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Notícias
18
ago
2014
(MADEIRA E PRODUTOS)
Produtores de látex terminam com prejuízo em SP por causa da seca
Terminou a safra do látex em São Paulo e o balanço aponta que os seringais não renderam tanto este ano por causa da seca que afetou a região noroeste do estado.
O resultado da produção não foi tão bom quanto Antônio Lara esperava. Por causa da falta de chuva neste ano, o seringal em Guapiaçu, noroeste paulista, produziu bem menos do que o previsto. A expectativa era conseguir 170 toneladas de cóagulo, mas a produção não chegou nem a 130. De acordo com a Associação Paulista de Produtores de Borracha, em 2013, a produção no estado de São Paulo foi de 98 mil toneladas de coágulo, enquanto neste ano, a previsão é de que os números não cheguem a 73 mil toneladas.
A estiagem é a principal causa, o noroeste paulista ficou mais de 60 dias sem chuva. O período de seca mais intenso foi de maio a julho, justamente quando ocorre o pico de safra da seringueira. No período de entressafra é hora de cuidar do seringal, que deve começar a produzir látex no final de setembro. Os trabalhadores já estão riscando os novos painéis de sangria no tronco das árvores e com o clima propício para esta época do ano, os produtores do noroeste paulista estão otimistas e esperam uma safra bem melhor que a passada.
No sítio de Wander Bassan, em Monte Aprazível, o chão está forrado de folhas secas e as árvores bem verdinhas, bom sinal, que quer dizer que o processo de renovação das folhas está evoluindo bem. “O refolhamento das árvores foi bom, mas isso é só expectativa, depende de chuva e de muito mais”, diz. Além da queda na produção, os agricultores receberam menos pelo látex. Em julho, o quilo do coágulo era negociado por R$ 1,70. Há um ano, o valor chegava aos R$ 2,32.
O resultado da produção não foi tão bom quanto Antônio Lara esperava. Por causa da falta de chuva neste ano, o seringal em Guapiaçu, noroeste paulista, produziu bem menos do que o previsto. A expectativa era conseguir 170 toneladas de cóagulo, mas a produção não chegou nem a 130. De acordo com a Associação Paulista de Produtores de Borracha, em 2013, a produção no estado de São Paulo foi de 98 mil toneladas de coágulo, enquanto neste ano, a previsão é de que os números não cheguem a 73 mil toneladas.
A estiagem é a principal causa, o noroeste paulista ficou mais de 60 dias sem chuva. O período de seca mais intenso foi de maio a julho, justamente quando ocorre o pico de safra da seringueira. No período de entressafra é hora de cuidar do seringal, que deve começar a produzir látex no final de setembro. Os trabalhadores já estão riscando os novos painéis de sangria no tronco das árvores e com o clima propício para esta época do ano, os produtores do noroeste paulista estão otimistas e esperam uma safra bem melhor que a passada.
No sítio de Wander Bassan, em Monte Aprazível, o chão está forrado de folhas secas e as árvores bem verdinhas, bom sinal, que quer dizer que o processo de renovação das folhas está evoluindo bem. “O refolhamento das árvores foi bom, mas isso é só expectativa, depende de chuva e de muito mais”, diz. Além da queda na produção, os agricultores receberam menos pelo látex. Em julho, o quilo do coágulo era negociado por R$ 1,70. Há um ano, o valor chegava aos R$ 2,32.
Fonte: G1
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