Voltar
Notícias
13
jun
2014
(REFLORESTAMENTO)
Estudantes criam aplicativo para ajudar no reflorestamento da Amazônia
Foi divulgada, na semana mundial do Meio Ambiente, a lista de finalistas na categoria ensino médio da competição internacional 'Technovation Challenge', que aconteceu no dia 18 de maio na Califórnia, Estados Unidos.
Durante a competição, cinco estudante brasileiras, do ensino médio de Santarém, oeste do Pará, apresentaram um protótipo de aplicativo GreenBaby criado por elas, que tem como objetivo ajudar no reflorestamento da Amazônia.
Elas foram selecionadas entre 57 equipes do Brasil, ficando entre as nove finalistas. As estudantes vão representar o país, sendo as únicas da América do Sul no evento.
Sara Siufi, estudante responsável pelo designer do aplicativo, diz que é ótima a sensação de estar na final. Para ela, toda a dedicação da equipe valeu a pena. Ela ressalta que todas estavam confiantes, mas com medo. As estudantes estão em busca do primeiro lugar.
A mestre em engenheira elétrica e mentora da equipe, professora Marialina Corrêa Sobrinho, revelou que estava tão esperançosa que chegou a reservar as passagens dias antes. Além disso, ela diz que tinha certeza que a equipe seria classificada. No momento, elas vivem um período de ansiedade, mas estão confiantes e eufóricas.
Aplicativo
O GreenBaby permite que usuários do mundo inteiro adotem árvores que serão plantadas e cuidadas na Reserva Extrativista - (Resex Tapajós – Arapiuns). De acordo com a coordenadora, por meio do aplicativo, será possível contribuir com o reflorestamento da Amazônia, preservação de espécies nativas e o desenvolvimento sustentável.
Marialina Corrêa afirma que a ideia é trabalhar a sustentabilidade e fazer com que as meninas desenvolvam um projeto na área de empreendedorismo, saber fazer um plano de negócio e colocar a aplicação de forma sustentável.
A coordenadora ainda explica que, no aplicativo, o usuário que adotar uma árvore terá que contribuir com um valor anual. Com o valor arrecadado, 60% será destinado para os moradores da Resex fazerem a manutenção das árvores e, 40% para o projeto investir em novas tecnologias.
No dia 14 de junho, as jovens embarcam para a Califórnia, onde irão competir com mais oito equipes. O ganhador da competição vai receber 10 mil dólares para investir no projeto.
Durante a competição, cinco estudante brasileiras, do ensino médio de Santarém, oeste do Pará, apresentaram um protótipo de aplicativo GreenBaby criado por elas, que tem como objetivo ajudar no reflorestamento da Amazônia.
Elas foram selecionadas entre 57 equipes do Brasil, ficando entre as nove finalistas. As estudantes vão representar o país, sendo as únicas da América do Sul no evento.
Sara Siufi, estudante responsável pelo designer do aplicativo, diz que é ótima a sensação de estar na final. Para ela, toda a dedicação da equipe valeu a pena. Ela ressalta que todas estavam confiantes, mas com medo. As estudantes estão em busca do primeiro lugar.
A mestre em engenheira elétrica e mentora da equipe, professora Marialina Corrêa Sobrinho, revelou que estava tão esperançosa que chegou a reservar as passagens dias antes. Além disso, ela diz que tinha certeza que a equipe seria classificada. No momento, elas vivem um período de ansiedade, mas estão confiantes e eufóricas.
Aplicativo
O GreenBaby permite que usuários do mundo inteiro adotem árvores que serão plantadas e cuidadas na Reserva Extrativista - (Resex Tapajós – Arapiuns). De acordo com a coordenadora, por meio do aplicativo, será possível contribuir com o reflorestamento da Amazônia, preservação de espécies nativas e o desenvolvimento sustentável.
Marialina Corrêa afirma que a ideia é trabalhar a sustentabilidade e fazer com que as meninas desenvolvam um projeto na área de empreendedorismo, saber fazer um plano de negócio e colocar a aplicação de forma sustentável.
A coordenadora ainda explica que, no aplicativo, o usuário que adotar uma árvore terá que contribuir com um valor anual. Com o valor arrecadado, 60% será destinado para os moradores da Resex fazerem a manutenção das árvores e, 40% para o projeto investir em novas tecnologias.
No dia 14 de junho, as jovens embarcam para a Califórnia, onde irão competir com mais oito equipes. O ganhador da competição vai receber 10 mil dólares para investir no projeto.
Fonte: FSC
Notícias em destaque
Pesquisador da Universidade Estadual de Michigan explora novo uso para madeira danificada
Um pesquisador da Universidade Estadual de Michigan (MSU) recebeu uma verba de US$ 300.000 do Instituto Nacional de Alimentação e...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Árvores desenvolveram madeira mais densa com redução da poluição na pandemia
Análise de anéis de crescimento identificou sinais da redução das emissões veiculares e...
(CIÊNCIA)
Indústria de celulose retoma debate sobre eucalipto transgênico diante das mudanças climáticas
Setor busca flexibilizar regras internacionais de certificação para viabilizar o cultivo comercial de árvores geneticamente...
(TECNOLOGIA)
Produtos de madeira sofrem contração, enquanto o setor moveleiro cresce, segundo o último relatório do PMI
A atividade econômica no setor manufatureiro expandiu em outubro pelo décimo mês consecutivo, segundo executivos da cadeia de...
(INTERNACIONAL)
O que uma árvore consegue revelar quando é medida todos os dias
A árvore cresce em anos, mas responde ao ambiente em horas.
No inventário tradicional, o crescimento de um talhão aparece...
(CIÊNCIA)
Madeira fica flexível e pode ser dobrada e moldada
Engenheiros italianos desenvolveram um novo método para dar flexibilidade à madeira, e fazer isso de forma controlada, atendendo...
(MADEIRA E PRODUTOS)















