Voltar
Notícias
20
nov
2014
(TECNOLOGIA)
Tecnologia possibilita estimativas mais precisas do eucalipto
A adoção da tecnologia de Redes Neurais Artificiais (RNA) pela Eldorado Brasil no inventário florestal vem permitindo estimativas quantitativas e qualitativas da floresta de eucalipto de forma mais eficiente e precisa, além de reduzir custos na coleta de informações. A empresa de celulose, que iniciou as operações há dois anos em Três Lagoas (MS), é a primeira do País a utilizar inteligência artificial no inventário.
Desenvolvido em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa, o programa de melhoria contínua em mensuração florestal usa o RNA para três aplicações principais: redução de tempo na medição da altura de árvores, na medição da forma das árvores e na redução no número de parcelas de inventário por área de plantio. As redes neurais fazem cálculos para prever o comportamento de determinada área. A partir disso, o software pode usar os novos dados para resolver problemas similares.
Enquanto em uma estimativa convencional é preciso medir o diâmetro e a altura de 14 árvores em cada parcela de inventário (400 metros quadrados), com as redes, é necessário realizar a medição em apenas três.
O inventário florestal estima o volume de madeira de uma área por meio de amostragem e é ferramenta importante para dimensionar a colheita florestal, o abastecimento da fábrica, a atualização dos modelos de crescimento e planejamento estratégico, operacional e financeiro.
De acordo com os engenheiros florestais Hélio Garcia e Daniel Binoti (UFV) e Márcio Bernardi (Eldorado), o uso da inteligência artificial possibilita a melhoria contínua da qualidade da informação e é essencial para a gestão dos plantios.
Desenvolvido em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa, o programa de melhoria contínua em mensuração florestal usa o RNA para três aplicações principais: redução de tempo na medição da altura de árvores, na medição da forma das árvores e na redução no número de parcelas de inventário por área de plantio. As redes neurais fazem cálculos para prever o comportamento de determinada área. A partir disso, o software pode usar os novos dados para resolver problemas similares.
Enquanto em uma estimativa convencional é preciso medir o diâmetro e a altura de 14 árvores em cada parcela de inventário (400 metros quadrados), com as redes, é necessário realizar a medição em apenas três.
O inventário florestal estima o volume de madeira de uma área por meio de amostragem e é ferramenta importante para dimensionar a colheita florestal, o abastecimento da fábrica, a atualização dos modelos de crescimento e planejamento estratégico, operacional e financeiro.
De acordo com os engenheiros florestais Hélio Garcia e Daniel Binoti (UFV) e Márcio Bernardi (Eldorado), o uso da inteligência artificial possibilita a melhoria contínua da qualidade da informação e é essencial para a gestão dos plantios.
Fonte: Redação Globo Rural
Notícias em destaque
Sementeira projeta faturar R$ 900 milhões com eucalipto
Projeto iniciado há 18 anos forma uma das maiores florestas
O avanço das usinas de etanol de milho em Mato Grosso tem ampliado a...
(GERAL)
Eucalipto ou pinus: qual faz mais sentido?
A escolha entre eucalipto ou pinus raramente é apenas técnica. Em boa parte dos projetos florestais, ela começa na...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Veracel abre três novas oportunidades de trabalho na companhia
Os processos de inscrições são feitos diretamente pelo site da empresa
A Veracel Celulose está com três...
(GERAL)
Suzano abre 45 vagas de trainee para Operador(a) de Máquina Florestal em Três Lagoas (MS)
Inscrições para a 2ª edição da ação “Você na Suzano” serão realizadas no...
(GERAL)
Exportações de madeira caem 8 por cento no primeiro semestre
Apesar da tímida reação em junho, o acumulado do ano está abaixo do mesmo período do ano passado. Tarifas,...
(MERCADO)
Exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5 por cento em valor em relação a maio de 2025
Em maio de 2026, as exportações brasileiras de produtos à base de madeira (exceto celulose e papel) registraram queda de 3,5%...
(EXPORTAÇÃO)














