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Notícias
02
jun
2014
(PAPEL E CELULOSE)
Celulose Riograndense vai produzir 193 MW de energia a mais
A expansão da Celulose Riograndense em Guaíba (RS) prevê não apenas o aumento da produção de celulose, mas também o incremento de sua geração de energia. Já está em construção uma nova unidade com 193 MW de capacidade instalada que somará aos 58 MW gerado por uma termelétrica.
O total de 251 MW corresponde a aproximadamente 6,5% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul. Quando houver excedente de geração, até um limite de 30 MW, a energia poderá ser jogada na rede. A comercialização será feita dentro do ambiente do mercado livre de energia formado por grandes consumidores, que podem escolher de quem irão comprar a eletricidade.
Atualmente, a CMPC trabalha com uma tensão de 138 kV. Com a ampliação, a tensão passará para 230 kV e a térmica será conectada ao sistema interligado nacional. “A possibilidade de colocarmos essa sobra de energia na rede comum representa um reforço no sistema elétrico do estado”, comenta o coordenador dos subgeradores da companhia, Áureo Ramos Borges.
Atualmente a fábrica de Guaíba adquire externamente cerca de 15 MW, mas com o investimento deixará de comprar essa energia. Um dos passos para completar ao empreendimento, que ficará pronto no primeiro semestre de 2015, foi dado recentemente com a chegada do balão de vapor da caldeira, equipamento que pesa em torno de 170 toneladas. As obras de expansão da planta de celulose da CMPC têm término previsto para maio de 2015.
Quando finalizada a ampliação, o complexo de Guaíba agregará mais cerca de 1,3 milhão de toneladas de celulose à sua capacidade anual, alcançando o patamar de 1,8 milhão de toneladas. O investimento em todo o projeto é estimando em aproximadamente R$ 5 bilhões.
Responsabilidade: Projeto Educação
A companhia já entregou sete mil cadernos e 30 mil folhas de ofício para serem distribuídos entre as 22 escolas de ensino fundamental e 13 escolas de educação infantil de Guaíba. A doação faz parte do Projeto Educação.
O total de 251 MW corresponde a aproximadamente 6,5% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul. Quando houver excedente de geração, até um limite de 30 MW, a energia poderá ser jogada na rede. A comercialização será feita dentro do ambiente do mercado livre de energia formado por grandes consumidores, que podem escolher de quem irão comprar a eletricidade.
Atualmente, a CMPC trabalha com uma tensão de 138 kV. Com a ampliação, a tensão passará para 230 kV e a térmica será conectada ao sistema interligado nacional. “A possibilidade de colocarmos essa sobra de energia na rede comum representa um reforço no sistema elétrico do estado”, comenta o coordenador dos subgeradores da companhia, Áureo Ramos Borges.
Atualmente a fábrica de Guaíba adquire externamente cerca de 15 MW, mas com o investimento deixará de comprar essa energia. Um dos passos para completar ao empreendimento, que ficará pronto no primeiro semestre de 2015, foi dado recentemente com a chegada do balão de vapor da caldeira, equipamento que pesa em torno de 170 toneladas. As obras de expansão da planta de celulose da CMPC têm término previsto para maio de 2015.
Quando finalizada a ampliação, o complexo de Guaíba agregará mais cerca de 1,3 milhão de toneladas de celulose à sua capacidade anual, alcançando o patamar de 1,8 milhão de toneladas. O investimento em todo o projeto é estimando em aproximadamente R$ 5 bilhões.
Responsabilidade: Projeto Educação
A companhia já entregou sete mil cadernos e 30 mil folhas de ofício para serem distribuídos entre as 22 escolas de ensino fundamental e 13 escolas de educação infantil de Guaíba. A doação faz parte do Projeto Educação.
Fonte: Jornal do Comércio / Adaptado por CeluloseOnline
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