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Notícias
29
jul
2014
(GERAL)
Uma praga nociva à floresta está atacando as espécies coníferas do Canadá
A mariposa "Choristoneura fumiferana", uma séria praga de coníferas, está devastando a floresta boreal canadense, onde ela tem se multiplicado devido ao aquecimento global, revelou nesta sexta-feira o Ministério canadense de Recursos Naturais.
O inseto, originário do Canadá, está atacando as três principais espécies de coníferas presentes na floresta boreal: o pinheiro balsâmico, o pinheiro-do-Canadá e o abeto-alemão. As observações permitem concluir que "as epidemias se situam sempre mais ao norte", destacou. "O comportamento do inseto mudou" porque, aparentemente, "o ecossistema dos abetos-alemães estava mais ao norte, onde faria frio demais" para que pudesse sobreviver, explicou à AFP Jacques Régnière, entomologista do serviço florestal canadense, subordinado ao ministério de Recursos Naturais.
As mariposas depositam seus ovos nas árvores que elas parasitam. Quando as lagartas nascem, elas devoram os brotos e podem matá-los em questão de quatro ou cinco anos. Uma epidemia está em andamento atualmente em Quebec, ao norte de Lac Saint-Jean (450 km ao norte de Montreal) e na costa norte do Golfo de Saint-Laurent, ameaçando seriamente a indústria florestal, segundo o cientista.
"O aquecimento global no norte permite ao inseto concluir seu ciclo vital" porque tem feito menos frio do que de costume, porém menos calor do que no sul do país, onde, por causa do calor, o inseto esgota muito rapidamente suas reservas, explicou Régnière.
Com relação aos índices normais das últimas décadas, a temperatura na floresta boreal canadense aumentou em pelo menos meio grau Celsius, o que permitiu à mariposa migrar uma centena de quilômetros para o norte, acrescentou.
"Isto é rápido e pode se amplificar enormemente", concluiu o entomologista do ministério canadense de Recursos Naturais.
Segundo a Agência Americana Oceânica e Atmosférica (NOAA), o mês de junho de 2014 foi o mais quente no mundo desde 1880, quando começaram os registros de temperaturas. A temperatura média combinada na superfície dos solos e dos oceanos marcou, em junho, 16,22 graus Celsius, 0,72°C acima da média do século XX para este mês, superando o último recorde de calor para um mês de junho, que remontava a 2010.
O inseto, originário do Canadá, está atacando as três principais espécies de coníferas presentes na floresta boreal: o pinheiro balsâmico, o pinheiro-do-Canadá e o abeto-alemão. As observações permitem concluir que "as epidemias se situam sempre mais ao norte", destacou. "O comportamento do inseto mudou" porque, aparentemente, "o ecossistema dos abetos-alemães estava mais ao norte, onde faria frio demais" para que pudesse sobreviver, explicou à AFP Jacques Régnière, entomologista do serviço florestal canadense, subordinado ao ministério de Recursos Naturais.
As mariposas depositam seus ovos nas árvores que elas parasitam. Quando as lagartas nascem, elas devoram os brotos e podem matá-los em questão de quatro ou cinco anos. Uma epidemia está em andamento atualmente em Quebec, ao norte de Lac Saint-Jean (450 km ao norte de Montreal) e na costa norte do Golfo de Saint-Laurent, ameaçando seriamente a indústria florestal, segundo o cientista.
"O aquecimento global no norte permite ao inseto concluir seu ciclo vital" porque tem feito menos frio do que de costume, porém menos calor do que no sul do país, onde, por causa do calor, o inseto esgota muito rapidamente suas reservas, explicou Régnière.
Com relação aos índices normais das últimas décadas, a temperatura na floresta boreal canadense aumentou em pelo menos meio grau Celsius, o que permitiu à mariposa migrar uma centena de quilômetros para o norte, acrescentou.
"Isto é rápido e pode se amplificar enormemente", concluiu o entomologista do ministério canadense de Recursos Naturais.
Segundo a Agência Americana Oceânica e Atmosférica (NOAA), o mês de junho de 2014 foi o mais quente no mundo desde 1880, quando começaram os registros de temperaturas. A temperatura média combinada na superfície dos solos e dos oceanos marcou, em junho, 16,22 graus Celsius, 0,72°C acima da média do século XX para este mês, superando o último recorde de calor para um mês de junho, que remontava a 2010.
Fonte: Terra
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