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Notícias
06
ago
2014
(BIOENERGIA)
Biomassa oriunda do bambu faz fábrica de cerâmica crescer no mercado
A biomassa gerada pelo bambu é a fonte de energia para uma indústria cerâmica no município de Panorama, localizado a 680 km da capital de São Paulo. O empresário e industrial José Gonçalves, dono do empreendimento, já tem 100 hectares plantados de bambu e planeja outros 100. “Começamos o plantio em 2006 e os resultados são animadores”, disse Gonçalves.
No ramo desde a década de 1980, Jose Gonçalves explicou que a partir do momento em que passou a usar o bambu como gerador de energia em sua empresa, o negócio melhorou. “Já tinha mais de 20 anos de experiência na produção cerâmica. Soubemos que a biomassa gerada pelo bambu era melhor que a do eucalipto, pinus, bagaço de cana e casca de amendoim. Resolvemos plantar, colhemos bem e tudo deu certo”, destacou Gonçalves.
O uso da biomassa do bambu começou em 2009, ou seja, apenas três anos depois de ter iniciado o plantio, comprovando o rápido ciclo da cultura. José Gonçalves contou, ainda, que estudou sobre o bambu, que é mais econômico que as outras formas de biomassa. Ele também destacou que vai ampliar o plantio, principalmente depois que soube que há bancos financiando estes projetos.
Em vários Estados do País, o Banco do Brasil financiou plantios de bambu. Apesar de ter considerado a notícia boa, José Gonçalves disse que prefere fazer o plantio com seus próprios recursos, mas ressaltou que não custa nada fazer um orçamento para 100 hectares. “O negócio cresceu e preciso de mais área plantada”, acrescentou Gonçalves, que comercializa telhas e tijolos nos Estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná.
No ramo desde a década de 1980, Jose Gonçalves explicou que a partir do momento em que passou a usar o bambu como gerador de energia em sua empresa, o negócio melhorou. “Já tinha mais de 20 anos de experiência na produção cerâmica. Soubemos que a biomassa gerada pelo bambu era melhor que a do eucalipto, pinus, bagaço de cana e casca de amendoim. Resolvemos plantar, colhemos bem e tudo deu certo”, destacou Gonçalves.
O uso da biomassa do bambu começou em 2009, ou seja, apenas três anos depois de ter iniciado o plantio, comprovando o rápido ciclo da cultura. José Gonçalves contou, ainda, que estudou sobre o bambu, que é mais econômico que as outras formas de biomassa. Ele também destacou que vai ampliar o plantio, principalmente depois que soube que há bancos financiando estes projetos.
Em vários Estados do País, o Banco do Brasil financiou plantios de bambu. Apesar de ter considerado a notícia boa, José Gonçalves disse que prefere fazer o plantio com seus próprios recursos, mas ressaltou que não custa nada fazer um orçamento para 100 hectares. “O negócio cresceu e preciso de mais área plantada”, acrescentou Gonçalves, que comercializa telhas e tijolos nos Estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná.
Fonte: Painel Florestal
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