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Notícias
29
out
2014
(GERAL)
Celtejo aproveita raízes de eucalipto para fazer pasta de papel
O diretor fabril explicou que este é um projeto totalmente interno [da Celtejo], cujo desenvolvimento "permite, no fundo, maximizar todo o recurso natural que a floresta dá".
"Não temos matéria-prima suficiente. As raízes do eucalipto, que até agora eram queimadas para a produção de energia, são transformadas em pasta de papel", adiantou.
Carlos Coelho sublinhou ainda que este projeto foi uma "grande bandeira para o país" ao nível do exemplo do aproveitamento dos recursos.
"Neste momento, aproveitamos toda a árvore [para a produção de pasta de papel],inclusive aquela que está escondida no solo", disse.
O projeto, que demorou um ano e meio a concretizar, entrou em funcionamento em janeiro de 2014 e foi totalmente desenvolvido pela engenharia interna da Celtejo.
"É um projeto muito ambicioso e é um orgulho muito grande para nós", sublinhou.
O responsável da Celtejo referiu ainda que a fábrica continua a importar matéria-prima para a produção de pasta de papel, uma vez que em Portugal não consegue satisfazer as necessidades de produção.
"O valor é significativo e estamos a falar de mais de 30 a 40% da matéria-prima necessária para a fábrica. Isto só se altera investindo na floresta portuguesa e não percebo como é que num dos poucos setores que cria riqueza ao país [o setor florestal], continuamos a ter baldios".
Atualmente, a fábrica de Vila Velha de Ródão exporta 95% da pasta de papel para a Europa, sendo que a esmagadora maioria da produção vai para a Alemanha.
Em 2013, a empresa produziu 217 mil toneladas de pasta de papel, valor esse que espera ultrapassar este ano.
A Celtejo investiu na fábrica de Vila Velha de Ródão, entre 2005 e 2008, 100 milhões de euros.
"Não temos matéria-prima suficiente. As raízes do eucalipto, que até agora eram queimadas para a produção de energia, são transformadas em pasta de papel", adiantou.
Carlos Coelho sublinhou ainda que este projeto foi uma "grande bandeira para o país" ao nível do exemplo do aproveitamento dos recursos.
"Neste momento, aproveitamos toda a árvore [para a produção de pasta de papel],inclusive aquela que está escondida no solo", disse.
O projeto, que demorou um ano e meio a concretizar, entrou em funcionamento em janeiro de 2014 e foi totalmente desenvolvido pela engenharia interna da Celtejo.
"É um projeto muito ambicioso e é um orgulho muito grande para nós", sublinhou.
O responsável da Celtejo referiu ainda que a fábrica continua a importar matéria-prima para a produção de pasta de papel, uma vez que em Portugal não consegue satisfazer as necessidades de produção.
"O valor é significativo e estamos a falar de mais de 30 a 40% da matéria-prima necessária para a fábrica. Isto só se altera investindo na floresta portuguesa e não percebo como é que num dos poucos setores que cria riqueza ao país [o setor florestal], continuamos a ter baldios".
Atualmente, a fábrica de Vila Velha de Ródão exporta 95% da pasta de papel para a Europa, sendo que a esmagadora maioria da produção vai para a Alemanha.
Em 2013, a empresa produziu 217 mil toneladas de pasta de papel, valor esse que espera ultrapassar este ano.
A Celtejo investiu na fábrica de Vila Velha de Ródão, entre 2005 e 2008, 100 milhões de euros.
Fonte: rtp.pt
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