários para que discutissem e avaliassem um balanço econômico e de produção do setor moveleiro no ano de 2014 e para que falassem, também, de suas projeções e expectativas para 2015.
Unanimemente, os empresários, fundamentados nas projeções da FIESC, esperam muitas dificuldades no que se refere ao cenário econômico em 2015. As preocupações se voltam para o mercado cambial, pois há uma demanda do mercado, no entanto, devido aos custos – que vão desde a produção até a logística, os preços não se tornam atrativos aos investidores, reduzindo a competitividade dos produtos diante do cenário mundial. A falta de incentivos fiscais em custos como o da energia elétrica também foram apontados como fatores prejudiciais ao mercado madeireiro e moveleiro.
Eles avaliaram que a resolução dos problemas relacionados aos custos com energia elétrica e qualificação da mão de obra são essenciais para que a indústria consiga manter uma margem de lucro condizente com a que o mercado exige para que haja uma ascendência no mercado, e não uma estagnação.
“A indústria catarinense está sendo fortemente prejudicada por esses fatores, que influenciam diretamente na produção e potencial do Estado. Estamos, contudo, otimistas e esperamos que a representatividade e força da FIESC possam nos auxiliar na mudança da visão do cenário para 2015, a fim de que a indústria madeireira e moveleira se recupere e cresça mais no próximo ano”, afirmou Verona.
Fonte: MB Comunicacao
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