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Notícias
17
out
2014
(SETOR FLORESTAL)
Estação Experimental de Itatinga para pesquisas florestais será mantida
O Governo do Estado de São Paulo, através de ofício da Secretaria de Meio Ambiente do Estado, confirmou a manutenção da propriedade total da Estação em mãos da universidade
A Estação Experimental de Ciências Florestais de Itatinga (EECFI), mantida pela Universidade de São Paulo através da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) manterá todo seu território destinado as pesquisas florestais.
Após muitas reuniões, debates, ofícios e estudos comprovando a grande riqueza e progressos que as pesquisas desenvolvidas nesta estação tem proporcionado ao setor florestal como um todo (indústria, universidade, estudantes e sociedade), o Governo do Estado de São Paulo, através de ofício da Secretaria de Meio Ambiente do Estado, confirmou a manutenção da propriedade total da Estação em mãos da universidade.
O Conselho Consultivo, criado para avaliar a solicitação de desapropriação de parte da área da Estação feita pela prefeitura do município de Itatinga, ressalta que “considera de grande relevância a manutenção da integridade da área, resguardando o valor de conservação para água e biodiversidade”. Este Conselho, no mesmo ofício, cita que “a apresentação da área e de seu uso, considerada por todos de grande importância não só ambiental como também para pesquisa, educação e inovação (...)”.
Desde o conhecimento da requisição da área pela prefeitura de Itatinga, toda comunidade da Esalq, com apoio da USP, do Ipef e de suas associadas, vêm batalhando por esta manutenção. Para o professor Silvio Ferraz, coordenador das Estações, “é com grande satisfação que recebemos a notícia sobre a decisão do Governo. O que era tão óbvio para todos nós, precisou de grande esforço de todos para que fosse reconhecido pelo Governo. Agora temos vários novos desafios, mas tenho certeza que trilharemos um caminho melhor”.
Professor Silvio, que também é coordenador científico do Programa Cooperativo sobre Monitoramento e Modelagem de Bacias Hidrográficas (Promab), agradece a todos os envolvidos na campanha pela manutenção da Estação em posse da USP. “Destaco o papel da chefia do Departamento de Ciências Florestais (LCF/Esalq/USP), que esteve à frente de todas as ações, bem como da Diretoria da ESALQ, nos apoiando integralmente. Gostaria também de agradecer todas as instituições que nos apoiaram, em especial ao IPEF que esteve conosco todo o tempo”, completa.
Hoje, além de ser um dos mais importantes bancos de materiais genéticos florestais de diversas espécies do Brasil e do mundo, a estação de Itatinga proporciona espaço para a realização de uma grande quantidade de experimentos, sendo que mais de 150 projetos de pesquisa estão em plena atividade no momento. Todo este recurso propicia o avanço da pesquisa florestal e, por consequência, a manutenção e o aumento da excelente produtividade florestal brasileira.
A Estação Experimental de Ciências Florestais de Itatinga (EECFI), mantida pela Universidade de São Paulo através da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) manterá todo seu território destinado as pesquisas florestais.
Após muitas reuniões, debates, ofícios e estudos comprovando a grande riqueza e progressos que as pesquisas desenvolvidas nesta estação tem proporcionado ao setor florestal como um todo (indústria, universidade, estudantes e sociedade), o Governo do Estado de São Paulo, através de ofício da Secretaria de Meio Ambiente do Estado, confirmou a manutenção da propriedade total da Estação em mãos da universidade.
O Conselho Consultivo, criado para avaliar a solicitação de desapropriação de parte da área da Estação feita pela prefeitura do município de Itatinga, ressalta que “considera de grande relevância a manutenção da integridade da área, resguardando o valor de conservação para água e biodiversidade”. Este Conselho, no mesmo ofício, cita que “a apresentação da área e de seu uso, considerada por todos de grande importância não só ambiental como também para pesquisa, educação e inovação (...)”.
Desde o conhecimento da requisição da área pela prefeitura de Itatinga, toda comunidade da Esalq, com apoio da USP, do Ipef e de suas associadas, vêm batalhando por esta manutenção. Para o professor Silvio Ferraz, coordenador das Estações, “é com grande satisfação que recebemos a notícia sobre a decisão do Governo. O que era tão óbvio para todos nós, precisou de grande esforço de todos para que fosse reconhecido pelo Governo. Agora temos vários novos desafios, mas tenho certeza que trilharemos um caminho melhor”.
Professor Silvio, que também é coordenador científico do Programa Cooperativo sobre Monitoramento e Modelagem de Bacias Hidrográficas (Promab), agradece a todos os envolvidos na campanha pela manutenção da Estação em posse da USP. “Destaco o papel da chefia do Departamento de Ciências Florestais (LCF/Esalq/USP), que esteve à frente de todas as ações, bem como da Diretoria da ESALQ, nos apoiando integralmente. Gostaria também de agradecer todas as instituições que nos apoiaram, em especial ao IPEF que esteve conosco todo o tempo”, completa.
Hoje, além de ser um dos mais importantes bancos de materiais genéticos florestais de diversas espécies do Brasil e do mundo, a estação de Itatinga proporciona espaço para a realização de uma grande quantidade de experimentos, sendo que mais de 150 projetos de pesquisa estão em plena atividade no momento. Todo este recurso propicia o avanço da pesquisa florestal e, por consequência, a manutenção e o aumento da excelente produtividade florestal brasileira.
Fonte: Ipef
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