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Notícias
14
jul
2014
(SETOR FLORESTAL)
Rio Grande do Sul vive crise no setor de florestas plantadas
Tornar-se um polo nacional no setor de florestas plantadas. Este é o desejo de muitos estados brasileiros que vivem diariamente uma corrida e por isso recebem grandes investimentos voltados à produção de celulose e papel. Na contramão deste ideal está o Rio Grande do Sul.
Não obstante as condições favoráveis em termos de solo, clima, insolação, entre outros, o estado está sendo prejudicado pela falta de adequada conscientização da sociedade para o potencial de desenvolvimento representado pela atividade florestal.
Exemplo dos obstáculos é a falta de licenciamento para novos plantios de pinus, que está na dependência de autorização do Conselho Estadual do Meio Ambiente, embora ele seja fonte de matéria-prima para manufaturados que vão desde madeira serrada e móveis até fraldas descartáveis, absorventes femininos, sacos de cimento e embalagens de papelão.
Essa é a opinião do Sinpasul (Sindicato das Indústrias de Celulose, Papel, Papelão, Embalagens e Artefatos de Papel e Cortiça do Rio Grande do Sul), que na tentativa de reverter este quadro, está elaborando trabalho contendo sugestões de ações para ser entregue aos candidatos ao governo do Estado. “Infelizmente, esta falta de conscientização já fez com que tenhamos perdido aportes de pelo menos R$ 10 bilhões, apenas para a produção de celulose”, comenta o presidente do sindicato, Walter Rudi Christmann.
Uma oportunidade para movimentar o setor, é a 6ª edição da Feira Internacional de Fornecedores da Indústria Madeira e Móveis, a maior do setor moveleiro na América Latina. O evento acontece entre os dias 29 de julho e 1 de agosto, no Pavilhão Anhembi, em São Paulo. “É uma oportunidade para empresas regionais saírem de um mercado menor e buscarem espaço em outras partes do Brasil e do mundo através do contato com expositores”, explica Tatiano Segalin, diretor da ForMóbile.
Não obstante as condições favoráveis em termos de solo, clima, insolação, entre outros, o estado está sendo prejudicado pela falta de adequada conscientização da sociedade para o potencial de desenvolvimento representado pela atividade florestal.
Exemplo dos obstáculos é a falta de licenciamento para novos plantios de pinus, que está na dependência de autorização do Conselho Estadual do Meio Ambiente, embora ele seja fonte de matéria-prima para manufaturados que vão desde madeira serrada e móveis até fraldas descartáveis, absorventes femininos, sacos de cimento e embalagens de papelão.
Essa é a opinião do Sinpasul (Sindicato das Indústrias de Celulose, Papel, Papelão, Embalagens e Artefatos de Papel e Cortiça do Rio Grande do Sul), que na tentativa de reverter este quadro, está elaborando trabalho contendo sugestões de ações para ser entregue aos candidatos ao governo do Estado. “Infelizmente, esta falta de conscientização já fez com que tenhamos perdido aportes de pelo menos R$ 10 bilhões, apenas para a produção de celulose”, comenta o presidente do sindicato, Walter Rudi Christmann.
Uma oportunidade para movimentar o setor, é a 6ª edição da Feira Internacional de Fornecedores da Indústria Madeira e Móveis, a maior do setor moveleiro na América Latina. O evento acontece entre os dias 29 de julho e 1 de agosto, no Pavilhão Anhembi, em São Paulo. “É uma oportunidade para empresas regionais saírem de um mercado menor e buscarem espaço em outras partes do Brasil e do mundo através do contato com expositores”, explica Tatiano Segalin, diretor da ForMóbile.
Fonte: Jornal do Comércio / Adaptado por CeluloseOnline
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