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Notícias
28
ago
2014
(MEIO AMBIENTE)
Integração pecuária-floresta rende ao produtor R$ 1,4 mil por hectare
Investir na integração pecuária-floresta pode render ao produtor rural até R$ 1,4 mil por hectare ao ano. A afirmação é do palestrante e instrutor do Senar/MS – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de MS, Ramiro Juliano da Silva, que ministrou a palestra ‘Cultivo de eucalipto como diversificação’ durante a Feira do Empreendedor, realizada entre os dias 21 e 24 deste mês em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
Segundo Silva, a vantagem do sistema silvipastoril na propriedade rural não está ligada só à rentabilidade. “Em uma área de no mínimo cinco hectares já é possível fazer essa integração. A junção pecuária-floresta é a mais viável economicamente, mas também contribui para a reforma de pastagens degradadas”, destaca o instrutor, ao sinalizar as áreas degradadas um grande desafio da pecuária sul-mato-grossense. O Estado possui atualmente 50% do número de suas pastagens degradadas.
Para consultora técnica do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS, Daniele Coelho, o sistema de integração diversifica e dinamiza a propriedade rural, gerando diferentes fontes de renda. “Quando você integra, é possível minimizar riscos econômicos e ambientais”, considera Daniele, que define a integração de culturas como uma ação empreendedora. “Essa também é uma forma de fazer com que o produtor domine diversas áreas, tanto do agronegócio, quanto do empreendedorismo”.
Opção de seguro rural com retorno garantido. Assim é o cultivo de eucalipto para o produtor rural do município de Jaraguari, Claudir Peccini, que agora pensa em investir na atividade a partir da integração. “Essa é uma opção que pode se enquadrar na minha propriedade, pois mesmo com a espera de no mínimo cinco anos para começar a lucrar, é um investimento seguro”, relata o produtor rural.
Segundo Silva, a vantagem do sistema silvipastoril na propriedade rural não está ligada só à rentabilidade. “Em uma área de no mínimo cinco hectares já é possível fazer essa integração. A junção pecuária-floresta é a mais viável economicamente, mas também contribui para a reforma de pastagens degradadas”, destaca o instrutor, ao sinalizar as áreas degradadas um grande desafio da pecuária sul-mato-grossense. O Estado possui atualmente 50% do número de suas pastagens degradadas.
Para consultora técnica do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS, Daniele Coelho, o sistema de integração diversifica e dinamiza a propriedade rural, gerando diferentes fontes de renda. “Quando você integra, é possível minimizar riscos econômicos e ambientais”, considera Daniele, que define a integração de culturas como uma ação empreendedora. “Essa também é uma forma de fazer com que o produtor domine diversas áreas, tanto do agronegócio, quanto do empreendedorismo”.
Opção de seguro rural com retorno garantido. Assim é o cultivo de eucalipto para o produtor rural do município de Jaraguari, Claudir Peccini, que agora pensa em investir na atividade a partir da integração. “Essa é uma opção que pode se enquadrar na minha propriedade, pois mesmo com a espera de no mínimo cinco anos para começar a lucrar, é um investimento seguro”, relata o produtor rural.
Fonte: Sistema Famasul
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