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Notícias
03
jun
2014
(GERAL)
Extrativistas correm contra o tempo na coleta da castanha no Acre
O excesso de chuva atrasou a safra da castanha no Acre. Os extrativistas ainda estão na mata em busca dos ouriços.
A castanheira é uma das árvores mais imponentes da Amazônia e chega a atingir 50 metros de altura. Mesmo ameaçada de extinção pelo desmatamento ilegal, ainda garante o sustento de cerca de 10 mil famílias na região amazônica. Gente como o extrativista Domingos de Almeida./ é com esse trabalho que ele consegue manter o filho na cidade, estudando pedagogia.
Este ano, já encheu 300 paneiros, os cestos utilizados para coletar os ouriços de castanha. A retirada garantiu uma renda de sete mil e duzentos reais.
O período de safra da castanha vai de dezembro à abril. / período de chuvas aqui no acre. / mas 2014 foi um ano atípico, choveu mais do que o esperado até maio./ é por isso que o trabalho aqui ainda está a todo vapor./ 14 mil toneladas e meia. / esta é a previsão da safra deste ano no estado, que é o segundo o maior produtor da amêndoa do país.
Para garantir esse posto, é preciso também ficar de olho na qualidade, que começa na hora da coleta. / dona francisca tem todos as boas práticas de produção na ponta da língua.
E são os cuidados que dona francisca adotou que livram as castanhas de pragas e fungos como a aflatoxina.
Tudo que é coletado pelos extrativistas dentro dos seringais acreanos vai parar em três usinas de beneficiamento, como esta. / aqui as castanhas são separadas por tamanhos e espécies. / depois de descascadas são cozidas, embaladas e ganham o mundo. Cada pacote de 20 quilos custa R$ 480 e o mercado é garantido. Os principais compradores são o Rio de Janeiro e São Paulo.
A castanheira é uma das árvores mais imponentes da Amazônia e chega a atingir 50 metros de altura. Mesmo ameaçada de extinção pelo desmatamento ilegal, ainda garante o sustento de cerca de 10 mil famílias na região amazônica. Gente como o extrativista Domingos de Almeida./ é com esse trabalho que ele consegue manter o filho na cidade, estudando pedagogia.
Este ano, já encheu 300 paneiros, os cestos utilizados para coletar os ouriços de castanha. A retirada garantiu uma renda de sete mil e duzentos reais.
O período de safra da castanha vai de dezembro à abril. / período de chuvas aqui no acre. / mas 2014 foi um ano atípico, choveu mais do que o esperado até maio./ é por isso que o trabalho aqui ainda está a todo vapor./ 14 mil toneladas e meia. / esta é a previsão da safra deste ano no estado, que é o segundo o maior produtor da amêndoa do país.
Para garantir esse posto, é preciso também ficar de olho na qualidade, que começa na hora da coleta. / dona francisca tem todos as boas práticas de produção na ponta da língua.
E são os cuidados que dona francisca adotou que livram as castanhas de pragas e fungos como a aflatoxina.
Tudo que é coletado pelos extrativistas dentro dos seringais acreanos vai parar em três usinas de beneficiamento, como esta. / aqui as castanhas são separadas por tamanhos e espécies. / depois de descascadas são cozidas, embaladas e ganham o mundo. Cada pacote de 20 quilos custa R$ 480 e o mercado é garantido. Os principais compradores são o Rio de Janeiro e São Paulo.
Fonte: Globo Rural
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