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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Reflorestar é a solução sustentável
O empresário Moacir Raimam veio do Paraná para Rondon/PA há 9 anos e montou uma fábrica de compensados, ramo no qual já trabalha há mais de 20 anos. A empresa de Moacir fabrica laminados de madeira, matéria-prima de grande utilidade na fabricação de móveis e construção em madeira.
O empresário acredita ser necessário iniciar um grande processo de reflorestamento como forma de garantir a extração de madeira no futuro. “Sem reflorestamento haverá a estagnação do setor madeireiro em poucos anos “, sentencia.
Ele lembra da experiência iniciada há 20 anos atrás no Paraná com a plantação do Pinheiro Americano, que hoje responde por toda a produção de laminados naquele estado.
Em janeiro passado seu Moacir iniciou em Rondon um grande projeto de reflorestamento com árvores de Paricá que vai abranger 70 mil ha. Ele fala com entusiasmo que em apenas nove meses o Paricá já atingiu o tamanho de 2,5 metros e arremata: pelo modernismo das máquinas atuais, podem se colher árvores em grande escala para uso em compensados com 6 anos de plantada.
Seu Moacir adianta que estão sendo feitos estudos de melhoramento genético do Paricá, através de clonagem, visando garantir a uniformidade da plantação, o que elevaria o seu aproveitamento para até 82%. Na árvore nativa o aproveitamento chega no máximo a 65%. Também está sendo experimentada a plantação consorciada do Paricá com teca, mogno e faveira.
Fonte: Ambiente Brasil – 03/11/2004
O empresário acredita ser necessário iniciar um grande processo de reflorestamento como forma de garantir a extração de madeira no futuro. “Sem reflorestamento haverá a estagnação do setor madeireiro em poucos anos “, sentencia.
Ele lembra da experiência iniciada há 20 anos atrás no Paraná com a plantação do Pinheiro Americano, que hoje responde por toda a produção de laminados naquele estado.
Em janeiro passado seu Moacir iniciou em Rondon um grande projeto de reflorestamento com árvores de Paricá que vai abranger 70 mil ha. Ele fala com entusiasmo que em apenas nove meses o Paricá já atingiu o tamanho de 2,5 metros e arremata: pelo modernismo das máquinas atuais, podem se colher árvores em grande escala para uso em compensados com 6 anos de plantada.
Seu Moacir adianta que estão sendo feitos estudos de melhoramento genético do Paricá, através de clonagem, visando garantir a uniformidade da plantação, o que elevaria o seu aproveitamento para até 82%. Na árvore nativa o aproveitamento chega no máximo a 65%. Também está sendo experimentada a plantação consorciada do Paricá com teca, mogno e faveira.
Fonte: Ambiente Brasil – 03/11/2004
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