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Notícias
28
jul
2014
(GERAL)
Estudo sobre regeneração natural de florestas nativas facilita cumprir Novo Código Florestal
O resultado desperta atenção de especialistas com a conclusão que 60,8% da área estadual - o que equivale a 2.804.431 hectares -- apresentam um alto potencial de regeneração natural de florestas nativas. Na maior parte dessas áreas, não é necessário o plantio de mudas para a restauração florestal.
Realizado em conjunto com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca do Espírito Santo (Seag), o estudo teve como objetivo fornecer informações para contribuir no processo de aumento da cobertura florestalnativa, de forma simples, eficiente ecologicamente e com baixo custo. De acordo com Gilmar Dadalto, coordenador técnico do Cedagro:
"Dessa forma, é possível ter uma maior aceitação pelos produtores rurais e outros componentes do setor florestal capixaba, o que facilitará o cumprimento da legislação pertinente".
Durante o desenvolvimento do levantamento, foi realizada a comparação nas fotos aéreas de 1975 e 2008 e verificada a existência de 18.979 fragmentos regenerados. Com a análise, essas áreas foram visitadas em campo e os profissionais checaram o estágio de regeneração, avaliando importantes parâmetros como distância entre fragmentos regenerados e matriz, velocidade de regeneração, histórico de uso da área regenerada, estudo florístico, identificando e quantificando as principais espécies florestais encontradas, entre outros. A área total soma 106.554 hectares, significando que cerca de 3.229 hectares de florestas nativas foram regenerados anualmente.
"A tendência é que essa área anual regenerada nos últimos anos seja bem maior que no passado, em função da existência de legislação, que a partir de 1993 proibiu o corte de Mata Atlântica, e do maior rigor da fiscalização e processos educativos ambientais" esclareceu o engenheiro agrônomo Gilmar Dadalto.
O Estado foi dividido em 12 zonas naturais, sendo que as zonas Central Serrana, Transição Metropolitana/Central Serrana e Extremo Sul Acidentado apresentaram mais de 90% de potencial de regeneração natural, enquanto as zonas Extremo Norte, Tabuleiro Sul/Extremo Sul Baixo e Litoral Norte apresentaram menos de 35%. Os dados mostram que existe uma grande diferenciação de potencial entre as diferentes regiões/zonas naturais do Estado em função principalmente da variação da cobertura florestal nativa, do solo e do clima.
Realizado em conjunto com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca do Espírito Santo (Seag), o estudo teve como objetivo fornecer informações para contribuir no processo de aumento da cobertura florestalnativa, de forma simples, eficiente ecologicamente e com baixo custo. De acordo com Gilmar Dadalto, coordenador técnico do Cedagro:
"Dessa forma, é possível ter uma maior aceitação pelos produtores rurais e outros componentes do setor florestal capixaba, o que facilitará o cumprimento da legislação pertinente".
Durante o desenvolvimento do levantamento, foi realizada a comparação nas fotos aéreas de 1975 e 2008 e verificada a existência de 18.979 fragmentos regenerados. Com a análise, essas áreas foram visitadas em campo e os profissionais checaram o estágio de regeneração, avaliando importantes parâmetros como distância entre fragmentos regenerados e matriz, velocidade de regeneração, histórico de uso da área regenerada, estudo florístico, identificando e quantificando as principais espécies florestais encontradas, entre outros. A área total soma 106.554 hectares, significando que cerca de 3.229 hectares de florestas nativas foram regenerados anualmente.
"A tendência é que essa área anual regenerada nos últimos anos seja bem maior que no passado, em função da existência de legislação, que a partir de 1993 proibiu o corte de Mata Atlântica, e do maior rigor da fiscalização e processos educativos ambientais" esclareceu o engenheiro agrônomo Gilmar Dadalto.
O Estado foi dividido em 12 zonas naturais, sendo que as zonas Central Serrana, Transição Metropolitana/Central Serrana e Extremo Sul Acidentado apresentaram mais de 90% de potencial de regeneração natural, enquanto as zonas Extremo Norte, Tabuleiro Sul/Extremo Sul Baixo e Litoral Norte apresentaram menos de 35%. Os dados mostram que existe uma grande diferenciação de potencial entre as diferentes regiões/zonas naturais do Estado em função principalmente da variação da cobertura florestal nativa, do solo e do clima.
Fonte: Agrosoft
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