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Notícias
16
jul
2014
(ECONOMIA)
Intenção de consumo em SP é a menor desde agosto de 2009
Índice caiu 2,5%, para 110,8 pontos em junho, diz FecomercioSP. Consumidor está menos confiante quanto ao emprego e à renda.
Os moradores de São Paulo estão menos confiantes quanto ao emprego e à renda e, com isso, menos interessados em consumir, em especial bens duráveis, aponta nesta segunda-feira (14) a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
O índice Intenção de Consumo das Famílias (ICF) caiu 2,5%, para 110,8 pontos em junho, na comparação com maio, e recuou 15,1% no confronto com o mesmo período do ano passado. Com isso, o indicador registrou o menor patamar da série histórica da pesquisa, iniciada em agosto de 2009.
O subíndice em que os consumidores avaliam o momento para compra de bens duráveis foi o que mais caiu, 8,3%, se situando 87,5 pontos em junho, seguido pelo recuo de 3,8% em perspectiva de consumo, com 103,8 pontos. O subindicador de nível de consumo atual diminui 0,5% no período, ficando em 86 pontos - pior pontuação entre as variáveis do ICF. De todas as categorias que fazem parte do indicador, apenas acesso ao crédito avançou de maio para junho (0,9%), atingindo os 133,7 pontos.
O desaquecimento do mercado de trabalho, identificado nas últimas pesquisas sobre o tema, é apontado como motivo para as baixas nos quesitos emprego atual (-1,5%, aos 125,9 pontos), renda atual (-2,3%, para 126,9 pontos) e perspectiva profissional (-2,9%, a 112 pontos).
De acordo com a FecomercioSP, a falta de água em alguns bairros e a ocorrência recente de paralisações no transporte público (ônibus e metrô) também foram fatores que reduziram a confiança dos moradores da capital paulista.
Em nota, a entidade diz que o indicador de intenção de consumo deve continuar a cair. 'As altas taxas de inflação têm pressionado insistentemente o orçamento doméstico. Além disso, o temor em relação ao futuro - provocado pelo crescimento mais modesto da renda - e a geração de empregos contribuem para segurar o consumo dos paulistanos', diz a entidade.
Os moradores de São Paulo estão menos confiantes quanto ao emprego e à renda e, com isso, menos interessados em consumir, em especial bens duráveis, aponta nesta segunda-feira (14) a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
O índice Intenção de Consumo das Famílias (ICF) caiu 2,5%, para 110,8 pontos em junho, na comparação com maio, e recuou 15,1% no confronto com o mesmo período do ano passado. Com isso, o indicador registrou o menor patamar da série histórica da pesquisa, iniciada em agosto de 2009.
O subíndice em que os consumidores avaliam o momento para compra de bens duráveis foi o que mais caiu, 8,3%, se situando 87,5 pontos em junho, seguido pelo recuo de 3,8% em perspectiva de consumo, com 103,8 pontos. O subindicador de nível de consumo atual diminui 0,5% no período, ficando em 86 pontos - pior pontuação entre as variáveis do ICF. De todas as categorias que fazem parte do indicador, apenas acesso ao crédito avançou de maio para junho (0,9%), atingindo os 133,7 pontos.
O desaquecimento do mercado de trabalho, identificado nas últimas pesquisas sobre o tema, é apontado como motivo para as baixas nos quesitos emprego atual (-1,5%, aos 125,9 pontos), renda atual (-2,3%, para 126,9 pontos) e perspectiva profissional (-2,9%, a 112 pontos).
De acordo com a FecomercioSP, a falta de água em alguns bairros e a ocorrência recente de paralisações no transporte público (ônibus e metrô) também foram fatores que reduziram a confiança dos moradores da capital paulista.
Em nota, a entidade diz que o indicador de intenção de consumo deve continuar a cair. 'As altas taxas de inflação têm pressionado insistentemente o orçamento doméstico. Além disso, o temor em relação ao futuro - provocado pelo crescimento mais modesto da renda - e a geração de empregos contribuem para segurar o consumo dos paulistanos', diz a entidade.
Fonte: G1 Globo
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