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Notícias
16
jul
2014
(SILVICULTURA)
Alta dos insumos e estabilidade dos preços da madeira reduzem a rentabilidade da silvicultura em todo o País
A alta dos insumos e a estabilidade dos preços de venda da madeira têm reduzido à rentabilidade da silvicultura nas regiões de Palmas (TO), Campo Grande (MS) e Curvelo (MG), segundo levantamento do Projeto Campo Futuro, parceria da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Dendrus Projetos Florestais e Ambientais e da Universidade Federal de Viçosa (UFV).
A análise, que está no boletim “Ativos da Silvicultura”, mostra que o lucro dos produtores caiu 37,8% em Curvelo entre novembro de 2012 e abril de 2014, em função da elevação dos custos de produção e da manutenção dos preços de venda. Há dois anos, o Custo Total (CT) era de R$ 37,15 por metro cúbico. Em 2014, chegou a R$ 40,11, uma alta de 7,38%. No período, o preço da madeira manteve-se estável em R$ 45 por metro cúbico em pé.
Esta realidade também foi verificada em Palmas e em Campo Grande, onde o metro cúbico da madeira em pé continuou sendo vendido a R$ 62 e R$ 50, respectivamente, mesmo em um cenário de custos mais altos. O lucro dos produtores de Campo Grande teve queda de 24,4% entre agosto de 2013 e abril de 2014.
Para evitar novos ciclos de perdas financeiras, a orientação da CNA/Dendrus/UFV é para que os produtores planejem as aplicações de insumos e fertilizantes, itens que, segundo os especialistas, devem ser comprados quando os preços estiverem mais baixos. Esta estratégia possibilitará aumento na rentabilidade dos projetos florestais.
Além dos fatores econômicos, a instabilidade climática observada no Brasil nos últimos meses - chuvas torrenciais no final de 2013 e longo período de estiagem no início de 2014 – foi motivo de preocupação para o setor. No Espírito Santo e no sul da Bahia, o clima dificultou os trabalhos de sangria e a execução das tarefas diárias nos seringais.
Produtores desses Estados relatam que a produtividade por hectare tenha sido reduzida em 20% a 30%. “Além destes prejuízos diretos, fortes chuvas seguidas de período de estiagem podem favorecer o aparecimento de doenças e pragas nos seringais”, afirma Camila Braga, assessora técnica da CNA.
A análise, que está no boletim “Ativos da Silvicultura”, mostra que o lucro dos produtores caiu 37,8% em Curvelo entre novembro de 2012 e abril de 2014, em função da elevação dos custos de produção e da manutenção dos preços de venda. Há dois anos, o Custo Total (CT) era de R$ 37,15 por metro cúbico. Em 2014, chegou a R$ 40,11, uma alta de 7,38%. No período, o preço da madeira manteve-se estável em R$ 45 por metro cúbico em pé.
Esta realidade também foi verificada em Palmas e em Campo Grande, onde o metro cúbico da madeira em pé continuou sendo vendido a R$ 62 e R$ 50, respectivamente, mesmo em um cenário de custos mais altos. O lucro dos produtores de Campo Grande teve queda de 24,4% entre agosto de 2013 e abril de 2014.
Para evitar novos ciclos de perdas financeiras, a orientação da CNA/Dendrus/UFV é para que os produtores planejem as aplicações de insumos e fertilizantes, itens que, segundo os especialistas, devem ser comprados quando os preços estiverem mais baixos. Esta estratégia possibilitará aumento na rentabilidade dos projetos florestais.
Além dos fatores econômicos, a instabilidade climática observada no Brasil nos últimos meses - chuvas torrenciais no final de 2013 e longo período de estiagem no início de 2014 – foi motivo de preocupação para o setor. No Espírito Santo e no sul da Bahia, o clima dificultou os trabalhos de sangria e a execução das tarefas diárias nos seringais.
Produtores desses Estados relatam que a produtividade por hectare tenha sido reduzida em 20% a 30%. “Além destes prejuízos diretos, fortes chuvas seguidas de período de estiagem podem favorecer o aparecimento de doenças e pragas nos seringais”, afirma Camila Braga, assessora técnica da CNA.
Fonte: CNA
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