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Notícias
02
jun
2014
(BIOENERGIA)
Necessitamos da biomassa, afirmou Igor Polikarpov durante colóquio
O professor Igor Polikarpov ministrou o colóquio “Etanol celulósico brasileiro: sonho ou realidade?” no Instituto de Física da USP São Carlos. O evento aconteceu ao vivo pelo canal da instituição e muito além de responder a essa questão tão pertinente e atual, ele discursou sobre questionamentos voltados para esse país tão verde e amarelo. “Sabemos que a produção de energia já dobrou e a expectativa é que cresça mais 50%. Então porque não produzi-la de maneira sustentável?”, interrogou Polikarpov ao iniciar sua fala sobre a importância da biomassa.
Através de gráficos, o professor mostrou que tanto a riqueza de um país quanto o seu IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) estão diretamente ligados ao aumento de consumo de energia. Por isso, “para o Brasil, você precisa ter energia para que a vida melhore. Nós precisamos de energia para viver bem. Nosso país vai precisar ter mais energia para sair desse lugar e ir para frente, nesse crescimento logarítmico”, afirmou ele.
O resultado é que, em questão de eficiência energética, a tendência de países com nível de vida modesta tenha pouco consumo de energia, “mas ninguém vive bem não consumindo nada”, disse o professor. “Como a gente pode garantir acesso a boa vida em países menos favorecidos, sendo que o petróleo está ficando mais escasso?”, continuou ele. “Necessitamos da biomassa”, finalizou.
Antes de dar início às linguagens técnicas, ele disse que o Brasil está indo bem. Lembrando que, por muito tempo, liderou produção de etanol de primeira geração – menos poluente que petróleo – até que o EUA tomou a liderança. Fora isso, a matriz energética brasileira é 45% limpa, sendo que 60% de todo etanol vem de São Paulo. “Uma produção que não gera impactos sobre a geração de comida”, lembrou o professor.
Ele também comentou que a Raízen, CTC (Centro de Tecnologia Canavieira) e GranBio estão investindo fielmente nesse setor. “Tanto é que a GranBio jura de pé junto que vai comercializar etanol celulósico ainda este ano”, comentou Polikarpov.
Através de gráficos, o professor mostrou que tanto a riqueza de um país quanto o seu IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) estão diretamente ligados ao aumento de consumo de energia. Por isso, “para o Brasil, você precisa ter energia para que a vida melhore. Nós precisamos de energia para viver bem. Nosso país vai precisar ter mais energia para sair desse lugar e ir para frente, nesse crescimento logarítmico”, afirmou ele.
O resultado é que, em questão de eficiência energética, a tendência de países com nível de vida modesta tenha pouco consumo de energia, “mas ninguém vive bem não consumindo nada”, disse o professor. “Como a gente pode garantir acesso a boa vida em países menos favorecidos, sendo que o petróleo está ficando mais escasso?”, continuou ele. “Necessitamos da biomassa”, finalizou.
Antes de dar início às linguagens técnicas, ele disse que o Brasil está indo bem. Lembrando que, por muito tempo, liderou produção de etanol de primeira geração – menos poluente que petróleo – até que o EUA tomou a liderança. Fora isso, a matriz energética brasileira é 45% limpa, sendo que 60% de todo etanol vem de São Paulo. “Uma produção que não gera impactos sobre a geração de comida”, lembrou o professor.
Ele também comentou que a Raízen, CTC (Centro de Tecnologia Canavieira) e GranBio estão investindo fielmente nesse setor. “Tanto é que a GranBio jura de pé junto que vai comercializar etanol celulósico ainda este ano”, comentou Polikarpov.
Fonte: CeluloseOnline
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