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Notícias
04
set
2014
(CERTIFICAÇÃO)
Confira dicas para comprar madeira certificada para sua obra
Com as constantes denúncias de desmatamento clandestino das florestas brasileiras, cresce a cada dia a preocupação com o consumo de madeira ilegal em obras e reformas. Apesar da fiscalização, a maioria dos consumidores não sabe ao certo como ter certeza de que está comprando um produto extraído de forma criminosa. Por isso, vale a pena prestar atenção em algumas dicas que ajudam a saber se a mercadoria é legal ou não.
A primeira coisa que a pessoa deve fazer ao comprar uma madeira é olhar os documentos que atestam sua origem. “O consumidor deve se interessar pela forma como a madeira foi obtida. Ela deve ter uma certificação, porque não se trata apenas da extração, mas de uma série de outras regras”, afirma o engenheiro Helio Olga Junior, de São Paulo.
Toda madeira extraída em território nacional precisa ter o Documento de Origem Florestal (DOF). Emitido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), esse certificado atesta que a madeira foi extraída legalmente e indica se é de reflorestamento ou de mata nativa. Segundo o arquiteto Enzo Grenovier, editor do site Instituto da Madeira (www.institutodamadeira.com.br), o documento dá um mapa de onde e como essa madeira foi retirada, o que garante ao consumidor que ele está comprando um produto legal.
Além do DOF, existem as certificações não-obrigatórias, emitidas por auditorias independentes. Algumas são conhecidas mundialmente, como a do Forest Stewardship Council (FSC) – que analisa também o impacto social e as iniciativas econômicas das empresas nas áreas de exploração –, e a do Program for the Endorsement of Forest Certification Schemes (PECF), mais comum na Europa. No Brasil, temos o selo do Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor). Essas certificações, apesar de facultativas, mostram se a empresa tem uma preocupação maior com a economia local e com a forma de extração, entre outras questões. Há uma grande diferença entre os preços da madeira que é retirada seguindo todas as regras e daquela que é extraída clandestinamente. “Quando o consumidor vai pesquisar e comparar, muitas vezes é seduzido pelo preço da madeira ilegal”, conta Grenovier.
O arquiteto e editor do site Instituto da Madeira explica que, em termos de impacto ambiental, não há diferença entre usar produtos de floresta nativa ou de reflorestamento. Normalmente, as diferenças entre os dois tipos estão na densidade do material e no preço. “Se a madeira foi extraída de maneira correta, não há problema em usar uma de mata nativa. A questão é se certificar da procedência”, explica Grenovier. A exceção são as árvores que não podem ser comercializadas por estarem sob risco de extinção, como o pau brasil. Simplesmente não há madeiras legais dessas espécies no mercado. Por fim, além das certificações, é importante usar esse tipo de material com responsabilidade. “Se você usa a madeira de maneira correta, ela dura a vida inteira, e isso é muito positivo para o meio ambiente”, afirma Grenovier.
A primeira coisa que a pessoa deve fazer ao comprar uma madeira é olhar os documentos que atestam sua origem. “O consumidor deve se interessar pela forma como a madeira foi obtida. Ela deve ter uma certificação, porque não se trata apenas da extração, mas de uma série de outras regras”, afirma o engenheiro Helio Olga Junior, de São Paulo.
Toda madeira extraída em território nacional precisa ter o Documento de Origem Florestal (DOF). Emitido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), esse certificado atesta que a madeira foi extraída legalmente e indica se é de reflorestamento ou de mata nativa. Segundo o arquiteto Enzo Grenovier, editor do site Instituto da Madeira (www.institutodamadeira.com.br), o documento dá um mapa de onde e como essa madeira foi retirada, o que garante ao consumidor que ele está comprando um produto legal.
Além do DOF, existem as certificações não-obrigatórias, emitidas por auditorias independentes. Algumas são conhecidas mundialmente, como a do Forest Stewardship Council (FSC) – que analisa também o impacto social e as iniciativas econômicas das empresas nas áreas de exploração –, e a do Program for the Endorsement of Forest Certification Schemes (PECF), mais comum na Europa. No Brasil, temos o selo do Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor). Essas certificações, apesar de facultativas, mostram se a empresa tem uma preocupação maior com a economia local e com a forma de extração, entre outras questões. Há uma grande diferença entre os preços da madeira que é retirada seguindo todas as regras e daquela que é extraída clandestinamente. “Quando o consumidor vai pesquisar e comparar, muitas vezes é seduzido pelo preço da madeira ilegal”, conta Grenovier.
O arquiteto e editor do site Instituto da Madeira explica que, em termos de impacto ambiental, não há diferença entre usar produtos de floresta nativa ou de reflorestamento. Normalmente, as diferenças entre os dois tipos estão na densidade do material e no preço. “Se a madeira foi extraída de maneira correta, não há problema em usar uma de mata nativa. A questão é se certificar da procedência”, explica Grenovier. A exceção são as árvores que não podem ser comercializadas por estarem sob risco de extinção, como o pau brasil. Simplesmente não há madeiras legais dessas espécies no mercado. Por fim, além das certificações, é importante usar esse tipo de material com responsabilidade. “Se você usa a madeira de maneira correta, ela dura a vida inteira, e isso é muito positivo para o meio ambiente”, afirma Grenovier.
Fonte: Terra
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