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Notícias
04
ago
2014
(MANEJO)
IBF afirma que plantio de mogno africano crescerá no Brasil
Com porte elevado, bom incremento e alta densidade, o Mogno Africano é atualmente uma das madeiras nobres mais rentáveis para investidores e produtores rurais. Seu cultivo tem se difundido cada vez mais no Brasil, motivado pela crescente demanda do mercado por qualidade e alternativas ao uso ilegal de árvores nativas.
A madeira tem um tom castanho avermelhado de admirável beleza e é comumente usada em movelaria, construção civil, naval e para fins ornamentais. A muda possui grande capacidade de adaptação e tem alcançado bons resultados em todo território nacional, mesmo em áreas secas, úmidas e até sujeitas a ocorrência de geadas.
O Instituto Brasileiro de Florestas (IBF) fomenta este tipo de plantio e oferece um vasto leque de serviços que auxiliam o produtor em todas as etapas necessárias, desde os materiais e insumos para produção da muda, apoio técnico através de cursos de capacitação, até a manutenção e consolidação da floresta.
Em Barão de Monte Alto, Minas Gerais, estão sendo cultivados 50 hectares de Mogno Africano, cujo projeto florestal e o fornecimento das mudas são coordenados por Higino Martins Aquino, diretor de desenvolvimento do IBF. Para ele, o sucesso da cultura está relacionado principalmente às atividades pré-operacionais, como a análise do solo, atividades de correção, alinhamento técnico e acordo operacional com a equipe de implantação.
Aquino explica que, na sequência, são realizadas as etapas de combate às formigas urupuás e cupins, retirada de competidores com a capina química total, calagem, gradagem, subsolagem parcial, sulcagem, fosfatagem, construção de aceiros, aplicação de inseticida pré-plantio, demarcação e abertura de covas.
O próximo passo acontece depois de 6 meses, com a manutenção periódica, que contempla várias das atividades desenvolvidas anteriormente e também a poda de ramos laterais, os desbastes, o serviço de apoio técnico e a mensuração florestal, que deve ser realizada anualmente. Por fim, há o carregamento, desdobramento, secagem, transporte e venda da madeira. Para garantir o melhor resultado, é essencial que toda a operação seja orientada por especialistas.
“Em 1 hectare de florestas, a estimativa de investimento gira em torno de R$ 15 mil na implantação, chegando a 27 mil reais ao longo do ciclo e pode gerar uma receita de mais de R$ 500 mil no corte final. É uma cultura de alto valor agregado” destaca Aquino. O investimento é considerado de longo prazo, pois o corte acontece entre o 15º e 18º ano, porém de rápido retorno comparado a outras lavouras florestais nobres, já que entre o 3º e 4º ano de plantio o valor de mercado da terra se multiplica, devido à raridade da madeira e à procura nacional e internacional por parte de empresários do ramo madeireiro.
A madeira tem um tom castanho avermelhado de admirável beleza e é comumente usada em movelaria, construção civil, naval e para fins ornamentais. A muda possui grande capacidade de adaptação e tem alcançado bons resultados em todo território nacional, mesmo em áreas secas, úmidas e até sujeitas a ocorrência de geadas.
O Instituto Brasileiro de Florestas (IBF) fomenta este tipo de plantio e oferece um vasto leque de serviços que auxiliam o produtor em todas as etapas necessárias, desde os materiais e insumos para produção da muda, apoio técnico através de cursos de capacitação, até a manutenção e consolidação da floresta.
Em Barão de Monte Alto, Minas Gerais, estão sendo cultivados 50 hectares de Mogno Africano, cujo projeto florestal e o fornecimento das mudas são coordenados por Higino Martins Aquino, diretor de desenvolvimento do IBF. Para ele, o sucesso da cultura está relacionado principalmente às atividades pré-operacionais, como a análise do solo, atividades de correção, alinhamento técnico e acordo operacional com a equipe de implantação.
Aquino explica que, na sequência, são realizadas as etapas de combate às formigas urupuás e cupins, retirada de competidores com a capina química total, calagem, gradagem, subsolagem parcial, sulcagem, fosfatagem, construção de aceiros, aplicação de inseticida pré-plantio, demarcação e abertura de covas.
O próximo passo acontece depois de 6 meses, com a manutenção periódica, que contempla várias das atividades desenvolvidas anteriormente e também a poda de ramos laterais, os desbastes, o serviço de apoio técnico e a mensuração florestal, que deve ser realizada anualmente. Por fim, há o carregamento, desdobramento, secagem, transporte e venda da madeira. Para garantir o melhor resultado, é essencial que toda a operação seja orientada por especialistas.
“Em 1 hectare de florestas, a estimativa de investimento gira em torno de R$ 15 mil na implantação, chegando a 27 mil reais ao longo do ciclo e pode gerar uma receita de mais de R$ 500 mil no corte final. É uma cultura de alto valor agregado” destaca Aquino. O investimento é considerado de longo prazo, pois o corte acontece entre o 15º e 18º ano, porém de rápido retorno comparado a outras lavouras florestais nobres, já que entre o 3º e 4º ano de plantio o valor de mercado da terra se multiplica, devido à raridade da madeira e à procura nacional e internacional por parte de empresários do ramo madeireiro.
Fonte: IBF
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