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Notícias
14
out
2014
(GERAL)
Falta de matéria-prima condiciona crescimento de indústrias florestais
O estudo, encomendado pela Associação para a Competitividade das Indústrias da Fileira Florestal (AIFF) ao Instituto Superior de Agronomia e à Universidade Católica, adianta que a atual tendência de diminuição da área florestal e aumento da área de matos/improdutivos levará a um "aumento significativo" das importações, "fazendo prever a inevitabilidade do encerramento de unidades industriais".
Entre os efeitos diretos e indiretos, contam-se o aumento do desemprego e abandono do território real "potenciando riscos como incêndios e dispersão de pragas e doenças por ausência de intervenção no território".
Segundo o documento, o Valor Acrescentado Bruto (VAB) da floresta portuguesa representa 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB), uma percentagem ultrapassada apenas pela Finlândia e Suécia no contexto da União Europeia.
Em 2010, a floresta ocupava 35% do território continental, predominando o eucalipto (812 mil hectares), o sobreiro (737 mil hectares) e o pinheiro-bravo (714 mil hectares), que representa, 72% da área florestal.
"Em relação ao pinheiro-bravo, observou-se um decréscimo de área significativo, tendo passado de uma representação de 49% do total da área de floresta, na década de 60, para 23% na actualidade", destaca o estudo.
Perante o "desequilíbrio entre a procura e a oferta de matéria-prima nacional" e as "pressões crescentes" relacionadas com a produção de energia (substituição de combustíveis fósseis, `pellets`, centrais térmicas de biomassa, etc.), sobretudo sobre o pinheiro-bravo, o estudo sugere que se criem condições para atrair "capital para o setor", aumentar a produtividade e a área de novas plantações e reduzir o risco de incêndio e pragas.
Os especialistas sugerem a adoção de várias medidas, entre as quais: realização de cadastro florestal, isenção de IMI, IMT e imposto de selo, certificação da gestão florestal e da cadeia de responsabilidade, apoio financeiro público a projetos florestais e agroflorestais, incentivos fiscais para o investimento, limites às taxas de licenciamento de projetos florestais e vigilância policial da floresta.
Entre os efeitos diretos e indiretos, contam-se o aumento do desemprego e abandono do território real "potenciando riscos como incêndios e dispersão de pragas e doenças por ausência de intervenção no território".
Segundo o documento, o Valor Acrescentado Bruto (VAB) da floresta portuguesa representa 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB), uma percentagem ultrapassada apenas pela Finlândia e Suécia no contexto da União Europeia.
Em 2010, a floresta ocupava 35% do território continental, predominando o eucalipto (812 mil hectares), o sobreiro (737 mil hectares) e o pinheiro-bravo (714 mil hectares), que representa, 72% da área florestal.
"Em relação ao pinheiro-bravo, observou-se um decréscimo de área significativo, tendo passado de uma representação de 49% do total da área de floresta, na década de 60, para 23% na actualidade", destaca o estudo.
Perante o "desequilíbrio entre a procura e a oferta de matéria-prima nacional" e as "pressões crescentes" relacionadas com a produção de energia (substituição de combustíveis fósseis, `pellets`, centrais térmicas de biomassa, etc.), sobretudo sobre o pinheiro-bravo, o estudo sugere que se criem condições para atrair "capital para o setor", aumentar a produtividade e a área de novas plantações e reduzir o risco de incêndio e pragas.
Os especialistas sugerem a adoção de várias medidas, entre as quais: realização de cadastro florestal, isenção de IMI, IMT e imposto de selo, certificação da gestão florestal e da cadeia de responsabilidade, apoio financeiro público a projetos florestais e agroflorestais, incentivos fiscais para o investimento, limites às taxas de licenciamento de projetos florestais e vigilância policial da floresta.
Fonte: rtp.pt
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