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Notícias
03
jun
2014
(GERAL)
Integração Lavoura-Pecuária-Floresta aumenta produção, empregabilidade e renda de produtores
Através do Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) o produtor rural brasileiro, que antes cultivava apenas nos primeiros meses do ano, passou a produzir o ano inteiro.
A mudança de perfil do agricultor e nas ações dentro da propriedade rural foram destacadas pelo presidente da John Deere Brasil, Paulo Renato Herrmann, que ministrou palestra no II Fórum de Agronegócios promovido pela Amcham Campo Grande nesta semana.
"O sistema permite que o produtor cultive a soja nos primeiros meses do ano, o milho e a braquiária simultaneamente entre maio e agosto e insira o gado no pasto nos meses subsequentes," ressaltou o presidente considerando o aumento na produção, empregabilidade e renda. Para Herrmann, o sistema além de sustentável, devido o cultivo de florestas, também apresenta
viabilidade econômica.
Em contraposição ao desenvolvimento da porteira para dentro, durante o Fórum de Agronegócios o diretor de relações institucionais da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul), Rogério Beretta, deu ênfase no desempenho do agronegócio, que é barrado por problemas logísticos. "Além da logística nas rodovias e portos, enfrentamos problemas com o embaraço aduaneiro e com a ineficiência administrativa nos aeroportos, fatores que atrapalham a evolução do setor", afirmou.
Entre as soluções para o entrave logístico destacadas durante o evento, o sócio executivo do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), Marcos Valentini, considerou o escoamento das commodities pelo Oceano Pacífico como alternativa para o setor.
"Exportar a produção brasileira pelo Pacífico pode se tornar uma alternativa viável em cinco anos. São necessárias ações de parcerias internacionais em prol do desenvolvimento de estradas e hidrovias que resolvam a logística", destacou Valentini.
A construção de portos secos foi citada pelo gestor de distribuição e logística da empresa de software Totvs, Luís Bogiano, como estratégia para a melhoria no desempenho logístico. "Minimizaria o custo e agilizaria o sistema de escoamento de produção", referindo-se ao porto seco, terminal terrestre diretamente ligado por estrada, ferrovias ou via aérea, com um depósito alfandegário, citado por Bogiano como opção para descongestionar os portos marítimos.
A mudança de perfil do agricultor e nas ações dentro da propriedade rural foram destacadas pelo presidente da John Deere Brasil, Paulo Renato Herrmann, que ministrou palestra no II Fórum de Agronegócios promovido pela Amcham Campo Grande nesta semana.
"O sistema permite que o produtor cultive a soja nos primeiros meses do ano, o milho e a braquiária simultaneamente entre maio e agosto e insira o gado no pasto nos meses subsequentes," ressaltou o presidente considerando o aumento na produção, empregabilidade e renda. Para Herrmann, o sistema além de sustentável, devido o cultivo de florestas, também apresenta
viabilidade econômica.
Em contraposição ao desenvolvimento da porteira para dentro, durante o Fórum de Agronegócios o diretor de relações institucionais da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul), Rogério Beretta, deu ênfase no desempenho do agronegócio, que é barrado por problemas logísticos. "Além da logística nas rodovias e portos, enfrentamos problemas com o embaraço aduaneiro e com a ineficiência administrativa nos aeroportos, fatores que atrapalham a evolução do setor", afirmou.
Entre as soluções para o entrave logístico destacadas durante o evento, o sócio executivo do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), Marcos Valentini, considerou o escoamento das commodities pelo Oceano Pacífico como alternativa para o setor.
"Exportar a produção brasileira pelo Pacífico pode se tornar uma alternativa viável em cinco anos. São necessárias ações de parcerias internacionais em prol do desenvolvimento de estradas e hidrovias que resolvam a logística", destacou Valentini.
A construção de portos secos foi citada pelo gestor de distribuição e logística da empresa de software Totvs, Luís Bogiano, como estratégia para a melhoria no desempenho logístico. "Minimizaria o custo e agilizaria o sistema de escoamento de produção", referindo-se ao porto seco, terminal terrestre diretamente ligado por estrada, ferrovias ou via aérea, com um depósito alfandegário, citado por Bogiano como opção para descongestionar os portos marítimos.
Fonte: Capital News
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