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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Saldo de US$ 3 bi é recorde para outubro
A balança comercial encerrou o mês passado com superávit recorde para meses de outubro de US$ 3,01 bilhões, 18,6% acima do registrado em igual período do ano anterior. As exportações atingiram valor recorde para meses de outubro de US$ 8,84 bilhões, 16,9% maior que o apurado em igual período de 2003, mas 0,9% inferior a setembro. As importações bateram recorde histórico e chegaram a US$ 5,84 bilhões como reflexo direto do maior dinamismo do setor produtivo interno.
A performance do último mês elevou para US$ 28,12 bilhões o superávit acumulado no ano. Ao divulgar os números, o secretário-adjunto da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Meziat, informou que o governo mantêm as metas para 2004 de US$ 94 bilhões de exportação e de US$ 32 bilhões de saldo comercial.
Nos últimos 12 meses terminados em outubro, os números da balança são recordes históricos, exceto para as importações. A corrente de comércio alcançou US$ 151,11 bilhões, superando pela primeira vez a barreira dos US$ 150 bilhões. As exportações somaram US$ 91,85 bilhões, as importações, US$ 59,26 bilhões, e o saldo acumulou divisas cambiais de US$ 32,59 bilhões.
Em outubro, as exportações de US$ 8,84 bilhões, mantiveram os embarques destinados ao exterior no nível dos US$ 9 bilhões pelo quinto mês consecutivo. Para novembro e dezembro a expectativa é de recuo. As vendas de produtos manufaturados foram recordes em outubro e atingiram a cifra de US$ 5,28 bilhões, positivamente influenciada pela exportação de um navio-plataforma no valor de US$ 655 milhões.
As receitas com os embarques de produtos básicos e semimanufaturados foram recordes para meses de outubro e somaram US$ 2,30 bilhões e US$ 1,12 bilhão, respectivamente. Com 20 dias úteis, a média diária das exportações ficou em US$ 442,2 milhões em outubro, 4,1% acima da média de setembro e 34,4% superior na comparação com a média de outubro de 2003.
A nota técnica da Secex informou que o incremento das vendas para os Estados Unidos deve-se à ampliação das exportações de aeronaves, ferro fundido, máquinas, petróleo em bruto, madeiras, calçados, móveis e suco de laranja. Para a Argentina, o crescimento tem se dado através dos maiores embarques de automóveis, auto-peças, equipamentos, eletroeletrônicos, plásticos, ferro fundido, papel e celulose.
A importação recorde de US$ 5,84 bilhões em outubro está relacionada ao maior dinamismo do mercado doméstico e tende a manter-se nesse nível nos meses subseqüentes. Entre os importados, o maior acréscimo foi verificado no item matérias-primas e bens intermediários, que teve alta de 37% em outubro frente a igual mês de 2003. As importações de bens de consumo e de bens de capital cresceram 19,7% e 3,5%, respectivamente.
Fonte: Celulose Online – 04/11/2004
A performance do último mês elevou para US$ 28,12 bilhões o superávit acumulado no ano. Ao divulgar os números, o secretário-adjunto da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Meziat, informou que o governo mantêm as metas para 2004 de US$ 94 bilhões de exportação e de US$ 32 bilhões de saldo comercial.
Nos últimos 12 meses terminados em outubro, os números da balança são recordes históricos, exceto para as importações. A corrente de comércio alcançou US$ 151,11 bilhões, superando pela primeira vez a barreira dos US$ 150 bilhões. As exportações somaram US$ 91,85 bilhões, as importações, US$ 59,26 bilhões, e o saldo acumulou divisas cambiais de US$ 32,59 bilhões.
Em outubro, as exportações de US$ 8,84 bilhões, mantiveram os embarques destinados ao exterior no nível dos US$ 9 bilhões pelo quinto mês consecutivo. Para novembro e dezembro a expectativa é de recuo. As vendas de produtos manufaturados foram recordes em outubro e atingiram a cifra de US$ 5,28 bilhões, positivamente influenciada pela exportação de um navio-plataforma no valor de US$ 655 milhões.
As receitas com os embarques de produtos básicos e semimanufaturados foram recordes para meses de outubro e somaram US$ 2,30 bilhões e US$ 1,12 bilhão, respectivamente. Com 20 dias úteis, a média diária das exportações ficou em US$ 442,2 milhões em outubro, 4,1% acima da média de setembro e 34,4% superior na comparação com a média de outubro de 2003.
A nota técnica da Secex informou que o incremento das vendas para os Estados Unidos deve-se à ampliação das exportações de aeronaves, ferro fundido, máquinas, petróleo em bruto, madeiras, calçados, móveis e suco de laranja. Para a Argentina, o crescimento tem se dado através dos maiores embarques de automóveis, auto-peças, equipamentos, eletroeletrônicos, plásticos, ferro fundido, papel e celulose.
A importação recorde de US$ 5,84 bilhões em outubro está relacionada ao maior dinamismo do mercado doméstico e tende a manter-se nesse nível nos meses subseqüentes. Entre os importados, o maior acréscimo foi verificado no item matérias-primas e bens intermediários, que teve alta de 37% em outubro frente a igual mês de 2003. As importações de bens de consumo e de bens de capital cresceram 19,7% e 3,5%, respectivamente.
Fonte: Celulose Online – 04/11/2004
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