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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Moveleiros do Oeste de SC conhecem tendências do mobiliário para 2005
Visando o conhecimento de novos layouts, empresários da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) conheceram as “Tendências em Mobiliário 2005”, projeto desenvolvido pelo Centro Tecnológico do Mobiliário do Senai de Bento Gonçalves (RS) em parceria com o Sebrae/RS e Senai/RS.
A apresentação aconteceu no auditório da Amoesc, feita pela arquiteta, especialista em Design, membro da equipe do Núcleo de Apoio ao Design (NAD) do Senai/Cetemo, Taiane Scotton. A pesquisa da coleção de móveis 2005 foi elaborada junto aos principais fornecedores, instituições, formadores de opinião e feiras do Brasil e do exterior.
O presidente da Amoesc, Valdir Bazzi, destaca a importância do pólo moveleiro oestino criar uma identidade própria para seus móveis. “Conhecendo as tendências do mobiliário preparamos as indústrias para competir de igual para igual no mercado interno e externo. Enquanto comprarmos e produzirmos somente o que nos solicitarem ficamos à mercê de preços que nos oferecem e sem oportunidade de manter-se no mercado”, salienta. Além disso, explica Bazzi, com investimento em design, tanto às pequenas quanto às grandes indústrias passam a oferecer bons produtos para a clientela.
Para cada ambiente do lar - cozinha, sala de jantar e estar, dormitório, home office (espaço de trabalho), banheiro e área externa – foram expostos móveis multifuncionais, que respeitam as mudanças no comportamento das pessoas, aproveitam espaços e embelezam ambientes.
Na cozinha, o incremento de acessórios é predominante, bem como as formas arredondadas, a retomada das cores quentes e sistemas de iluminação embutidos que, em muitos casos, serve como elemento decorativo. A sala de jantar passa a comportar cristaleiras e aparadores que se harmonizam com diferentes formatos de mesas e os variados materiais que os compõem como vidro, fibra, madeira, alumínio e couro. A sala de estar, considerado o ambiente mais democrático da casa por ser um local que recebe as pessoas - seja seu dono ou visitas - está cada vez mais valorizado. Os móveis apresentam mais que uma função. Um sofá, por exemplo, além do conforto, oferecem apoio para leitura e porta livros. Os estofados estão mais baixos e geométricos, sem definição de lugares, com tecidos em tons de ocre, areia, bege, branco, laranja e verde-oliva e materiais como couro e chenille também para as almofadas.
Os dormitórios seguem tendência oriental com camas mais baixas, muitas vezes com estrado com não mais que 10 centímetros do chão. Os armários primam por ferragens silenciosas e abusam do aço, alumínio, madeira maçica e vidro. Os closets têm suas portas cada vez mais altas com deslizamento lateral.
O espaço de trabalho (home office) passa a compor a ambiente da casa e por isso exige-se móveis menos estáticos, de formas simples e muitas vezes integrado com a sala de estar. Os banheiros transformaram-se não só em lugares de higiene, mas também num reduto de relaxamento e descanso. A área externa à casa aproxima o homem ao ambiente natural e por isso exige móveis simples, resistentes e duráveis às alterações climáticas.
As cores, de um modo geral, são variadas e se misturam aos padrões de tabaco, carvalho, imbuia, entre outros. “Não basta ser bonito, ter design e ser econômico, mas tem que ter qualidade de acordo com as normas técnicas”, reforçou a especialista em Design. Um móvel devidamente certificado evita acidentes e mantém a credibilidade da empresa no mercado.
Fonte: Assessoria Amoesc – 10/11/2004
A apresentação aconteceu no auditório da Amoesc, feita pela arquiteta, especialista em Design, membro da equipe do Núcleo de Apoio ao Design (NAD) do Senai/Cetemo, Taiane Scotton. A pesquisa da coleção de móveis 2005 foi elaborada junto aos principais fornecedores, instituições, formadores de opinião e feiras do Brasil e do exterior.
O presidente da Amoesc, Valdir Bazzi, destaca a importância do pólo moveleiro oestino criar uma identidade própria para seus móveis. “Conhecendo as tendências do mobiliário preparamos as indústrias para competir de igual para igual no mercado interno e externo. Enquanto comprarmos e produzirmos somente o que nos solicitarem ficamos à mercê de preços que nos oferecem e sem oportunidade de manter-se no mercado”, salienta. Além disso, explica Bazzi, com investimento em design, tanto às pequenas quanto às grandes indústrias passam a oferecer bons produtos para a clientela.
Para cada ambiente do lar - cozinha, sala de jantar e estar, dormitório, home office (espaço de trabalho), banheiro e área externa – foram expostos móveis multifuncionais, que respeitam as mudanças no comportamento das pessoas, aproveitam espaços e embelezam ambientes.
Na cozinha, o incremento de acessórios é predominante, bem como as formas arredondadas, a retomada das cores quentes e sistemas de iluminação embutidos que, em muitos casos, serve como elemento decorativo. A sala de jantar passa a comportar cristaleiras e aparadores que se harmonizam com diferentes formatos de mesas e os variados materiais que os compõem como vidro, fibra, madeira, alumínio e couro. A sala de estar, considerado o ambiente mais democrático da casa por ser um local que recebe as pessoas - seja seu dono ou visitas - está cada vez mais valorizado. Os móveis apresentam mais que uma função. Um sofá, por exemplo, além do conforto, oferecem apoio para leitura e porta livros. Os estofados estão mais baixos e geométricos, sem definição de lugares, com tecidos em tons de ocre, areia, bege, branco, laranja e verde-oliva e materiais como couro e chenille também para as almofadas.
Os dormitórios seguem tendência oriental com camas mais baixas, muitas vezes com estrado com não mais que 10 centímetros do chão. Os armários primam por ferragens silenciosas e abusam do aço, alumínio, madeira maçica e vidro. Os closets têm suas portas cada vez mais altas com deslizamento lateral.
O espaço de trabalho (home office) passa a compor a ambiente da casa e por isso exige-se móveis menos estáticos, de formas simples e muitas vezes integrado com a sala de estar. Os banheiros transformaram-se não só em lugares de higiene, mas também num reduto de relaxamento e descanso. A área externa à casa aproxima o homem ao ambiente natural e por isso exige móveis simples, resistentes e duráveis às alterações climáticas.
As cores, de um modo geral, são variadas e se misturam aos padrões de tabaco, carvalho, imbuia, entre outros. “Não basta ser bonito, ter design e ser econômico, mas tem que ter qualidade de acordo com as normas técnicas”, reforçou a especialista em Design. Um móvel devidamente certificado evita acidentes e mantém a credibilidade da empresa no mercado.
Fonte: Assessoria Amoesc – 10/11/2004
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