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Notícias
18
jul
2014
(CERTIFICAÇÃO)
Estatistica: No Brasil há mais de dois milhões de hectares de madeira certificadas pelo FSC
De acordo com um levantamento feito pela secretária-executiva no Brasil do selo FSC (Forest Stewardship Council), Fabíola Zerbini, no Brasil atualmente há 2,872 milhões de hectares cerificados pelo selo verde, a maior parte deles sendo no Pará, seguido pelo Acre e Rondônia.
A representatividade destes mais de dois milhões de hectares certificados ainda é baixa, já que existe uma área de quase 350 milhões de hectares de vegetação nativa da Amazônia, que representam, aproximadamente, 500 mil m³ de cumaru, massaranduba, cambará e cedrinho, entre tantas outras espécies de madeira bruta certificadas disponíveis para consumo imediato, seja por empresas intermediárias ou consumidores finais. “A madeira da Amazônia oriunda do manejo florestal precisa fazer parte da vida de todos nós. Os consumidores precisam questionar a origem e qualidade dos produtos que compram”, ressalva Fabíola.
Preço da madeira cai pressiona margens
Uma pesquisa da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil, em parceria com a Dendrus Projetos Florestais e Ambientais e a Universidade Federal de Viçosa, aponta que a estabilidade nos preços de venda da madeira e a alta dos insumos vem reduzindo a rentabilidade dos silvicultores do país desde 2012.
A representatividade destes mais de dois milhões de hectares certificados ainda é baixa, já que existe uma área de quase 350 milhões de hectares de vegetação nativa da Amazônia, que representam, aproximadamente, 500 mil m³ de cumaru, massaranduba, cambará e cedrinho, entre tantas outras espécies de madeira bruta certificadas disponíveis para consumo imediato, seja por empresas intermediárias ou consumidores finais. “A madeira da Amazônia oriunda do manejo florestal precisa fazer parte da vida de todos nós. Os consumidores precisam questionar a origem e qualidade dos produtos que compram”, ressalva Fabíola.
Preço da madeira cai pressiona margens
Uma pesquisa da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil, em parceria com a Dendrus Projetos Florestais e Ambientais e a Universidade Federal de Viçosa, aponta que a estabilidade nos preços de venda da madeira e a alta dos insumos vem reduzindo a rentabilidade dos silvicultores do país desde 2012.
Fonte: Valor Econômico / Adaptado por CeluloseOnline
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