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Notícias
18
nov
2014
(MADEIRA E PRODUTOS)
Técnica inovadora eleva qualidade da madeira produzida no Brasil
Produtores de eucalipto que buscam melhorar a qualidade na madeira produzida já podem contar com uma nova técnica de mapeamento de florestas. A tecnologia, pioneira no Brasil, é uma ferramenta que analisa de forma simultânea o perfil dos genes ativos presentes na celulose, fator determinante da matéria-prima e a base molecular, com características do DNA da árvore. A novidade foi apresentada no Seminário “Biomassa e madeira nobre: Novas Oportunidades de Negócios”, evento que aconteceu esta semana em Campo Grande, no auditório do Sistema Famasul.
De acordo com a doutora em genética biomolecular pela Unicamp/SP – Universidade de Campinas, Marcela Salazar, a técnica de mapeamento foi trazida dos Estados Unidos e está em fase de implantação no Brasil. A ferramenta garante competitividade dos produtos florestais e poderá ser utilizada na diminuição dos custos de produção, já que avalia o tipo de espécie e as possíveis alterações genéticas. “O mapeamento pretende entender a qualidade da madeira, por isso, investir em pesquisas e utilizar a tecnologia para a análise da matéria-prima torna o produtor de eucalipto competitivo”, explicou Marcela.
O mapeamento consiste em retirar uma pequena amostra a partir de uma raspagem do caule, que é analisada sistematicamente em centros de pesquisas ou laboratórios do país. Para obter o resultado, três fatores são levados em consideração, o ambiental – clima, solo e produtividade, o genético e a arquitetura celular. A implantação do novo método tem um custo médio de R$ 150 mil reais. “São mais de 700 espécies diferentes de eucaliptos. Conhecer as características genéticas da madeira é garantia de ganhos, já que o investimento é razoavelmente baixo”, conclui.
A cultura do eucalipto tem ganhado espaço em Mato Grosso do Sul, principalmente pelo baixo custo de produção e também pelo solo fértil e temperaturas amenas, fatores que privilegiam a região no quesito qualidade final do produto. De acordo com o SIGA - Sistema de Inf. Geográficas do Agronegócio, desenvolvido pela Aprosoja/MS – Associação de Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul, o Estado possui 760 mil hectares de área plantada com eucalipto.
De acordo com a doutora em genética biomolecular pela Unicamp/SP – Universidade de Campinas, Marcela Salazar, a técnica de mapeamento foi trazida dos Estados Unidos e está em fase de implantação no Brasil. A ferramenta garante competitividade dos produtos florestais e poderá ser utilizada na diminuição dos custos de produção, já que avalia o tipo de espécie e as possíveis alterações genéticas. “O mapeamento pretende entender a qualidade da madeira, por isso, investir em pesquisas e utilizar a tecnologia para a análise da matéria-prima torna o produtor de eucalipto competitivo”, explicou Marcela.
O mapeamento consiste em retirar uma pequena amostra a partir de uma raspagem do caule, que é analisada sistematicamente em centros de pesquisas ou laboratórios do país. Para obter o resultado, três fatores são levados em consideração, o ambiental – clima, solo e produtividade, o genético e a arquitetura celular. A implantação do novo método tem um custo médio de R$ 150 mil reais. “São mais de 700 espécies diferentes de eucaliptos. Conhecer as características genéticas da madeira é garantia de ganhos, já que o investimento é razoavelmente baixo”, conclui.
A cultura do eucalipto tem ganhado espaço em Mato Grosso do Sul, principalmente pelo baixo custo de produção e também pelo solo fértil e temperaturas amenas, fatores que privilegiam a região no quesito qualidade final do produto. De acordo com o SIGA - Sistema de Inf. Geográficas do Agronegócio, desenvolvido pela Aprosoja/MS – Associação de Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul, o Estado possui 760 mil hectares de área plantada com eucalipto.
Fonte: Sistema Famasul
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