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Notícias
20
nov
2014
(GERAL)
Estudo mostra que 97% das árvores de mogno africano plantadas geraram rebrotamento no Brasil
Em diversos trabalhos realizados por vários Estados brasileiros, a professora da Universidade Federal do Piauí (UFPI), Andressa Ribeiro, percebeu que 97% das árvores de mogno africano geraram rebrotamento. Em palestra proferida durante um seminário internacional promovido pelo Instituto Brasileiro de Florestas (IBF) sobre inventários florestais, Andressa Ribeiro também divulgou algumas observações oriundas de suas pesquisas.
Para ela, a necessidade de fazer inventários florestais é cada vez maior. “Por meio do inventário florestal, o produtor rural quantifica e qualifica o material que ele tem, principalmente porque é possível demonstrar a vitalidade das árvores, prevenir o ataque de pragas e doenças. O inventário também possibilita observar a qualidade do fuste, a galhosidade, a conicidade, a simetria da copa e também a tortuosidade”, detalhou Andressa Ribeiro.
As primeiras pesquisas demonstram que consorciar o mogno africano com uma cultura agrícola tem sido um bom negócio para o produtor rural, que, neste caso, não se vê obrigado a esperar pelo longo ciclo da madeira nobre – hoje de 15 a 20 anos. “Observamos plantios consorciados com café e laranja que são bem sucedidos”, acrescenta. A professora Andressa Ribeiro disse ainda que, em suas pesquisas, 1% das árvores se partiu com os ventos fortes e que os produtores rurais podem ter problemas com a superdosagem de adubos. Neste caso, ela aconselha uma assessoria técnica para evitar um plantio heterogêneo.
Outro ponto observado por Andressa Ribeiro é que não se deve plantar o mogno africano junto com o mogno brasileiro. “Sabemos que a incidência de pragas no mogno africano é pequena e no mogno brasileiro é grande. Por isso, é bom evitar, já que, por enquanto, as pragas matam o mogno brasileiro. Portanto, os plantios devem ficar distantes”, aconselhou Ribeiro. Nos próximos anos, a professora e pesquisadora vai apresentar o resultado do mogno africano em regiões do semi-árido do Estado do Piauí.
Para ela, a necessidade de fazer inventários florestais é cada vez maior. “Por meio do inventário florestal, o produtor rural quantifica e qualifica o material que ele tem, principalmente porque é possível demonstrar a vitalidade das árvores, prevenir o ataque de pragas e doenças. O inventário também possibilita observar a qualidade do fuste, a galhosidade, a conicidade, a simetria da copa e também a tortuosidade”, detalhou Andressa Ribeiro.
As primeiras pesquisas demonstram que consorciar o mogno africano com uma cultura agrícola tem sido um bom negócio para o produtor rural, que, neste caso, não se vê obrigado a esperar pelo longo ciclo da madeira nobre – hoje de 15 a 20 anos. “Observamos plantios consorciados com café e laranja que são bem sucedidos”, acrescenta. A professora Andressa Ribeiro disse ainda que, em suas pesquisas, 1% das árvores se partiu com os ventos fortes e que os produtores rurais podem ter problemas com a superdosagem de adubos. Neste caso, ela aconselha uma assessoria técnica para evitar um plantio heterogêneo.
Outro ponto observado por Andressa Ribeiro é que não se deve plantar o mogno africano junto com o mogno brasileiro. “Sabemos que a incidência de pragas no mogno africano é pequena e no mogno brasileiro é grande. Por isso, é bom evitar, já que, por enquanto, as pragas matam o mogno brasileiro. Portanto, os plantios devem ficar distantes”, aconselhou Ribeiro. Nos próximos anos, a professora e pesquisadora vai apresentar o resultado do mogno africano em regiões do semi-árido do Estado do Piauí.
Fonte: Painel Florestal
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